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O que é o Mercado Livre de Energia e como ele funciona?

O mundo tem se transformado em ritmo acelerado e, hoje em dia, discutimos questões que eram impensáveis ou impossíveis, até alguns anos atrás. Mas o Mercado Livre de Energia é uma dessas soluções que representa, justamente, a mudança que pode agregar mais flexibilidade, economia e sustentabilidade para toda a sociedade.

Neste post, então, vamos mostrar para você o que é o Mercado Livre de Energia elétrica, como funciona e quais são os seus pontos positivos e também de atenção que devm ser considerados.

Boa leitura!

O que é Mercado Livre de Energia?

Nesse modelo de mercado, o consumidor tem liberdade para decidir quem vai fornecer energia elétrica para a sua propriedade. Assim, cada pessoa (física e jurídica) pode definir as particularidades do seu contrato e formas de pagamento, entre outras particularidades.

Existe, inclusive, uma regulação do mercado nesse sentido, e vale destacar que, atualmente, o modelo mais popular de fornecimento de energia é o ACR — sigla para Ambiente de Contratação Regulada.

Nele, leilões realizados pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) são feitos com empresas interessadas e aquelas que saírem vencedoras da disputa assumem a responsabilidade pela concessão de energia elétrica em determinada região. 

Em seguida, a distribuidora realiza outros leilões e encaminha uma fatura, mensalmente, com preços que são previamente determinados pela própria ANEEL. Assim, não há participação do cliente em decisões relacionadas ao assunto.

Enquanto isso, a ideia do Mercado Livre de Energia gira em torno do fim dessa política e prática de preços regida pela ANEEL. Neste caso, a negociação acontece diretamente com a empresa que assumiu a responsabilidade pelo fornecimento de energia elétrica — o que não exclui, inclusive, a necessidade de pagar, à parte, a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (ou TUSD ) e a demanda para a concessionária vencedora do leilão.

Como funciona a comercialização de energia nesse ambiente

Por meio do Mercado Livre de Energia, você não perde:

  • manutenção;
  • troca de equipamentos;
  • qualidade da energia fornecida.

A grande mudança, aqui, está no contrato de fornecimento de energia, que passa a ser realizado diretamente entre o fornecedor e os clientes (pessoas físicas e jurídicas).

Vão existir, então, dois modelos de fatura: uma da distribuidora e a outra de acordo com o contrato que foi firmado no modelo de Mercado Livre de Energia.

Mercado Livre x Mercado Cativo: características e suas diferenças

Se o atual regime de distribuição de energia elétrica do país é o ACR, atualmente, neste post vamos explorar mais as características e o perfil do Ambiente de Contratação Livre (ACL). É ele quem define as regras do Mercado Livre de Energia. E justamente por isso, vale a pena destacar as similaridades e diferenças entre ambos. Confira, a seguir!

Ambiente de Contratação Livre (ACL)

No Ambiente de Contratação Livre, a compra de energia ocorre diretamente por meio de um contrato com geradores ou comercializadores de energia. Esses contratos são bilaterais e têm condições livremente negociadas, o que inclui:

  • preço;
  • prazo;
  • volume.

Entre outras informações relevantes para que você pague por aquilo que consumir, especificamente, e com melhores condições pela compra de energia.

Mercado Livre x Mercado Cativo: características e suas diferenças

Ambiente de Contratação Regulada (ACR)

Esse aqui é, como mencionamos, o modelo tradicional de fornecimento de energia elétrica, no qual o consumidor compram esse recurso vital para o funcionamento de aparelhos eletrônicos diretamente das concessionárias de distribuição. 

Nesse modelo, a fatura é uma só e concentra todos os serviços disponibilizados, além das tarifas que são reguladas pelo governo e de responsabilidade da ANEEL.

Afinal, vale a pena migrar para o ACL?

Essa é uma pergunta inerente à comparação entre ACR e ACL. Para ajudar na sua análise, reunimos alguns dos pontos elementares do Mercado Livre de Energia. Confira!

Saiba mais: entenda tudo a respeito da gestão de energia

Vantagens

  • redução de custos. Isso acontece porque o Mercado Livre de Energia tende a ser oferecido por quem gera a própria energia e, normalmente, os custos de produção são baixos, permitindo a negociação de condições muito mais vantajosas de venda e de compra do recurso;
  • previsibilidade orçamentária. Isso se dá por meio da negociação antecipada proporcionada pelo modelo ACL, garantindo que você saiba, exatamente, quanto vai gastar com energia elétrica ao longo de todo o contrato;
  • sustentabilidade, já que o Mercado Livre de Energia é regido por meios de produção de energia mais sustentáveis, como a energia solar;
  • desconto na TUSD, pois essa é uma tarifa atualmente cobrada e mais cara por conta do modelo ACR de distribuição de energia elétrica;
  • fim da dependência com as bandeiras tarifárias regidas pela ANEEL.

Desvantagens

  • existem riscos comerciais, ainda, especialmente por se tratar de um modelo recente e que vai de encontro com um modelo já estabelecido do mercado;
  • existem, também riscos de mercado futuro, pois muitas vezes o modelo ACL está negociando uma energia para o futuro — e condições voláteis (como a sustentabilidade desse próprio mercado) podem dificultar a sua manutenção em longo prazo;
  • seu modelo especulativo de mercado pode dificultar um equilíbrio transparente entre a geração e a comercialização de energia elétrica. Uma linha tênue que pode aumentar o risco e a segurança dos investidores no modelo de Mercado Livre de Energia.
Afinal, vale a pena migrar para o ACL?

Tipos de consumidores permitidos no Mercado Livre

Como vínhamos destacando ao longo do artigo, pessoas físicas e jurídicas podem aderir ao modelo de Mercado Livre de Energia. A seguir, vamos explicar um pouco melhor sobre a configuração desse modelo!, confira!

Consumidores livres

Para se enquadrar no modelo de consumidor livre do Mercado Livre de Energia, o requisito mínimo de demanda contratada, ao menos no ano de 2022, era de 1.000 kW.

Contudo, eles possuem amplo grau de liberdade no que diz respeito à contratação de  energia, que pode ser proveniente de qualquer fonte geradora.

Vale destacar, contudo: a partir de 2023, o requisito mínimo vai ser reduzido para 500 kW.

Consumidores especiais

Consumidores especiais são aqueles cujo requisito mínimo se enquadra entre 500 e 2.500 kW de demanda contratada. Vale também destacar que consumidores com o mesmo CNPJ ou, ainda, em área contígua têm a possibilidade de agregar suas cargas para alcançar o requisito mínimo de consumo.

Outro ponto que vale mencionar é o grau de liberdade dos consumidores especiais: a contratação pode ocorrer apenas de fontes oriundas de:

  • usinas eólicas;
  • usinas solares;
  • biomassa;
  • pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) ou hidráulica de locais com potência inferior ou equivalente a 50.000 kW.

Consumidores varejistas

Por fim, temos os consumidores varejistas que, no Mercado Livre de Energia, só se enquadram os estabelecimentos com demanda contratada igual ou superior a 500 kW.

As condições são, basicamente, as mesmas citadas anteriormente, dependendo exclusivamente do modelo de contrato de acordo com as características do empreendimento e dos valores mínimos de consumo para enquadrar-se no tipo de consumidor apropriado do ACL.

Modalidades de geração de energia no Mercado Livre

Por fim, podemos destacar que a energia contratada no Mercado Livre de Energia pode ser de dois tipos: convencional e incentivada. A convencional provém de geradores como as usinas a gás, térmicas ou mesmo as hidroelétricas.

Enquanto isso, a energia incentivada provém de geradores de fontes renováveis, entre eles:

  • PCH (Pequenas Centrais Hidroelétricas);
  • biomassa;
  • usina eólica;
  • usina solar.

E se você tem interesse em saber mais sobre o Mercado Livre de Energia e as possibilidades que você pode se beneficiar a respeito, clique aqui e conheça mais das soluções que a Maya Energy tem a oferecer!

Conclusão

Como destacamos, o Mercado Livre de Energia é um setor ainda novo, incipiente, mas com ares de revolução na relação do consumidor e de quem gera a sua própria energia.

A princípio, a ideia é interessante, oferecendo meios de negociar a quantidade de energia desejada sem grandes tributos ou preços fixados por órgãos reguladores do governo. E o melhor: por meio de fontes de energia renováveis e sustentáveis, como é o caso da energia solar ou mesmo da eólica, entre outras.

E lembre-se que podemos auxiliar você nessa jornada, independentemente de qual etapa de conhecimento você se encontre, agora, no assunto. Caso queira saber mais a respeito de soluções para gerar energia ou aprender mais sobre os contratos a serem celebrados no Mercado Livre de Energia, conte conosco para implementar as melhores soluções para as suas necessidades!

