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Irradiação solar: o que é, como captar e produzir energia

Quando as pessoas começam a identificar uma solução em um sistema fotovoltaico, geralmente se perguntam: o que é irradiação solar e como a luz do sol é convertida em eletricidade?

Nós adoramos compartilhar conhecimento, por isso preparamos um post especial sobre o assunto. Você pode conferir os tópicos abaixo e saber mais sobre o que é irradiação solar e como ela afeta diretamente a geração de energia, que está se tornando cada vez mais popular no país.

Boa leitura!

O que é a irradiação solar?

A irradiação solar mede a propagação de energia em um período de tempo. Em outras palavras, ela calcula a quantidade de radiação solar recebida nesse período - uma medida que é calculada em Wh/m2.

Como você pode imaginar, garantir que o sistema fotovoltaico tenha as principais condições para transformar a energia solar em eletricidade é apenas o primeiro passo.

Os módulos fotovoltaicos e os painéis solares captam a radiação solar, enviam-na para a conversão e essa energia pode ser enviada para a transmissão de eletricidade para conversão.

Entender a relação entre a irradiação solar e a tecnologia fotovoltaica não é pouca coisa, mesmo com a popularidade crescente das soluções de energia solar, pois é um assunto cheio de detalhes técnicos e perguntas que ainda confundem muitas pessoas.

Irradiação solar, energia solar e a tecnologia envolvida: entenda como funciona

Os pesquisadores estudaram as células solares na primeira metade do século XIX, embora o uso da energia fotovoltaica remonte às últimas décadas do século passado.

O físico Antoine Cesar Becquerel descobriu a aparência fotovoltaica durante uma série de experimentos, mas foi necessário um século depois para que os pesquisadores observassem, projetassem e analisassem melhor essas mesmas células.

Em 1954, os cientistas desenvolveram o primeiro painel fotovoltaico, que se tornou um passo decisivo para que nossa sociedade começasse a absorver a energia solar - por meio da irradiação solar - e a utilizá-la em dispositivos eletrônicos.

Na época, esses painéis solares só conseguiram converter 6% de toda a radiação solar recebida em eletricidade, o que é incomparavelmente inferior às soluções atuais.

Qual a diferença entre radiação solar e irradiação solar?

Talvez, ao explicarmos o que é irradiação solar tenhamos deixado de lado a importante distinção desse conceito com a ideia de radiação solar. Vamos a ela:

  • radiação nada mais é do que a transmissão de energia através do espaço;
  • irradiação solar é o resultado da exposição à radiação.

Portanto, a radiação se propaga ou conduz o calor em uma determinada velocidade. Por exemplo, um raio de sol, quando disparado em qualquer direção, é radiação solar.

Nós, seres humanos, estamos expostos à radiação solar, mas a irradiação é apenas o tempo de exposição à própria radiação.

Irradiação solar por cidade

Como captar energia solar em dias nublados ou chuvosos?

Explorar entender o conceito acima nos ajuda a entender melhor como funciona a irradiação solar e como ela converte a energia solar em energia elétrica.

E isso funciona mesmo em dias nublados ou chuvosos, sabia?

Aqueles que ainda não compreendem totalmente o potencial da energia fotovoltaica geralmente confundem isso. Portanto, vale a pena desmistificar o assunto: os sistemas de energia solar funcionam mesmo quando o dia não está ensolarado.

É só considerar, por exemplo, que o uso da irradiação solar para gerar energia elétrica ocorre mesmo em países em que as condições climáticas não são, exatamente, favoráveis aos dias de sol — como muitas regiões do continente europeu. É o caso da Alemanha, que lidera o uso de energia solar, globalmente, e o nível de irradiação solar é significativamente menor do que no Brasil.

Vale destacar, contudo, que a absorção e a geração de energia solar são mais eficientes nos dias de sol e com céu limpo, sem dúvidas, mas os dias nublados e chuvosos não inviabilizam a captação de energia solar de jeito algum.

Tecnologia solar: como funciona?

Falta irmos além na questão de como funciona a energia solar, certo? Afinal, já deu para entender bem o impacto da irradiação solar na geração de energia, mas é fundamental aprender o básico dessa relação com o equipamento fotovoltaico que é capaz, posteriormente, de abastecer residências, comércios, indústrias e condomínios inteiros com a geração de energia elétrica por meio da energia solar.

E tudo tem início com a instalação adequada dos painéis solares de maneira otimizada para receber o máximo possível de irradiação solar ao longo dos dias. A incidência solar tem tudo a ver com a quantidade de energia gerada.

Em seguida, os filamentos condutores dos painéis fotovoltaicos capturam os raios solares  e encaminham-nos para o inversor solar. Ele é o grande responsável por transformar a energia do módulo fotovoltaico — isso acontece porque ela é uma corrente contínua (CC) e precisa ser convertida em corrente alternada (CA).

A partir daí, a energia é encaminhada à concessionária de energia, que transforma os créditos solares e, em seguida, usa-os para abater o valor da conta de luz dessa propriedade que tem o equipamento fotovoltaico instalado.

Não se preocupe, inclusive, se você gerou mais energia do que a quantidade consumida ao longo do mês. Todo o excedente gerado é mantido em um novo relógio de luz (que substitui o anterior) que mede tanto a entrada quanto a saída de energia. Assim, o excesso volta à distribuidora e pode ser usado em um período de até 60 meses.

E por que isso é importante? Porque nos dias nublados ou chuvosos, quando a geração de energia é menor, você talvez não tenha o suficiente para abater todo o consumo de energia elétrica. Mas esses créditos sobressalentes podem ser usados sempre que necessário.

Assim, a economia prometida pelo sistema fotovoltaico permanece de modo constante.

Painel fotovoltaico

Existem diferentes materiais para a confecção dos painéis fotovoltaicos. Cada um tem as suas particularidades e, claro, dimensões que afetam o orçamento do projeto, mas todos têm em comum a eficiência na absorção da irradiação solar para converter em energia elétrica.

Hoje em dia, os painéis têm uma eficiência que gira em torno de 20%, com vida útil estimada entre 25 e 30 anos — ou mais, com os devidos cuidados de manutenção e de preservação do equipamento.

E vale o comparativo: lembra-se que mencionamos a eficácia de 6%, apenas, de absorção do primeiro painel fotovoltaico? Veja só o quanto o mercado já evoluiu em menos de um século de aplicação no mercado de energia solar.

Energia fotovoltaica

Quando falamos em energia fotovoltaica, estamos nos referindo especificamente à energia obtida por meio da conversão da luz solar em eletricidade.

Para isso, portanto, é necessário dispor do planejamento e da tecnologia adequados para se enquadrar às necessidades e aos objetivos do seu projeto.

Fazenda solar

Você, ao começar a explorar o ramo de energia solar, pode se deparar com conceitos e soluções que vão além da geração de energia para consumo próprio.

É o caso da fazenda solar. E o que seria isso?

Resumidamente, trata-se de uma grande área usada para a instalação de dezenas e mais dezenas de placas fotovoltaicas que, posteriormente, encaminha a energia elétrica produzida para outras propriedades — que podem ser residências, comércios ou indústrias.

Irradiação solar no Brasil: por que investir nessa tecnologia?

Como mencionamos nos tópicos anteriores, o Brasil é um país privilegiado ao compararmos com tantos outros a respeito do nível de irradiação solar.

É na região nordeste, inclusive, que encontramos os maiores valores de irradiação solar (potencialmente, do mundo inteiro).

O que é irradiação do sol?

Portanto, é um país com ricas possibilidades de investimento em energia solar. E todo o território nacional já tem se mobilizado nesse sentido. Por exemplo: o mercado já mobilizou mais de R$ 80 bilhões em investimentos para o ramo. É um sinal expressivo de que a aplicação da energia solar já avançou — e ainda vai avançar — significativamente ao longo dos próximos anos. E é bom assumir a dianteira o quanto antes.

Fique por dentro de todas as soluções em energia solar com a Maya Energy!

Conclusão

A irradiação solar é o tempo de exposição solar e cuja intensidade e frequência afetam, diretamente, a quantidade de energia que pode ser gerada por meio dos painéis solares.