Saiba mais: Tarifa horo sazonal: o que é e como funcionam em sua conta

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Aterramento placa solar: o que é, importância e como fazer

O aterramento da placa solar é um processo fundamental para garantir tanto a segurança das pessoas ao redor do sistema quanto do equipamento em si. E isso é feito por meio da conexão de um dos dos fios (o fio-terra) com o próprio solo para que eventuais sobrecargas sejam desviadas para a terra.

Por isso, o aterramento em sistemas fotovoltaicos tem tanta importância, mas também se trata de um processo delicado e que requer a realização de um serviço especializado feito por quem entende do assunto.

E é o que nos motivou a falar sobre o tema neste post. Nos tópicos abaixo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o aterramento da placa solar. Confira!

Aterramento da placa solar: por que fazer?

O aterramento da placa solar é uma exigência, na instalação do sistema fotovoltaico, e tem como principal objetivo a prevenção de acidentes. Afinal de contas, como destacamos na introdução, toda a segurança da energia solar e da geração própria de energia se pauta nos cuidados necessários para que o equipamento e as pessoas fiquem bem ao longo de toda a vida útil do sistema (que pode ultrapassar 25 anos de uso).

Só que, paralelamente, é inegável o quanto esse tipo de ação confere eficiência e menos riscos de uso aos equipamentos. Por meio do aterramento, as operações permanecem sempre nos níveis ideais, evitando, assim, desgastes precoces e conferindo mais durabilidade ao sistema fotovoltaico como um todo.

Vamos ver por que mais investir no aterramento?

Proteção de pessoas e equipamentos

Como mencionamos acima, o aterramento é uma forma de proteção a todos — equipamento e pessoas. Sem ele, uma eventual sobrecarga pode colocar em risco o sistema (cujo investimento é consideravelmente caro, e uma substituição de componentes queimados pode agregar prejuízos múltiplos) ou mesmo a vida de alguém caso um acidentes desses aconteça.

Aterramento da placa solar: por que fazer?

Melhoria do funcionamento de aparelhos elétricos e eletrônicos

Também vale reforçar que, por meio do aterramento da placa solar, você consegue impedir que aconteçam correntes de fuga ou mesmo outros tipos de oscilação ambiental que sejam capazes de interferir na alimentação dos dispositivos e dos equipamentos conectados à rede.

Descarregamento de eletricidade estática em carcaças

É comum que atritos (como os causados pela limpeza das placas) criem cargas eletrostáticas acumuladas nos aparelhos. E, por meio do aterramento das placas solares, os é possível evitar que os circuitos sejam danificados com essa energia — já que ela vai ser desviada para a terra.

Como fazer aterramento dos módulos?

E a questão-chave deste artigo, uma vez que já definimos o conceito e a importância desse procedimento, é: como fazer aterramento dos módulos?

Tanto em soluções residencial quanto comercial ou industrial,  aterramento da placa solar pode ser realizado de diferentes maneiras. Isso porque, a decisão vai ser influenciada por alguns fatores, como:

  • características do local;
  • demandas da unidade consumidora.

Um jeito de fazer o aterramento é a instalação de uma haste de cobre. Outra, uma armadura da edificação, mas o sistema fotovoltaico demanda atenções particulares, em  seus componentes, e por isso o procedimento deve ser realizado por empresas realmente especializadas nesse nicho de mercado. Afinal, existem diversas normas técnicas que vão conferir proteção e segurança ao equipamento, e organizações que são referência no ramo vão agregar o valor necessário para a boa condução desse tipo de trabalho.

Leia também: aprenda como fazer uma boa gestão de energia

Como fazer aterramento dos módulos?

Como fazer o aterramento no inversor?

Também podemos falar a respeito do aterramento do inversor de frequência. O processo, inclusive, deve ser feito à parte do motor, por exemplo, garantindo que eventuais correntes de fuga de um componente não afetem o funcionamento do outro. 

Portanto, o mais indicado, nesse sentido, é fazer com que cada equipamento tenha contato individualizado com o método de aterramento. Do contrário, como mencionamos, corre-se sério risco de fazer com que um componente interfira e prejudique o funcionamento do outro.

Quando fazer o aterramento fotovoltaico?

O aterramento da placa solar e de instalações elétricas em geral, inclusive, só têm a se beneficiar os equipamentos. Como destacamos, no sistema fotovoltaico isso é uma exigência e, portanto, deve ser aplicado em todo e qualquer projeto.

Mas é como mencionamos e reforçamos por aqui: só existem benefícios e nenhum malefício em agregar essa camada de proteção e segurança aos seus equipamentos.

Portanto, lembre-se de contratar auxílio técnico e especializado que conheça tanto o mercado quanto das normas, regulações e obrigações para uma instalação eficiente.

Saiba mais: quando montar uma fazenda de energia solar

Falhas de aterramento em sistemas fotovoltaicos: pontos de atenção

Como vimos, o aterramento da placa solar é uma parte fundamental do processo de instalação. Mas riscos existem e devem ser rapidamente prevenidos (ou solucionados) para que o equipamento e as pessoas permaneçam em segurança.

Confira, abaixo, alguns pontos-chave sobre o assunto!

Como detectar uma falha?

A detecção de falhas pode acontecer por alguns motivos, mas as formas de detecção conferem cobertura completa para cada uma delas. E isso inclui soluções de monitoramento de resistência de isolamento e detectores de corrente residual (DCRs). 

Além disso, um teste de aterramento deve ser realizado com o auxílio de um monitor de resistência de isolamento. E outras técnicas para detectar uma falha incluem:

  • verificação do IDFA e se ele passa no teste de continuidade;
  • teste de resistência de isolamento nos condutores.

A questão tende a ser um tanto complexa porque uma falha de aterramento pode estar entre o condutor aterrado e o CAE. Mais uma vez: auxílio técnico e especializado é de suma importância para a instalação, a limpeza e a manutenção do seu sistema fotovoltaico, lembre-se disso.

O que uma falha de aterramento pode causar?

No geral, uma falha de aterramento na CC pode causar:

  • curto-circuito ou outras formas de danos aos componentes do sistema;
  • choques em pessoas;
  • incêndios.

Existem bons motivos para considerar soluções simples e eficientes para esses problemas, não concorda? E agora que você já entendeu qual é a importância do aterramento da placa solar, sabe que a segurança é um dos benefícios em torno da instalação do sistema fotovoltaico, certo? 

Por isso, caso queira transformar a sua relação com a geração e o consumo de energia, clique aqui e conheça as soluções da Maya Energy focadas em empresas!

Conclusão

O aterramento da placa solar é uma atividade necessária e exigida para garantir que o sistema, em geral, permaneça seguro e eficiente — e sem riscos também para as pessoas ao redor.

Esperamos que este conteúdo tenha te ajudado a entender o valor do aterramento, e conte conosco para auxiliar em qualquer etapa de implementação e manutenção do seu sistema fotovoltaico!

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Tarifa horo sazonal: o que é e como funcionam em sua conta

Tarifa horo sazonal — ou hora sazonal — é um meio encontrado pelas distribuidoras de energia elétrica de estimular o consumo em horários que, atualmente, demandam menos tráfego. Com isso, empresas que têm um elevado custo com esse tipo de recurso — como indústrias, comércios e também condomínios (residenciais ou comerciais), entre outros.

Por isso, é tão importante compreender como funciona a sua aplicação e quais são os benefícios de alinhar o seu negócio com a tarifa horo sazonal.

É isso que vamos explorar ao longo deste conteúdo. Nos tópicos abaixo, vamos explicar o que é a tarifa horo sazonal da ANEEL e também as bandeiras tarifárias para que você aprenda como usar isso em benefícios do seu empreendimento. Confira!

O que é hora sazonal?

A hora sazonal, ou tarifa horo-sazonal (ou, apenas, THS), é um conjunto de taxas que são aplicadas aos consumidores cuja demanda de energia elétrica se categoriza dentro do grupo A — normalmente, os imóveis que têm um consumo elevado de energia, no dia a dia, como é o caso das propriedades citadas na introdução do artigo, como indústrias.

Acontece que esse preço não corresponde a um valor fixo e imutável ao longo do ano inteiro. Com a tarifa horo sazonal, existem dois fatores principais que vão afetar no preço praticado pelas distribuidoras de energia elétrica:

  • o horário de consumo da energia;
  • a sazonalidade anual — especialmente, no que diz respeito ao período chuvoso. 

Dessa maneira, o consumo em horário de pico tende a ser mais caro, assim como as tarifas praticadas vão diferir nos períodos característicos de chuva e nas épocas mais secas do ano.

Mas por que isso acontece? O principal objetivo consiste em encorajar aqueles encarregados de lidar com as despesas de energia elétrica a consumirem mais em horários fora do pico (ou seja: em horários fora ponta). 