Portanto, qualquer projeto de instalação de equipamentos fotovoltaicos deve levar em conta esse fator - e muitos outros - para agregar eficiência, economia e todos os outros benefícios da energia solar!

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LCOE: o que é, principais vantagens e como utilizar?

Quem paga a conta de luz mensalmente já deve estar sem energia, até, de tanto ouvir falar cálculo do consumo mensal baseado em Watts. Mas o LCOE tem sido aplicado de maneira ainda mais efetiva, especialmente para quem pretende investir em um sistema fotovoltaico.

Mas o que é o LCOE, quais são as suas vantagens e como fazer uso desse tipo de métrica? Ao longo deste post, vamos responder a todas essas perguntas e muito mais.

Confira!

LCOE: o que é?

LCOE é uma sigla que, em inglês, significa Levelized Cost of Energy — ou, traduzindo: Custo Nivelado de Energia. O termo tem adquirido mais e mais popularidade entre aqueles que já estão de olho no mercado de energia solar fotovoltaica.

Tudo porque esse índice passou a ser considerado para fazer um efetivo comparativo entre a produção de energia das mais variadas fontes de geração energética, como:

  • hídrica;
  • térmica;
  • eólica;
  • solar.

Com isso, cria-se um meio eficiente de avaliar as melhores alternativas do mercado e, principalmente, em alinhamento com as suas necessidades e objetivos.

Principais vantagens do LCOE: entenda

Acontece que o LCOE vai um pouco além da simples questão comparativa. Pois a partir do direcionamento das melhores soluções para o seu lar ou para o seu empreendimento, você consegue extrair excelentes resultados disso, e a seguir vamos destacar alguns deles.

Maximização do retorno de investimentos

Ao identificar o produto que melhor atende ao perfil do seu imóvel e do consumo de energia, você consegue obter um retorno ainda melhor do seu investimento.

Especialmente, no caso da energia solar, considerando que o valor alocado na instalação e manutenção dos painéis solares se converte, mensalmente, em economia por meio dos créditos solares.

Dessa maneira, toda a economia que você passa a acumular, todos os meses na conta de luz, “quita” o investimento no sistema fotovoltaico — o que tende a chegar ao valor total em uma média de 3 anos, aproximadamente.

Redução de custos

A partir da ideia acima de que o sistema fotovoltaico “se paga” ao longo de algumas dezenas de meses, você começa a realmente perceber a redução de custos no dia a dia.

Isso é determinante para a rotina corporativa, por exemplo, uma vez que o gasto com energia elétrica costuma ser um grande vilão da boa gestão financeira e do orçamento.

Mas com o uso do LCOE, você entende qual pode ser o caminho mais eficiente para gerar a sua própria energia e, ainda, reduzir custos de maneira significativa.

Alinhamento com soluções sustentáveis de geração de energia

Independentemente da sua escolha por meio do LCOE, você pode estar se despedindo da relação de dependência com as concessionárias de energia elétrica. E mais: pode estar dando um largo passo na direção de um mundo, e futuro, mais sustentáveis.

Saiba mais: entenda tudo sobre a tarifa horo sazonal

Ainda mais quando falamos na própria geração de energia por meio de um sistema fotovoltaico ou, também, da energia eólica.

O cálculo do LCOE pode dizer qual é a melhor alternativa para as características do seu empreendimento, mas já vale ressaltar o impacto positivo para o meio ambiente e também na reputação da sua marca.

Geração de sua própria energia

Gerar a própria energia: esse era um luxo de pouquíssimos, até alguns anos atrás, mas que ganhou total espaço na sociedade, atualmente — prova disso é o crescimento exponencial do Mercado Livre de Energia, por exemplo.

E isso tende a ser um aumento gradual e definitivo. Quer um exemplo disso? No Brasil, atualmente, foi registrado um aumento de 64% no total de energia solar produzida, e isso levando em consideração apenas os anos de 2021 e 2022.

É um número expressivo e impressionante, e que o consumidor final só tem a se beneficiar por conta de métricas como o LCOE e também das atuais possibilidade de geração de energia.

Leia também: O que é o custo de disponibilidade energia? Saiba mais sobre!

Soluções de longo prazo e alta durabilidade

Vamos ainda usar como exemplo os painéis solares de um sistema fotovoltaico para isso. Em geral, a solução — quando bem cuidada — tem uma vida útil de mais de 25 anos. 

Coloque isso na ponta do lápis e você vai perceber que a sua economia na conta de luz vai gerar um valor agregado de décadas para o seu bolso, mas para a sua empresa, especialmente.

Como calcular o LCOE?

Se o LCOE está parecendo uma boa forma de compreender a relação entre custo e consumo para definir a melhor alternativa para a sua empresa, vamos entender, então, como calcular o LCOE?

Como calcular o LCOE?

Vamos entender o conceito por trás da fórmula, primeiro: o LCOE se baseia na divisão dos custos totais do projeto — e, nisso, incluímos o capital investido (Capex) e os custos operacionais (Opex) da energia gerada durante a operação de uma usina solar.

Nesse cálculo do LCOE é importante precisar, também, qualquer eventual custo residual como. Um exemplo: o custo do equipamento ao término do projeto.

Veja, abaixo, como funciona a fórmula do cálculo do LCOE:

LCOE = CT / EP

CT (ou custo total) inclui o incluindo Capex, o Opex e os custos residuais. Já o EP (energia total produzida) condiz com o resultado ao longo de toda a vida útil da usina.

O primeiro passo, portanto, consiste em somar o Capex e o Opex e, em seguida, subtrair o valor do custo residual. Depois, basta dividir pelo EP em questão e você vai ter o resultado em R$/kWh.

LCOE na energia solar: saiba como funciona

O LCOE na energia solar é, como vimos ao longo do artigo, um diferencial e tanto para compreender o quanto você pode obter de real economia (e valor agregado) em soluções alternativas de geração de energia.

Mas um ponto interessante levanta a atenção essencialmente quando já se tem em mente a solução desejada para o seu negócio ou para a sua residência. Por exemplo: se você já se decidiu pelo uso da energia solar, ainda faz sentido calcular o LCOE?

E a resposta é sim. Afinal de contas, o LCOE usa como base um método comparativo que pode ser aplicado:

  • em produtos;
  • em tecnologias;
  • em modelos de arquitetura;
  • em soluções.

Para grande parte do processo de decisão do sistema fotovoltaico, você pode contar com o uso do LCOE para definir a forma mais assertiva e econômica de instalação. Ainda mais porque uma série de fatores impacta o LCOE de um sistema fotovoltaico. É o caso, por exemplo, das condições climáticas e do próprio local, dos módulos fotovoltaicos utilizados, dos inversores ou mesmo das estruturas e das questões operacionais.

Saber como fazer o cálculo do LCOE — ou ter empresas parceiras que consigam oferecer isso para você e, assim, otimizar ainda mais o projeto e espantando riscos e imprevistos — pode tornar toda a implementação do seu sistema fotovoltaico ainda melhor.

Como funciona o LCOE: conheça

Como vimos ao longo do texto, o LCOE é uma sigla para Levelized Cost of Energy — Custo Nivelado de Energia. E a sua utilização é bastante baseada em dados para que o processo decisório de tecnologias e produtos seja o mais preciso possível.

Como funciona o LCOE: conheça

Para facilitar a compreensão da sua aplicação, vamos ver por meio de um exemplo fictício. 

Digamos que, para um sistema de 75 kWp, você teve custos de investimento (R$ 270 mil) e de R$ 195 mil em manutenção ao longo de 25 anos. 

Além disso, ao longo desse mesmo período, o total gerado pelo sistema foi de 2,7 milhões de kWh.

Com isso, aplicamos a fórmula da LCOE, que fica assim:

LCOE = 270.000 + 195.000 / 2.700.000

Nesse total, o seu LOCE do sistema fotovoltaico em questão ficaria em 0,172 R$/kWh. Na prática, esse valor significa que cada kWh gerado pelo seu sistema custa R$ 0,172. Como comparativo: esse valor pode ser muito inferior do que o custo médio pago, atualmente, para as concessionárias de energia elétrica.

Quer descobrir, agora, o quanto essa mesma conta pode impactar positivamente a rotina do seu empreendimento? Clique aqui e conheça as soluções da Maya Energy para empresas!