Falaremos adiante sobre eles, mas apenas como ilustração: no geral, no país o horário de ponta (HP) vai das 17h às 20h em grande parte do país.

Horário ponta e fora ponta: entenda

Como destacamos acima, com a tarifa horo sazonal, a ideia é fazer com que os consumidores do modelo de alta tensão (Grupo A) deixem de consumir tanta energia elétrica no horário ponta, migrando parte da sua operação no horário fora ponta. Assim, obtém-se um pagamento menos oneroso na conta de luz.

E, no geral, a medida surtiu um certo efeito, tendo impactado em uma redução de cerca de 12,5% entre os consumidores do Grupo A assim que as tarifas foram implementadas.

Mas vale lembrar o que mencionamos no horário anterior: a faixa de horário ponta e fora ponta varia de acordo com a região do país e das concessionárias responsáveis pela distribuição de energia elétrica.

Confirme qual é o horário ponta e fora ponta da sua área de atuação antes de implementar qualquer mudança nesse sentido, ok?

Tarifas horo-sazonais e bandeiras tarifárias: saiba como funciona

Um dos pontos-chave para migrar parte dos consumidores de alta tensão para o horário fora ponta é que, no início da noite, as concessionárias podem enfrentar mais desafios para suprir toda a demanda da sua área de abastecimento.

Afinal de contas, nesses horários de pico o consumo é maior e as concessionárias buscam equilibrar o consumo ao longo do dia inteiro para que consiga se organizar de maneira mais eficiente e, assim, evitar qualquer tipo de problema na distribuição de energia elétrica.

Mas a gente entende que essa migração nem sempre é fácil ou imediata. Existem empresas e indústrias que sequer cogitam essa mudança porque afetaria demais a sua operação e, muitas vezes, influenciaria em um aumento significativo de despesas.

Assim, de nada adiantaria fazer a mudança para evitar a cobrança de taxas da tarifa horo sazonal. Então, para esse consumidor do Grupo A, existem 2 modalidades tarifárias. Vamos falar sobre elas, a seguir!

Veja também: como economizar energia na empresa e nas residências

Tarifas horo-sazonal azul

Aqui, existem duas demandas contratadas:

  • uma para o horário de ponta;
  • uma para o horário fora de ponta.

A modalidade de tarifa horo sazonal azul é obrigatória para os consumidores cujo fornecimento permaneça superior a 69 kV.

Tarifas horo-sazonal verde

Por sua vez, a tarifa horo sazonal verde possui uma demanda contratada, apenas, para o dia inteiro e isso independentemente do horário de ponta da região.

Modalidade tarifária convencional monômia

Existe, ainda, a tarifária convencional monômia, que é a modalidade padrão. Nela, existe um preço, apenas, que é cobrado pelo consumo independentemente do horário.

Tarifas horo-sazonais e bandeiras tarifárias: saiba como funciona

Tarifas horo-sazonal branca

Podemos falar, também, a respeito da tarifa horo sazonal branca. Nessa modalidade, os preços são divididos em três faixas horárias:

  • para consumo no horário de ponta;
  • para consumo no horário fora de ponta;
  • para consumo no horário intermediário — entre o horário de ponta e o horário fora de ponta.

A tarifa sazonal branca não tem horários de pico nem horários intermediários durante os finais de semana e feriados.

Bandeiras tarifárias: quais são e como funcionam?

As bandeiras tarifárias nas contas de eletricidade dos consumidores têm uma relação semelhante, mas são cobradas de forma diferente. Em última análise, a tarifa horária sazonal e as bandeiras tarifárias se complementam como métodos de cobrança, mas cada uma é implementada devido a um motivo específico.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aplica a bandeira tarifária desde 2015, que equilibra os custos de produção de eletricidade no país de acordo com as dificuldades (e o preço variável) encontradas para fazê-lo.

A bandeira tarifária serve para representar cores que indicam o nível de alerta, notificando o consumidor sobre o custo atual da produção de eletricidade, o que impacta diretamente a conta mensal de eletricidade.

Vamos entender, a seguir, o que significa cada cor da bandeira tarifária!

Bandeira verde

A tarifa ideal para a geração de energia não afetará o bolso do consumidor com cobranças adicionais na conta de luz.

Portanto, as distribuidoras conseguem atender à demanda normalmente e os reservatórios de água estão cheios.

Leia também: menos impostos na conta de luz

Bandeira amarela

A bandeira tarifária amarela, por sua vez, aciona o alarme. Nessas condições, a ANEEL permite uma cobrança de R$ 1,874 para cada 100 kW/h consumidos.

Bandeiras tarifárias: quais são e como funcionam?

Bandeira vermelha

Os consumidores devem considerar a bandeira tarifária vermelha como um sério sinal de alerta, pois as cobranças serão ainda maiores.

  • bandeira vermelha 1, traduzindo-se em uma cobrança ao consumidor de R$ 3,971 para cada 100 kW/h gastos;
  • bandeira vermelha 2, cujo adicional na fatura vai ser de R$ R$ 9,492 para cada 100 kW/h consumidos.

Recentemente, também introduzimos a bandeira tarifária de escassez de água como uma medida emergencial. E, acredite, o preço é ainda mais caro. Quando acionada - implementamos a novidade em 2021 -, essa bandeira gera uma cobrança de R$ 14,20 para cada 100 kw/w consumidos.

Se você tiver interesse em saber mais a respeito da bandeira tarifária, especificamente, fizemos um post completo a respeito. Basta clicar aqui para dar uma conferida!

Analisar com precisão tudo o que influencia sua conta de luz é importante porque ajuda a entender a taxa horária sazonal ou as bandeiras tarifárias em vigor.

Consideramos a geração de sua própria energia por meio de sistemas fotovoltaicos como uma alternativa extremamente valiosa para estabelecimentos industriais e comerciais, bem como para propriedades residenciais.

Sua propriedade pode economizar até 95% em sua conta de eletricidade todos os meses com energia solar. Além dessa economia, você também terá o retorno do seu investimento e fará uso de uma fonte de energia inesgotável e sustentável.

Bom demais, né? Então, dê uma olhadinha nas soluções da Maya Energy para empresas e conte com o nosso auxílio caso tenha qualquer dúvida sobre o assunto!

Conclusão

Se o seu fluxo operacional permitir essa migração de consumo fora dos horários de pico, o sorteio sazonal por hora pode ser um grande vilão na sua conta de luz, mas também uma forma de economizar.

Você deve avaliar as melhores estratégias e usar essas economias para o desenvolvimento gradual, mas sustentável, de sua empresa!

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Conheça os motivos para investir na energia solar em condomínios

A energia solar em condomínios pode trazer múltiplos benefícios à gestão de energia do empreendimento. Afinal de contas, apenas com a redução de custos é possível direcionar mais recursos para áreas de manutenção e de desenvolvimento de todo o local.

Confira as principais vantagens da implementação de um sistema de energia fotovoltaica em um condomínio e mostraremos exatamente por que você deve considerar esse tipo de solução.

Saiba mais: como funcionam os carros elétricos

Como funciona a energia solar nos edifícios?

Inicialmente, a energia solar em condomínios pode parecer complexa. Entretanto, já existe legislação sobre o assunto e soluções que podem se adaptar rapidamente às necessidades de todos os tipos de empreendimentos imobiliários, independentemente do segmento e do tamanho da propriedade.

A implementação de uma abordagem personalizada para os locais que concentram "várias unidades consumidoras" de eletricidade é favorecida. Afinal, cada apartamento é responsável por seu próprio consumo, e há também a questão das áreas comuns do edifício.

Uma empresa especializada entra em cena para discutir as abordagens estratégicas de planejamento e instalação dos equipamentos necessários para gerar e utilizar a energia solar em sua propriedade, considerando que essas decisões devem ser tomadas em conjunto, entendendo que o sistema fotovoltaico pode ser aplicado tanto nas áreas comuns quanto em cada unidade consumidora.

Depois que tudo estiver configurado e instalado, a energia é gerada e enviada para o distribuidor da rede elétrica e, em seguida, retorna para ser consumida como eletricidade.

O distribuidor recebe a energia solar e a converte em créditos solares, que compensam o consumo de eletricidade da rede.

Vantagens da energia solar em condomínios

Vamos explorar as grandes vantagens da energia solar em condomínios, assim como fazemos com os benefícios da energia solar em áreas residenciais, comerciais e industriais. Isso o ajudará a perceber o valor dessa decisão para o seu empreendimento imobiliário.

Redução dos custos mensais

Os sistemas fotovoltaicos podem gerar uma economia de até 95% nas contas de luz, independentemente do tamanho ou dos segmentos em que estão instalados, com um bom planejamento e execução do projeto. A economia depende da capacidade de produção do sistema.