Conclusão

O LCOE é uma métrica que tem tudo a ver com a precisão do seu investimento em soluções de energia alternativa, como o sistema fotovoltaico.

E, por meio do seu cálculo, você entende qual é o custo médio da energia gerada. E pode se surpreender em descobrir que, no geral, esse total pode ser até 5 vezes menor do que os custos que o consumidor possui, atualmente, para usar a energia elétrica das concessionárias.

Assim, esperamos que este conteúdo tenha te ajudado a considerar o investimento assertivo em soluções como a energia solar. E conte conosco para auxiliar em todas as etapas dessa jornada!

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IREC: o que é, benefícios e como garantir esse certificado

Investir em energia renovável se tornou uma missão importante para lares, empresas e indústrias que visam um mundo mais sustentável. E, atualmente, por meio do IREC isso se tornou ainda mais fácil e eficiente.

E se você não sabe o que é o IREC ou para que serve esse certificado de energia limpa, nós podemos ajudar com este artigo! Para entender melhor como funciona e os motivos para considerar o IREC em sua rotina, acompanhe os tópicos abaixo e saiba tudo a respeito!

O que é o I-REC: certificado de energia limpa?

O que é o I-REC: certificado de energia limpa?

Basicamente, o IREC — sigla para International REC Standard —, as pessoas podem contara com um sistema global de rastreamento para comprovar que a energia que eles fazem questão de usar seja, de fato, renovável.

Isso porque, muitas empresas ou mesmo residências que não investem em geração de energia renovável podem optar pela compra do recurso por meio do mercado livre de energia. Só que algumas das organizações que comercializam energia ainda fazem uso do grid do Sistema Interligado Nacional (SIN).

E o que isso significa? Que mesmo gerando sua própria energia, tais organizações estão ligadas a uma solução responsável pela emissão de gases de efeito estufa (GEE).

E o IREC aponta, exatamente, a rastreabilidade daquilo que você adquire, certificando-se de que seja uma energia limpa, inteiramente.

Vale adiantar que existem os Certificados de Energia Renovável (RECs, em inglês) que são mensurados de acordo com a energia consumida. Assim sendo: 1 REC representa uma unidade de energia — 1 Megawatt hora, ou o equivalente a 1.000 kilowatts hora de energia.

Quais são as vantagens de possuir um certificado de energia renovável?

A principal delas é a preocupação com um futuro em curto prazo mais sustentável. Por meio de fontes de energia renováveis, empresas podem atestar que estão em alinhamento com as melhores práticas do mercado e ativamente em busca da redução de impactos nocivos à  atmosfera e ao nosso planeta em geral.

Só que vale, ainda, mencionar outros benefícios em contar com um certificado de energia renovável, como:

  • comprovação da origem da eletricidade que você consome;
  • contar com certificados usados por grandes empresas do mercado, como a Microsoft;
  • impactante investimento em sustentabilidade;
  • favorece o cumprimento de metas de sustentabilidade das empresas;
  • pode ser uma fonte de renda adicional para quem emite o certificado.

Saiba mais: entenda o que é a tarifa horo sazonal

Como obter a certificação?

Como obter a certificação irec

O IREC pode ser obtido de acordo com o padrão de RECs já aplicado em outros países: o Programa Certificação de Energia Renovável. Sua plataforma internacional, o I-REC,inclusive, é usado no Brasil desde o ano de 2017.

E a obtenção da certificação IREC passa por um ciclo de avaliações e de auditoria documental que vão analisar 5 aspectos-chave a respeito da sua produção de energia:

  • se a sua fonte de energia é renovável;
  • se a energia em questão está legal e devidamente instalada;
  • se a fonte de energia está conectada ao Grid de sistema;
  • se não existe contagem dupla;
  • se constam uma ou mais características de sustentabilidade.

A certificação já pode ser alcançada se os quatro primeiros critérios estiverem de acordo com o padrão I-REC, sendo posteriormente registrada na própria plataforma.

Mas é apenas quem alcança os cinco aspectos que recebem um selo de sustentabilidade: o REC Brasil. E existe, também, a certificação internacional: a GoldPower, que é também restrita aos empreendimentos que cumprem todos os critérios e outros mais adicionais.