Retorno do investimento

Os condomínios implementam um sistema de energia solar que recupera o investimento em poucos anos, e a economia na conta de luz a cada mês contribui para o rompimento do orçamento e para uma melhor gestão.

Como acontece a distribuição da energia solar em condomínios?

Valorização do empreendimento

É inegável que um projeto de energia solar em condomínios pode agregar muito valor ao próprio empreendimento. Afinal, ele oferece uma economia significativa na conta de luz, gera sua própria energia e ainda utiliza uma solução sustentável que se torna mais visível (e positiva) para a propriedade.

Portanto, melhore o valor do aluguel ou revenda das unidades tem grande valor.

Créditos energéticos

Como mencionamos anteriormente, os créditos de energia solar geram mensalmente e podem economizar até 95% em sua conta de eletricidade.

A produção de um excedente de energia solar muitas vezes leva a uma economia constante em seu condomínio, mesmo em períodos de baixa incidência solar, pelo armazenamento desses créditos de energia para uso posterior em outros meses, especialmente quando há muita luz solar.

Saiba mais: entenda como funciona a bandeira tarifária de energia elétrica

Como acontece a distribuição da energia solar em condomínios?

Nos condomínios, tanto nas áreas comuns do edifício como nas unidades que consomem eletricidade - que podem ser salas comerciais ou mesmo apartamentos residenciais - distribuem energia solar, conforme destacamos acima.

Dependendo do projeto contratado e da área útil disponível, entre outros, a instalação do sistema fotovoltaico deve ser feita de várias maneiras. Dentre elas:

  • Cada apartamento instala painéis solares para uso individual.
  • A energia gerada pela instalação dos painéis solares em uma área comum do edifício é distribuída por todos.

Conforme as instruções acima, uma empresa especializada analisará o projeto, identificará os melhores pontos de instalação e determinará as metas de acordo com os interesses do consumidor.

Áreas comuns

A Resolução Normativa nº 687 da ANEEL destaca a geração de energia em múltiplas unidades consumidoras.

O desenvolvimento com várias unidades consumidoras (condomínios) caracteriza o uso independente de eletricidade. Cada unidade consumidora constitui uma fração individualizada de uso, e unidades consumidoras separadas são formadas para atender às áreas de uso comum. A responsabilidade pela micro ou minigeração distribuída recai sobre o condomínio, administração ou o proprietário do empreendimento. Entretanto, é vedada a existência de unidades consumidoras localizadas em propriedades diferentes ou que utilizam vias públicas, passagens aéreas ou subterrâneas e propriedades de terceiros que não fazem parte do empreendimento.

Nesse caso, a geração de energia solar pode ser concentrada exclusivamente no fornecimento de eletricidade para as áreas comuns do edifício.

Múltiplas unidades consumidoras

É possível instalar um projeto de energia solar para suprir o consumo de eletricidade de várias unidades consumidoras - em outras palavras, os apartamentos do edifício.

No entanto, é sempre importante lembrar que os condomínios podem contratar energia solar para abastecer as unidades consumidoras, as áreas comuns ou ambas. A própria administração do condomínio e os proprietários de cada unidade devem discutir previamente esse assunto e, em seguida, repassá-lo à empresa especializada responsável por viabilizar integralmente o projeto de energia solar no condomínio.

Energia solar em condomínios: o que diz a legislação?

Ao discutir créditos de energia, é importante entender as diretrizes que envolvem o assunto para entender melhor o que diz a Resolução Normativa 687 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). 

E, atualmente, são três as possibilidades de gerar e distribuir os créditos solares:

  • A possibilidade de usar créditos solares de uma unidade geradora de energia para reduzir o preço da conta de eletricidade de outra propriedade é o autoconsumo remoto (desde que sejam de propriedade do mesmo CPF e que ambas as propriedades pertençam ao mesmo setor de concessão de eletricidade).
  • Os moradores comprovam o vínculo entre as partes na geração compartilhada, que podem envolver a compensação de créditos de energia solar em diferentes apartamentos;
  • A energia solar é distribuída em áreas comuns e/ou unidades consumidoras de acordo com os interesses do consumidor em uma geração condominial.

Como instalar energia solar em condomínios?

O principal fator que determina as previsões de projetos de energia solar em condomínios é a área útil do edifício. Isso ocorre porque os painéis solares precisam ser instalados em áreas com ampla luz solar.

Como instalar energia solar em condomínios?

Uma alternativa, nesses casos, é instalar no telhado do prédio. Se isso não for possível, podemos utilizar parte da área externa útil do condomínio.

Também pode acontecer de instalar o sistema fotovoltaico na fachada do prédio. Contudo, isso não é tão comum — mesmo porque a alteração da fachada é um assunto de bastante complexidade.

Em tempos de popularização da energia solar, a ajuda de uma empresa especializada que realmente entende suas necessidades faz toda a diferença em suas escolhas.

A Maya Energy pode ajudá-lo a converter essa meta em um projeto funcional e atraente com alto retorno sobre o investimento.

Para saber mais a respeito, clique aqui e conheça as nossas soluções de energia solar em condomínios!

Conclusão

Neste post, vimos que os condomínios podem desenvolver um projeto de energia solar. A lei permite essa medida, e empresas como a Maya Energy podem alcançar o resultado esperado com autonomia energética.

Conte conosco para realizarmos, juntos, esse objetivo!

Leia Mais
Contrato de arrendamento de terras para energia solar: entenda

Você sabe como funciona um contrato de arrendamento para energia solar? Esse documento é fundamental para dar início ao seu projeto de sistema fotovoltaico, mas tende a gerar muitas dúvidas nas pessoas, considerando que é algo muito técnico e envolto em burocracias específicas da geração de energia.

E é natural que pessoas físicas e jurídicas procurem tanto para se informar sobre o assunto. Afinal de contas, a energia solar tem crescido exponencialmente no país. E para ajudar, preparamos este post.

Nos tópicos abaixo, vamos explicar tudo o que você precisa saber a respeito do contrato de arrendamento para energia solar para que você comece a qualificar ainda mais a sua gestão energética. Boa leitura!

Contrato de arrendamento de terras para energia solar: o que é?

O contrato de arrendamento para energia solar difere do aluguel que os brasileiros pagam para estabelecer suas respectivas residências ou empreendimentos.

O contrato do qual falamos aqui, neste artigo, tem a ver com uma transação comercial na qual o proprietário de uma terra cede os direitos de uso dessa área para um terceiro — mais conhecido como arrendatário.

Vale a pena entender melhor o assunto a partir do Artigo 1 do Decreto nº 59.566, de 1966, que diz o seguinte:

“O arrendamento e a parceria são contratos agrários que a lei reconhece, para o fim de posse ou uso temporário da terra, entre o proprietário, quem detenha a posse ou tenha a livre administração de um imóvel rural, e aquele que nela exerça qualquer atividade agrícola, pecuária, agro-industrial, extrativa ou mista”.

Quais as vantagens do contrato de arrendamento para energia solar?

Existem boas vantagens em torno da decisão de arrendar terras para energia solar. Afinal de contas, é um meio fácil e simplificado de gerar lucros com uma área que, possivelmente, não está em uso. E com o arrendamento um projeto de energia solar pode ganhar forma e funcionalidade rapidamente. É um meio prático e efetivo para que todos lucrem em curto prazo.

Saiba mais: saiba tudo sobre a bandeira tarifária de energia elétrica

Sem falar que existe, ainda, a possibilidade de usar os lucros do projeto para que, futuramente, uma proposta seja feita para a compra da terra e, posteriormente, para uso sem a necessidade de arrendamento.

Como funciona o contrato de arrendamento: confira

Assim como citamos que cada caso tem as suas particularidades, um contrato de arrendamento de terras para energia solar é feito conforme as características de cada área.

Contudo, as complexidades e tecnicidades do documento devem ser analisadas por profissionais especializados no gênero, para que nenhuma das partes seja lesada por conta de algum imprevisto

Como funciona o contrato de arrendamento: confira

Por isso, a indicação mais assertiva é: atente-se à legislação e conte com auxílio especializado para evitar cometer ou sofrer deslizes burocráticos no seu contrato de arrendamento de terras para energia solar.

Saiba como arrendar terras para energia solar

Para dar os primeiros passos rumo à elaboração do contrato de arrendamento para energia solar, confira algumas dicas que consideramos fundamentais para o sucesso dessa empreitada!

Veja também: saiba tudo sobre os benefícios tributários da energia solar!

Informe-se sobre as Resoluções da ANEEL

A resolução 482 da ANEEL é a responsável por lidar com toda a parte de implementação de uma usina ou fazenda de energia solar e sua conexão à rede elétrica. Com isso, é determinante ficar por dentro e seguir à risca as diretrizes do órgão.

Certifique-se de que o terreno atenda às especificações de energia solar

Como é o terreno do qual está sendo realizado o contrato de arrendamento de terras para energia solar? Portanto, avalie previamente para saber se a área útil está adequada para o projeto.