Quem pode comprar IREC?

A compra de IREC pode acontecer por qualquer empresa interessada. Isso, como vimos, faz parte elementar do Mercado Livre de Energia e está cada vez mais difundido no mercado para tornar o acesso à energia mais democrático, livre de escolha e acessível.

Qual a importância dos RECs no mercado?

Mercadologicamente, o IREC tem expandido sua atuação no mercado — assim como as fontes de energia renováveis, como é o caso do sistema fotovoltaico.

Para você ter uma ideia: em 2016, já existiam mais de 100 mil RECs espalhados pelo país. E esse número cresceu exponencialmente ao longo dos anos, demonstrando que a atenção dada ao tema de sustentabilidade alcançou níveis realmente impressionantes.

Mas é interessante observar, ainda, que essa popularização torna todo o mercado mais acessível. Quanto mais demanda, mais soluções despontam e também cria-se mais competição por preços atrativos e cujos serviços são valorizados por certificações como a IREC, que atesta a rastreabilidade de sua energia consumida.

Como funcionam os Certificados de Energia Renovável (REC's) no Brasil?

No país, a plataforma utilizada e o padrão seguido é o da I-REC. Como mostramos anteriormente, essa emissão está em total alinhamento com o rigor apresentado e repercutido também pelo resto do mundo.

E esse é um dos grandes diferenciais desse mercado, atualmente, no país: o crescimento da demanda em alinhamento com soluções de ponta e cada vez mais acessíveis.

A energia solar é uma delas, sem dúvidas, mas é um adendo interessante o impacto que o Mercado Livre de Energia pode trazer a todo o setor. 

E você pode fazer parte dessa transformação desde já, sabia? Investir em sustentabilidade é uma decisão fácil e rápida de ser implementada, e podemos provar para você. Basta clicar aqui para conhecer todas as soluções para empresas da Maya Energy!

Conclusão

O IREC é uma certificação internacional capaz de comprovar a rastreabilidade da energia renovável que você utiliza. E isso serve para garantir que você está, de fato, de olho nas soluções que consome e se são, de fato, tão sustentáveis assim.

Portanto, esperamos que este post tenha te ajudado a tomar decisões mais assertivas quanto aos seus futuros investimentos em energia renovável. E conte conosco para participar ativamente e junto com você dessa transformação!

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Como funciona a homologação de energia solar? Saiba tudo sobre!

A homologação de energia solar de um imóvel é realizada junto à concessionária de energia elétrica e é uma tarefa obrigatória para verificar (e atestar) as especificações do sistema instalado na sua residência.

E é claro que surgem dúvidas sobre o assunto. Por exemplo: quem pode homologar energia solar ou quanto tempo demora a homologação para instalação da energia solar?

São questões naturais — afinal, a energia solar ainda está em crescimento no país. Mas são igualmente simples de responder, e você pode ficar por dentro de tudo sobre o assunto, basta seguir com a leitura deste post!

O que é a homologação de energia solar?

A homologação de sistemas fotovoltaicos é um procedimento realizado pela sua distribuidora de energia e que tem a ver com a fiscalização do seu sistema solar instalado.

Com isso, são verificadas todas as especificações e normas de segurança que constam nas resoluções sobre o assunto no país — como é o caso da Resolução Normativa nº 687/2015  da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Mas a homologação de energia solar é um procedimento burocrático, mas simples de resolver. Mas já vale adiantar: você não pode fazer tudo por conta própria.

Quem pode homologar energia solar?

O primeiro passo para homologar sua produção de energia solar acontece em um acordo com a empresa de instalação do sistema de energia solar.

Isso porque, a instalação desse tipo de solução no país só pode ser feita por pessoas qualificadas. E é a partir dessas informações que as especificações são apresentadas e seguidas à risca durante a implementação do projeto.

Em seguida, você já pode entrar em contato com a sua concessionária de energia. Para tanto, já recomendamos que você tenha em mãos os seguintes documentos:

  • Certificado de conformidade dos inversores usados ou o número de registro da concessão do Inmetro;
  • lista de consumidores que vão participar do sistema de compensação de créditos de energia solar;
  • Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), que deve ser emitida pelo responsável técnico pelo projeto;
  • formulários preenchidos para micro e minigeração distribuída.

Os formulários em questão devem ser protocolados na distribuidora, assim como a documentação anteriormente mencionada.

Dessa maneira, você já deu um passo importante para aproveitar ao máximo os benefícios da energia solar na sua residência.

Leia também: IREC: o que é, benefícios e como garantir esse certificado

Qual a importância da homologação de energia solar?

A homologação do sistema de energia solar tem grande valor agregado.

Primeiramente, porque são etapas que promovem a segurança dos técnicos ao instalar o sistema fotovoltaico na sua residência — e, posteriormente, zelando pela integridade dos consumidores do imóvel.

Além disso, o procedimento visa garantir o funcionamento ao longo do extenso ciclo de vida útil dos painéis solares — que podem chegar a até 30 anos, aproximadamente. Com a regulação desse tipo de produto, você garante, então:

  • eficiência;
  • segurança;
  • alinhamento às normas.

É por meio da homologação, inclusive, que você consegue converter o excedente de energia produzida em créditos solares.

Veja também: como ganhar dinheiro com energia solar

O que diz a lei quanto a homologação dos sistemas fotovoltaicos?

A lei está presente de diferentes maneira no assunto de homologação de energia solar. É o caso da Resolução Normativa nº 678/2015, que foi aplicada para a revisão da Resolução Normativa nº 482/2012

Com ela, passou a vigorar a possibilidade de usar qualquer fonte renovável desde que enquadrada na denomina microgeração distribuída (aquela cuja potência não ultrapasse 75 quilowatts).

Além disso, podemos citar que a própria RN nº 482/2012 trouxe mudanças de peso para o setor de energia solar, junto com a Lei nº 14.300/2022 — também conhecido como o Marco da Energia Solar.

Apenas vale observar que as mudanças previstas na lei (que entrou em vigor em janeiro de 2022) só valem para quem adquirir um sistema fotovoltaico após a legislação entrar em vigor. Quem já possuía o sistema fotovoltaico em sua residência ou empresa só vai se preocupar com as mudanças do marco a partir do ano de 2045.

O que acontece se não homologar um sistema fotovoltaico?

Quem possui um sistema instalado no modelo on grid deve saber que a homologação de energia solar é obrigatória. Afinal, é por meio do novo medidor (bidirecional) que se faz o novo registro de energia e que, posteriormente, vai conceder os créditos de energia solar com base no consumo mensal.

Sem isso, o atual medidor não tem a mesma capacidade do modelo bidirecional e, consequentemente, o consumidor corre sério risco de produzir energia gratuitamente para a distribuidora de energia elétrica da sua região.

E pior: a empresa não tem a obrigação de devolver o excedente porque a homologação de energia solar é obrigatória para a modalidade on grid. E, assim, ainda tem o perigo de receber uma intimação por violação do seu medidor.

O que acontece se não homologar um sistema fotovoltaico?

Ou seja: muita dor de cabeça sendo que a homologação é um processo relativamente simples, acessível e cheio de benefícios para você.

Como funciona a homologação de energia solar? Saiba todos os passos do processo!

quanto custa a homologação de energia solar

1. Solicitação de conexão

A solicitação de conexão começa com um passo que já mencionamos anteriormente, ao destacar quem pode homologar a energia solar.

É aqui, então, que você entra em contato com a concessionária de energia e reúne para enviar, em seguida, toda a documentação solicitada para abrir o processo.

2. Análise do projeto pela concessionária

A concessionária solicita, como padrão, um prazo máximo de 15 dias para avaliar todo o projeto técnico do imóvel. Só assim, a autorização é concedida para que a instalação do sistema fotovoltaico tenha início.

3. Instalação do sistema de energia solar

Seguindo à risca o planejamento previamente estabelecido com os profissionais qualificados para o trabalho, a instalação do sistema de energia solar se inicia.

Vale lembrar que esse processo não demora um prazo específico para a conclusão — cada projeto tem as suas características e essas questões são apresentadas durante o próprio planejamento do trabalho.