Atente para os documentos necessários para arrendar para energia solar

Essa questão tende a ser simplificada, mas não é uma etapa menos importante por conta disso. O ponto mais significativo, consiste em ter um documento de arrendamento que seja reconhecido em cartório. 

Certifique-se de que o terreno atenda às especificações de energia solar

Também faz parte do processo avaliar cada cláusula, para que todas estejam em alinhamento com o Estatuto da Terra, que consta na Lei nº 4.504, do ano de 1964.

Contrate uma empresa de confiança

Lembra-se que mencionamos, a importância de ter um auxílio especializado em torno do contrato de arrendamento de terras para energia solar? Pois então, uma empresa do ramo de energia solar vai te ajudar em todas as etapas do processo.

Inclusive, a respeito dos trâmites legais e dos aspectos burocráticos e técnicos. Sem falar, é claro, do planejamento e da execução do projeto de energia solar — seja uma fazenda solar ou usina solar.

Faça um bom contrato de arrendamento para energia solar

Se você deseja saber mais a respeito do contrato de arrendamento de terras para energia solar ou mesmo de tudo o que podemos fazer pelo seu empreendimento, clique aqui e conheça nossas soluções focadas exclusivamente em empresas!

Conclusão

O contrato de arrendamento de terras para energia solar envolve a necessidade de conhecimento dos aspectos técnicos e legais em torno da implementação de uma usina ou fazenda solar.

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Telhado com energia solar: como funciona e principais vantagens

Telhado com energia solar: uma solução que agrega em eficiência e tem, também, o seu apelo estético. Mas antes de considerar a instalação de toda e qualquer telha com painel solar, vale a pena aprender mais sobre o assunto.

Afinal de contas, montar uma estrutura de telha solar fotovoltaica demanda planejamento, alinhamento com o material do produto e outros fatores que discutiremos ao longo deste artigo. Acompanhe, conosco!

Saiba mais: como funcionam os carros elétricos

O que é telhado com energia solar?

Basicamente, estamos falando de projetos cujo sistema fotovoltaico foi instalado diretamente sobre o telhado do imóvel (residencial ou empresarial) que vai gerar a sua própria energia.

É claro que isso influencia, diretamente, em todo o planejamento e na execução da instalação das placas solares. Afinal de contas, detalhes são pensados e repensados para respeitar as características das telhas, por exemplo, e sem falar no dimensionamento adequado do seu projeto de energia solar e em eventuais mudanças que podem ser necessárias para a concretização do projeto.

Como funciona a energia solar com telhado fotovoltaico?

Como destacamos, o processo é rigorosamente similar aos que não usam o telhado com energia solar. A diferença, aqui, é que o aproveitamento de espaço tende a ser menor (especialmente, em imóveis com pouca área construída) e isso pode demandar mais atenções na hora de planejar e instalar as telhas com o sistema fotovoltaico.

Como avaliar a estrutura de um telhado para energia solar?

Projetos de telhado com energia solar são possíveis, mas demandam — como já destacamos — atenções particulares. E a seguir vamos falar sobre eles, confira!

O primeiro ponto a checar é o posicionamento das placas solares no telhado. Isso porque, a orientação básica a respeito é que a melhor produção de energia solar ocorre na face norte. Além disso, o grau de inclinação tem que ser equivalente com a latitude da região.

E o que isso significa? Que se o seu imóvel estiver em uma área com latitude de 30°, o ângulo de inclinação dos seus painéis solares deve ser bem próximo disso.

Como avaliar a estrutura de um telhado para energia solar?

Um ponto que vale mencionar, contudo, é que o ideal é se aproximar disso, mas a perda de produção de energia não é significativa caso as condições ideais não sejam atingidas.

O mais importante, nesses casos, é que aconteça o máximo possível de incidência solar ao longo do dia. 

Além disso, detalhes devem ser analisados em respeito ao material das telhas, a estrutura do imóvel e também os cuidados para garantir não apenas eficiência operacional, mas a segurança de todos e a integridade de todo o equipamento do sistema fotovoltaico.

Quais os tipos de telhas mais comuns para instalação

Com base no que falamos acima, tranquilize-se porque a instalação de um telhado com energia solar é bastante segura, uma vez que os painéis fotovoltaicos são fixados à estrutura de acordo com o melhor sistema para cada situação.

Afinal, os modelos de telhados demandam a aplicação de um sistema diferente. E, a seguir, vamos falar a respeito das coberturas mais populares e cuja instalação do painel solar no telhado ocorrem:

  • telha metálica. São fáceis para fixar os painéis solares;
  • telhas de barro e concreto tipo francês ou colonial. São comuns, mas já exigem a implementação de trilhos para acomodar e sustentar os painéis solares;
  • coberturas planas. As lajes, por exemplo, permitem uma acomodação rápida e eficiente do sistema fotovoltaico;
  • telhas de fibrocimento (Eternit) podem ser usadas, também, mas a questão aqui reside mais no tipo de estrutura onde elas são fixadas — se estrutura de madeira ou de metal. Cada material demanda um tipo distinto de trabalho.

Quais as vantagens da telha com energia solar?

As vantagens de instalar o sistema solar no telhado residem, inicialmente, no aproveitamento do espaço conforme o tamanho do seu imóvel. Para qualquer coisa que se estenda a isso, os aspectos positivos tendem a ser os mesmos independentemente do tipo de instalação do sistema fotovoltaico.

E é sempre interessante relembrá-los e reforçá-los. Afinal de contas, essa é uma das fontes de energia renováveis mais populares do país, e segue em franca ascensão.

Entenda mais a respeito das vantagens da telha com energia solar com base no quanto você vai se beneficiar com esse sistema em sua residência, empresa ou indústria:

  • tecnologia com longa vida útil, podendo durar 25 anos ou mais, quando existe um bom trabalho de limpeza e conservação das placas solares;
  • baixa necessidade de manutenção (mas não é inexistente. Lembre-se disso);
  • alta resistência contra intempéries naturais, como o vento, a chuva e até mesmo poeira;
  • valorização do seu imóvel, já que um telhado com energia solar pode despertar o interesse de mais pessoas por conta do seu valor agregado;
  • rápido Retorno do Investimento (ROI), o que significa que ao instalar um telhado com energia solar, a geração mensal de energia vai proporcionar uma economia de até 95% na conta de luz. E, com isso, em poucos anos você vai ter economizado a quantia exata do seu investimento;
  • a redução na conta de luz em si já é uma vantagem e tanto.

Qual o preço de um telhado com energia solar?

Essa é uma questão que, infelizmente, só pode ser respondida com: depende.

Pois você deve ter percebido que a instalação do telhado com energia solar varia de acordo com uma série de fatores. E isso influencia no preço final do produto, sem dúvidas, mas que vai oferecer um retorno do investimento ao longo do tempo — como destacamos no tópico anterior.

Qual o preço de um telhado com energia solar?

Mas se você tem interesse nesse tipo de solução, aí vai o nosso convite: clique aqui e saiba mais sobre as soluções da Maya Energy. E fale com um de nossos especialistas para obter auxílio personalizado para acomodar nossas soluções às suas necessidades e objetivos!

Conclusão

Destacamos, neste artigo, que o telhado com energia solar é uma possibilidade que tem tudo para se acomodar ao que você necessita e começar a gerar sua própria energia.

Esperamos que este post contribua ativamente para você considerar lidar com uma gestão de energia mais estratégica, econômica e sustentável com o sistema fotovoltaico!

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Consumo ponta e fora ponta: diferenças e como calcular

Consumo ponta e fora ponta — ou, talvez, você já tenha ouvido falar no horário ponta e fora ponta — tem tudo a ver com o planejamento corporativo para tornar o uso de energia elétrica mais otimizado e consciente. E econômico, certamente.

E se você deseja saber mais sobre o assunto e entender, definitivamente, o que é consumo ponta e fora ponta, veio ao lugar certo! Nos tópicos abaixo, vamos falar tudo o que você precisa saber sobre o assunto e aprender como aplicar esse conceito no dia a dia da sua empresa!

O que é o consumo ponta e fora ponta na conta de energia?

Empresas e indústrias que trabalham no modelo de alta tensão (Grupo A) encontram o valor de consumo ponta e fora ponta na conta de luz.

Tá, mas o que isso significa?

Que o consumo de energia elétrica (e o preço praticado) varia ao longo do dia. Por exemplo: de madrugada, o consumo é baixo, mas aumenta nos períodos da manhã e da tarde, e volta a reduzir após o horário comercial. Isso nas empresas, pois o pico do consumo de energia elétrica, no Brasil, ocorre justamente à noite.

Daí, a parte que mais interessa à sua empresa, uma vez que os consumidores do Grupo A podem identificar preços melhores e usar isso em seu favor, otimizando o consumo de energia elétrica para os períodos de baixo consumo.

Ou seja: o consumo ponta e fora ponta nada mais é do que um meio de incentivo para que os consumidores do Grupo A usem esses períodos de menor consumo.

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Como funciona a tarifa no horário fora ponta?

Para entender melhor, vamos começar falando a respeito do horário fora ponta: esse é o período do dia em que o consumo de energia elétrica é tradicionalmente mais baixo.

Em geral, é o intervalo da 0h às 17h59 e das 21h às 23h59.

Contudo, esse período pode ser diferente entre as concessionárias de energia elétrica. Por isso é tão importante analisar, detalhadamente, a sua conta de luz para conseguir alinhar o seu período de elevado consumo com o horário fora ponta.

Qual é a tarifa no consumo ponta?

Como destacamos, isso varia bastante entre as concessionárias de energia — o que também afeta o preço final para cada estado do país.

Portanto, vale a pena ficar de olho nas tarifas praticadas pela sua distribuidora de energia elétrica e, assim, avaliar o custo que você tem com esse recurso no consumo ponta e fora ponta.

Saiba mais: Tarifa horo sazonal: o que é e como funcionam em sua conta

O que significa consumo ativo na ponta?

Consumo ativo na ponta nada mais é do que um termo que se refere à energia ativa que foi consumida durante o horário de ponta: que, geralmente, giram em torno das 18h às 21h e em dias úteis no país.

O que significa consumo ativo na ponta?

O que é consumo fora Ponta indutivo?

Esse é um termo que leva a outras considerações sobre o consumo ponta e fora ponta. Vamos te explicar: o consumo fora ponta indutivo é o valor registrado (em kW/h) no período fora de ponta — é quando a distribuidora de energia elétrica tem um perfil de carga reativa

predominantemente indutiva (geralmente, das 6h31 às 17h29hs e das 20h31 à 0h29).

Mas existem outras formas de consumo fora ponta indutivo, que são:

  • consumo fora ponta indutivo AM, cujo registro de consumo em kW/h ocorre em períodos de acionamento da bandeira tarifária amarela nas faixas de horários acima mencionadas);
  • consumo fora ponta indutivo VD, cujo registro de consumo em kW/h ocorre em períodos de acionamento da bandeira tarifária verde nas faixas de horários acima mencionadas);
  • consumo fora ponta indutivo VM, cujo registro de consumo em kW/h ocorre em períodos de acionamento da bandeira tarifária vermelha nas faixas de horários acima mencionadas).

Como calcular o consumo

Agora que já deve ter dado para entender o conceito em torno do consumo na ponta e fora de ponta, vamos aprender sobre o cálculo do seu consumo e, assim, considerar as melhores estratégias para reduzir os custos com energia elétrica na sua empresa.

E isso é um processo relativamente simples. Uma dica é a simulação com base no consumo de energia elétrica em cada faixa de horário  (ponta e fora ponta).

Em seguida, avalie o preço da tarifa de consumo na ponta e fora ponta para compreender como você pode modificar o uso de equipamentos e aparelhos que consomem mais energia e, assim, concentrar o uso mais acelerado deles em momentos fora do pico.

Com planejamento e o monitoramento detalhado do consumo de energia elétrica ao longo do dia a dia de sua empresa, é possível repensar estratégias e redefinir as ações internas para que o consumo seja menor e, consequentemente, o valor praticado.

Saiba mais: consórcio de energia solar: vale a pena investir?

Como calcular o consumo na ponta e fora ponta

Afinal, qual a importância de entender o horário

Deve ter ficado claro que o horário ponta e fora ponta tem um impacto significativo no orçamento da sua empresa (desde que enquadrada no Grupo A) e também nas suas despesas mensais.

Entendendo a importância dessas faixas de horário e de suas respectivas tarifas, há como transformar a sua rotina — literalmente — para reduzir os custos com energia elétrica.

Que, diga-se de passagem, é um grande fator de despesa de empresas, atualmente. Independentemente do porte e do segmento de atuação delas.

Por isso, focar em soluções alternativas pode ser uma escolha ainda mais assertiva, e que vai conferir autonomia, independência, economia e o retorno do seu investimento ao longo do tempo: trata-se da energia solar.

Veja também: gestão de energia solar: o que é, vantagens e como fazer

Os sistemas fotovoltaicos estão cada vez mais populares no país, e o custo desse tipo de solução pode se converter em economia de até 95% na sua conta de luz. Daí, o que mencionamos acima de obter o retorno do seu investimento: com os descontos mensais nesse tipo de despesa, você gradualmente “quita o investimento em energia solar”. Após isso, essa economia (que permanece pelas próximas dezenas de anos) vai direto para o seu orçamento e você passa a ter mais recursos para focar no desenvolvimento da sua empresa.

Quer saber mais a respeito? Nós podemos ajudar! A Maya Energy é especializada em soluções de energia solar e se adapta ao perfil das suas necessidades e objetivos para concretizar uma solução personalizada.

Veja como funciona na prática! Clique aqui e solicite um orçamento para a nossa equipe de atendimento!

Conclusão

Exploramos o consumo ponta e fora ponta, ao longo deste artigo. A medida foi pensada como uma forma de incentivo para que os imóveis enquadrados no Grupo A — normalmente, grandes empresas e indústrias — avaliem os melhores horários para consumir mais energia e, assim, usar as faixas de horário mais econômicas.

Ou seja: a partir de uma faixa horária que não seja considerada “pico” (quando o consumo de energia elétrica é maior) e que se configure em economia para as empresas por meio desse incentivo.

Também destacamos soluções que podem ser alternativas, mas são de longo prazo e envoltas em benefícios, como é o caso do sistema fotovoltaico.

Por meio da energia solar, você gasta até 95% menos com energia elétrica e gera a sua própria energia. Ao longo do tempo, você obtém o retorno do seu investimento e a economia mensal permanece, sendo uma grande escolha para tornar o seu negócio mais autônomo, ecônomico, sustentável e eficiente.

E lembre-se: se quiser tirar mais dúvidas sobre o consumo ponta e fora ponta e compreender o impacto positivo da energia solar na sua rotina, estamos à disposição!

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Benefícios tributários energia solar: Entenda sobre esse direito

É verdade que existem benefícios tributários de energia solar?

Sim, você que tem demonstrado interesse em gerar energia por meio de fontes renováveis encontra uma série de benefícios ao longo dos anos. O payback do investimento é um deles, mas a lei também prevê algumas condições interessantes na carga tributária.

Para saber mais a respeito do assunto acompanhe-nos ao longo desta leitura!

O que significam os benefícios tributários da energia solar?

“Quem tem energia solar paga algum imposto?”

Uma dúvida comum, mas com simples resposta: paga, mas pode ter algumas condições interessantes proporcionadas nesse sentido para os geradores de energia solar.

E existem três grandes oportunidades para quem já investe em energia solar no que diz respeito aos benefícios fiscais (alguns com vínculo federal e, outros, com base em cada estado e/ou município).

Quais são os  benefícios tributários da energia solar para consumidores?

Quais seriam, então, esses benefícios tributários da energia solar? Abaixo, vamos falar sobre cada um deles!

Isenção do PIS/Cofins

Aprovada em 2015, a Lei Nº 13.169 relata, em seu Artigo 8º,o seguinte:

“Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS incidentes sobre a energia elétrica ativa fornecida pela distribuidora à unidade consumidora, na quantidade correspondente à soma da energia elétrica ativa injetada na rede de distribuição pela mesma unidade consumidora com os créditos de energia ativa originados na própria unidade consumidora no mesmo mês, em meses anteriores ou em outra unidade consumidora do mesmo titular, nos termos do Sistema de Compensação de Energia Elétrica para microgeração e minigeração distribuída, conforme regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL”.

Portanto, todo o excedente de energia gerado pelo sistema fotovoltaico é convertido em créditos de energia solar isentos desses impostos. 

benefícios tributários da energia solar para consumidores

Isenção de ICMS

A Resolução Normativa nº 482 atesta o seguinte:

A isenção do ICMS ocorre também de modo similar ao que vimos sobre o imposto anterior: o benefício tributário de energia solar apenas acontece sobre a energia produzida e posteriormente convertida em crédito (o que não inclui a energia consumida).

Atualmente, todos os estados do país e o Distrito Federal aderiram ao convênio.

Isenção do IPTU Verde

Outro dos benefícios tributários de energia solar tem a ver com um desconto aplicado ao IPTU — o Imposto Predial e Territorial Urbano.

Você talvez conheça-o como IPTU Verde (ou mesmo IPTU Amarelo), mas o benefício fiscal tem o mesmo objetivo: incentivar o uso de soluções sustentáveis nas residências do país.

Mas vale observar que os valores aplicados nesse benefício fiscal variam conforme a definição de cada município. Isso inclui não apenas os incentivos, mas o percentual de desconto oferecido também.

Saiba mais: Tarifa horo sazonal: o que é e como funcionam em sua conta

Como funciona a isenção fiscal para consumidores de energia solar?

Além dos benefícios tributários de energia solar que mencionamos acima, você pode ficar por dentro de um assunto complementar: a relação do seu sistema fotovoltaico e das placas solares com o Imposto de Renda.

Afinal de contas, é necessário declarar o investimento em energia solar no IR?

Em 2022, ao menos, essa exigência está limitada aos proprietários cujos imóveis possuam um valor superior a R$ 300 mil. Eles, sim, devem declarar o investimento no IR.

Paralelamente, observe que o sistema fotovoltaico pode ser cadastrado porque, posteriormente, esse mesmo investimento se traduz em ganho de capital que vai gerar uma dedução no imposto.

Um exemplo: um imóvel foi adquirido por R$ 200 mil e, posteriormente, revendido a R$ 300 mil. Nesses casos, o vai incidir apenas sobre a diferença apurada. E isso também vale para qualquer reforma ou ampliação realizada na propriedade.

Pois são aplicações que diretamente geram ganho de capital e vai influenciar no valor do imóvel.

E no caso de um bem imobiliário com valor abaixo de R$ 300 mil, a recomendação é a seguinte: se o rendimento do indivíduo for superior a R$ 28.559,70 — tendo que prestar constar ao IR —, é importante incluir o investimento em energia solar na declaração.

O motivo, contudo, é o mesmo justificado para imóveis acima de R$ 300 mil: trata-se de um custo de aquisição que implica ganho no capital em eventuais vendas.

Declaração de energia solar no Imposto de Renda

Vamos ver, então, como você deve declarar o investimento em energia solar no Imposto de Renda? Ao preencher o documento, inclua o sistema fotovoltaico na aba de Bens e Direitos da sua declaração.

Declaração de energia solar no Imposto de Renda

Atenção, apenas, para o seguinte fato: você deve declarar apenas o valor pago naquele ano do exercício fiscal. Isso, é claro, se você realizou um financiamento para adquirir o sistema.

Quais são os outros benefícios do uso da energia solar?

Já que estamos falando de benefícios tributários da energia solar, por que não estender o assunto e reforçar alguns dos principais deles em geral também?

Assim, fica mais claro compreender o quanto uma fonte de energia renovável como essa pode agregar fatores positivos em múltiplas maneiras na sua vida. Confira, a seguir, alguns dos principais benefícios da energia solar:

  • redução na conta de luz é, talvez, o mais propagado dos benefícios. Afinal, toda a energia gerada vai ser usada para abater a quantidade de energia elétrica consumida no período — e toda essa economia vai gerar o payback do seu investimento gradativamente;
  • solução sustentável, uma vez que você vai gerar uma energia limpa e renovável, e sem impactos prejudiciais ao meio ambiente;
  • seu imóvel é valorizado, como vimos, por meio do investimento em energia solar, aumentando possivelmente seus ganhos em uma futura venda;
  • sistemas fotovoltaicos demandam baixa periodicidade de manutenção. Além disso, são extremamente duráveis — podendo chegar a até 25 anos ou mais de uso.

Soluções Maya Energy

A Maya Energy tem se consolidado no mercado como uma grande referência em energia solar. Isso, tanto para soluções residenciais quanto empresariais, não importando o ramo de atuação ou o porte do empreendimento.

Além disso, trabalhamos com modalidades de usina solar ou de fazenda solar. Tudo conforme os seus objetivos e necessidades. 

E se você quiser saber mais a respeito de qualquer uma de nossas soluções e entender melhor os benefícios tributários da energia solar, fale conosco

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Cota de energia solar: saiba o que é, como comprar e vender estes lotes

A popularização das usinas e fazendas solares permitiu que pessoas empreendessem e encontrassem novas formas de trabalhar com energia solar. Mas acima de tudo, trouxe facilidade de acesso para quem tem o desejo de investir em fontes de energia renovável, mas ainda não dispõe de todos os meios para isso.

Nessas horas, a cota de energia solar surge como grande alternativa para o mercado em geral. E caso você ainda não saiba como funciona, siga com a leitura dos tópicos abaixo, pois vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

O que são cotas de energia solar?

Para explicar, vamos entender da seguinte maneira: quem produz energia solar em abundância — por meio de uma fazenda solar, por exemplo — pode oferecer “lotes” a consumidores interessados em adquirir créditos solares.

E o que seriam os créditos solares? São a energia solar convertida em energia elétrica, e que pode ser abatida da conta de luz do consumidor de acordo com o seu consumo.

Ou seja: se você sabe qual é o seu consumo médio, você pode contratar uma cota de energia solar suficiente para abater do valor mensal de sua conta de luz.

É uma alternativa fundamental para quem pretende investir em energia solar, mas ainda não dispõe de espaço ou mesmo os recursos necessários para implementar um projeto de sistema fotovoltaico na sua residência ou empresa. O que pode significar: menos burocracia, mais agilidade e o usufruto dos benefícios da energia solar, apenas.

Como funcionam as cotas de energia solar?

Basicamente, a fazenda solar produz uma quantidade massiva de energia por meio dos seus painéis solares. A partir disso, o excedente da fazenda é transformado em crédito solar e, como adiantamos no tópico anterior, por meio da geração compartilhada os gestores da fazenda solar conseguem comercializar os créditos para que consumidores usem em suas respectivas contas de luz.

Nesse caso, como mencionamos, você não precisa lidar com longos e burocráticos processos de planejamento e execução de um sistema fotovoltaico: basta avaliar a quantidade de lotes que são capazes de suprir o seu consumo médio de energia elétrica, e contratá-la para reduzir grandemente os custos com energia elétrica mensalmente.

Como vender cotas de energia solar?

Hoje em dia, a possibilidade é executável por meio de algumas alternativas. Confira, a seguir, quais são:

  • leilões regulamentados pela ANEEL;
  • mercado de contratação livre, a partir da construção de uma usina solar.
Como vender cotas de energia solar?

Outra possibilidade de comercialização funciona por meio da geração de energia solar residencial, por exemplo, e da qual o proprietário vai receber os créditos solares assim que o seu sistema fotovoltaico gerar a energia solar e encaminhá-la para a rede distribuidora de energia elétrica.

Como comprar cota de energia solar?

O meio mais prático para isso é por meio do contato direto com empresas especializadas no planejamento e na execução de projetos de energia solar — como uma fazenda solar.

A partir disso, um estudo das suas necessidades e de alinhamento com o seu orçamento deve ser realizado. É a partir disso que você entende quando o lote de cota de energia solar vai custar, e o quanto cada cota vai proporcionar de economia na conta de luz.

Em seguida, basta assinar o contrato e finalizar o processo de “aluguel” da cota de energia solar conforme o acordo com a empresa. Assim, você usufrui rapidamente desses benefícios.

É possível fazer aluguel de energia solar?

A alternativa é similar ao que mencionamos até aqui. A cota de energia solar pode ser obtida por meio da negociação com empresas que cuidem da gestão de fazendas solares.

Com isso, o levantamento das suas necessidades e objetivos vai apontar a quantidade de cotas que a sua residência, empresa ou indústria precisa alugar para que a quantidade de energia solar gerada seja suficiente para abater, mensalmente, o valor gasto na conta de luz.

E a modalidade atua, direta e indiretamente, com a comercialização de energia solar e da sua conversão em energia elétrica após passar pela concessionária de energia da sua região.

É possível fazer aluguel de energia solar?

Energia solar por assinatura: como funciona?

A assinatura de energia solar tem tudo a ver com o que discutimos ao longo deste artigo: é a possibilidade de contratar um lote de uma fazenda solar que produza a quantidade de energia necessária para suprir os seus atuais gastos com energia elétrica.

Assim, obtém-se um desconto significativo nessa despesa mensal e você ainda consegue ingressar de vez no uso de uma fonte de energia limpa, renovável e infinita — e seu consequentes benefícios.

Quer saber como dar um passo certeiro rumo ao investimento em energia solar? Clique aqui e conheça as condições incríveis da Maya Energy para que você invista em sua própria fazenda solar!

Conclusão

Ao longo deste post, falamos a respeito da cota de energia solar, uma modalidade interessante para quem deseja obter os benefícios da energia solar, mas por algum motivo não consegue instalar o próprio sistema, tornando-se o seu gerador de energia.

Mas com a aquisição de cotas disponíveis em fazendas solares, o consumidor consegue acesso aos benefícios da energia solar, minimizando os custos com energia elétrica porque cada cota é capaz de equivaler com o consumo atual de energia e, assim, tornar essa despesa mais barata e menos impactante no orçamento mensal.

Esperamos que as dicas tenham te ajudado a imaginar e dar o primeiro passo para viabilizar o seu acesso à cota de energia solar!

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Sistemas on-grid, off-grid e híbridos: entenda as diferenças

O Brasil segue em acelerada expansão no uso e na geração de energia por meio do sistema fotovoltaico — foi o quarto no mercado global em 2021. Mas tal popularidade levanta dúvidas interessantes para que o consumidor entenda melhor a solução.

Por exemplo: você sabe qual é a diferença entre o sistema on grid e off grid?

Saber a resposta e as características de cada um deles permite que você alinhe a melhor solução de acordo com as suas necessidades e objetivos. E, por isso, preparamos este post com tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

Confira os tópicos abaixo e aprenda conosco tudo a respeito do sistema fotovoltaico on grid e off grid!

Sistemas de energia solar on-grid (conectados à rede)

Vamos começar explicando o que é o sistema on grid — ou conectado à rede.

Trata-se de uma solução na qual o imóvel onde o sistema fotovoltaico e as placas solares foram instaladas seguem conectadas à rede de distribuição de energia elétrica. 

Com isso, toda a energia captada pelos painéis solares é convertida em eletricidade e usada, posteriormente, para abater a conta de luz do próprio imóvel.

Em seguida, esse excedente é devolvido à concessionária, que então gera os créditos solares para o consumidor usar nos meses seguintes.

Inclusive, esses créditos podem ser usados em outra modalidade para quem trabalha com energia solar, aumentando sua economia: o autoconsumo remoto.

Por meio desse recurso, o crédito não usado no local onde estão instalados os painéis fotovoltaicos pode ser alocado em outro imóvel. Desde que, para isso, a unidade esteja sob a mesma titularidade e sob a mesma rede concessionária de energia elétrica.

Portanto, quando falamos em sistema on grid e off grid, vale destacar a praticidade e alta possibilidade de economia proporcionadas pelo primeiro modelo

Funcionamento e características

Vamos entender melhor como funciona o sistema on grid solar. Por estar sempre conectada à rede de distribuição de energia, a solução conta — além dos painéis — com equipamentos que convertem a energia solar em eletricidade.

Por conta disso, não é necessária a aquisição de baterias solares, por exemplo. Isso ajuda a baratear a instalação do sistema. E também é o que mais favorece a redução nos custos com energia elétrica mensalmente.

Prós e contras de sistemas on-grid

Com base no que apontamos até aqui, o sistema on grid apresenta algumas características bem positivas para quem vem pensando em investir em energias renováveis.

Abaixo, vamos apontar os grandes benefícios desse tipo de solução:

  • os painéis solares ajudam a converter energia solar em energia elétrica. Gradualmente, isso se traduz em descontos significativos no valor da conta de luz;
  • o custo de instalação do sistema on grid também tende a ser mais barato do que o sistema off grid.Pois, como destacamos, ele não necessita de baterias solares para funcionar;
  • muitas vezes, o sistema on grid pode ser usado como uma bateria virtual com grande carga de eficiência e sem a necessidade de manutenção.

Por outro lado, alguns pontos de atenção devem ser observados no sistema on grid e off grid. Sobre o primeiro citado, contudo, vale a pena ficar de olho no fato de que esse modelo de sistema fotovoltaico não possui um backup de energia.

O que é uma desvantagem durante eventuais quedas de energia elétrica — especialmente, quando isso ocorre durante o dia. E um dos motivos para isso ser um grande problema é que a transmissão com a rede concessionária é interrompida, nesses momentos, para assegurar a proteção dos funcionários designados para resolver o problema de queda de energia.

Componentes do sistema

Quando falamos no on grid solar e seus respectivos componentes, podemos citar os principais:  

  • módulos FV;
  • inversor solar;
  • string box e outros dispositivos de proteção;;
  • cabeamento;
  • medidor bidirecional.
Sistemas de energia solar on-grid (conectados à rede)

Sistemas de energia solar off-grid (fora da rede)

Estamos falando de sistema on grid e off-grid, e no caso do segundo temos uma situação diferente da mencionada no tópico anterior.

Afinal, o imóvel não necessita da concessionária de energia, podendo operar de forma autônoma. Nesses casos, a solução é mais indicada para casos específicos. Alguns exemplos:

  • áreas rurais;
  • regiões com baixa infraestrutura em rede elétrica.

Toda a energia absorvida e produzida, nesse modelo, é armazenada nas baterias solares. E, assim, o imóvel é abastecido sempre que necessário (quando não há sol ou à noite, entre outras situações).

Nesse ponto, vale ainda mencionar que a quantidade de baterias condiz com o perfil de consumo do usuário. Quanto mais ele necessitar, mais baterias serão necessárias.

Funcionamento e características

Como vimos, o sistema off-grid se destaca por não estar conectado à distribuidora de energia elétrica. Dessa maneira, atua e opera de forma autônoma, gerando, convertendo e consumindo a própria energia do seu sistema fotovoltaico, sem intermediários.

Prós e contras de sistemas off-grid

Podemos destacar, entre as vantagens do sistema off-grid, que é uma solução versátil para áreas onde ainda não existe energia elétrica plenamente estabelecida.

Além disso, embora seu custo costume ser mais elevado do que o sistema on grid, o modelo off-grid ainda é mais acessível do que a construção de infraestrutura convencional de energia elétrica.

Também como destaque dá para mencionar o quanto as pessoas se tornam autossuficientes com o sistema off-grid. Você passa a gerar toda energia consumida, dependendo das situações na qual a instalação se deu.

Contudo, entre o sistema on grid e o off grid, algumas características não tão positivas podem ser observadas nesse modelo, exclusivamente. Por exemplo:

  • baterias só podem armazenar uma quantidade específica de energia — o que, às vezes, pode demandar a necessidade de contratação de um gerador para emergências;
  • se comparado com o sistema on grid, o off-grid tende a exigir um investimento maior;
  • o sistema off-grid não gera a possibilidade de desconto na conta de luz.

São fatores, portanto, que devem ser levados em consideração antes de decidir-se entre sistema on grid e off-grid.

Componentes do sistema

Um sistema off grid tipicamente é composto pelos seguintes componentes:

  • gerador;
  • módulos fotovoltaicos;
  • cabeamento;
  • dispositivos para agregar suporte estrutural ao sistema;
  • inversor;
  • controlador de carga;
  • bateria.
Sistemas de energia solar on-grid valores

Sistemas de energia solar híbridos

Por fim, podemos falar a respeito dos sistemas de energia solar híbridos. São modelos que visam agregar o melhor do sistema on grid e off-grid em uma só solução.

Ou seja: back-up de energia, quando necessário, e a mais que bem-vinda redução nas despesas com energia elétrica.

Funcionamento e características

O modelo híbrido funciona de ambas as maneiras, mas de modo alternado: conta, portanto, com inversores grid-tied e também os inversores autônomos do sistema off-grid. 

Com isso, o funcionamento é modificado diante de uma necessidade — no caso de cortes de energia, por exemplo. 

Prós e contras de sistemas híbridos

De fato, os benefícios são evidentes: você tem autonomia, segurança e economia gradualmente obtida por meio dos descontos na conta de luz.

Entretanto, o sistema híbrido carrega alguns desafios. O primeiro tem a ver com o custo para a sua aquisição e instalação. Paralelamente, existe a necessidade de adaptar o imóvel para definir quais equipamentos elétricos vão estar constantemente abastecidos de energia — mesmo em casos de apagão.

Componentes do sistema

No geral, o sistema é composto pelos seguintes itens:

Os componentes são:

  • inversores (tanto o interativo quanto o autônomo);
  • baterias;
  • retificadores;
  • controladores de carga.

Um pouco de cada modelo dos sistemas on grid e off-grid, portanto.

Sistemas de energia solar híbridos

E qual escolher? Comparativo e pontos para considerar

Você, agora, já entendeu melhor o que é o sistema on grid e off-grid. Ambos têm as suas particularidades e podem ser usados em diferentes situações.

Ou mesmo de modo alternado, no caso do sistema híbrido. 

Portanto, é necessário apenas identificar quais são as suas necessidades e as circunstâncias em torno da instalação do sistema fotovoltaico.

Faça esse alinhamento de expectativas, objetivos e particularidades — preferencialmente, com o auxílio de empresas especializadas no assunto — para encontrar a melhor solução para a sua empresa ou residência.

Conclusão

Ao longo deste post, nós explicarmos o que é o sistema on grid e off-grid. Sendo o primeiro mais popular em zonas urbanas porque conecta-se diretamente à rede de energia elétrica e é uma solução mais acessível que agiliza, inclusive, o payback de energia solar.

Além, é claro, de garantir economia mensal na conta de luz por meio dos créditos solares.

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