4. Solicitação de vistoria técnica

Nesta etapa, a solicitação de vistoria técnica é realizada para que sejam identificados todos os pontos de instalação e, consequentemente, assegurado que todos estão em alinhamento com as exigências das normas regulativas.

Bom destacar que o pedido de vistoria também é passível de um prazo para o agendamento e a visita da empresa instaladora.

5. Realização da vistoria

No geral, a vistoria ocorre em até 7 dias úteis, aproximadamente, após concluída a instalação do sistema de energia solar.

Podem existir, aqui, algumas necessidades de ajustes pontuais e averiguações que demandem novas etapas de execuções. Mas apenas se existir algum fator de atenção durante toda a vistoria.

6. Concessão do relatório

Um relatório de pendências pode ser realizado pela distribuidora em um período de 5 dias, em média. Não havendo impeditivos — ou seja: se não existir objeção da distribuidora e existir um parecer de que está tudo sob controle, o aval pode ser concedido.

7. Homologação do uso do sistema de energia solar

Antes de concluir a homologação de energia solar na sua residência, contudo, é necessário concluir outra etapa: a substituição, por parte da concessionária, do seu medidor por um bidirecional.

Assim, é a partir daí que você dá início efetivo à geração de energia solar na sua residência.

Quanto tempo demora a homologação para instalação da energia solar?

Se tudo ocorrer dentro dos prazos estabelecidos e não existirem imprevistos ao longo da condução da instalação, a homologação de energia solar pode ocorrer em pouco mais de um mês — não chegando a 45 dias em boa parte dos casos.

quem pode homologar energia solar

Mas vale lembrar que cada caso é um caso e suas particularidades podem afetar nesse prazo acima estimado.

Quer dar um passo importante rumo à geração de energia renovável? Conheça nossa solução por meio da fazenda solar!

Quais documentos são necessários para a homologação?

Existe uma quantidade de documentos a ser considerada para a realização da homologação. São eles:

  • consumidores que farão uso desse modelo de compensação;
  • ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);
  • número de registro da concessão do Inmetro ou o número de conformidade do inversor;
  • formulários de solicitação de acesso para a microgeração distribuída e a minigeração distribuída;
  • formulário padrão para cada situação.

PRODIST

PRODIST — sigla para Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional — seguem um padrão definido por meio da Resolução Normativa Aneel nº 1000/2021, que vigora no país desde janeiro de 2022.

Eles se referem a uma série de atividades regulamentadas, por exemplo:

  • Planejamento da Expansão do Sistema de Distribuição;
  • Conexão ao Sistema de Distribuição de Energia Elétrica;
  • Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição;
  • Sistemas de Medição e Procedimentos de Leitura;
  • Ressarcimento de Danos Elétricos.

Entre outras informações.

Afinal, qual é o custo para homologar a energia solar?

Como destacamos acima, o custo é acessível, hoje em dia. As despesas tendem a somar apenas o trabalho do profissional qualificado para a realização do projeto, a ART e a sua emissão. Isso tudo pode acarretar em pouco mais de R$ 100 para um investimento de longo prazo e que vai garantir ao menos duas décadas de economia por meio da geração de energia por meio dos painéis fotovoltaicos.

Conclusão

Por fim, conhecendo o preço do sistema de energia solar, você pode fazer as contas e avaliar os benefícios dessa decisão.

Afinal de contas, o processo pode levar um tempo entre o planejamento e a homologação de energia solar para a sua consequente instalação. Mas em pouco tempo a economia proporcionada tende a oferecer um retorno significativo do seu investimento.

Portanto, esperamos que as dicas aqui tenham sido de grande ajuda para você. E conte conosco para tirar qualquer dúvida que ainda tenha sobre o assunto!

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Demanda energética: o que é e como garantir uma boa gestão?

A relação do consumo de energia elétrica, no país, é distinta para residências e empreendimentos comerciais de pequeno porte em comparação com as propriedades (industriais e outros locais robustos) que demandam um elevado consumo mensal desse tipo de recurso.

E um dos elementos em questão que difere, entre eles, é a demanda energética. Essa é uma forma de saber, antecipadamente, qual é o custo médio de consumo e, consequentemente, obter mais controle (de recursos e financeiro) e evitar custos extras.

Adiante, vamos explicar melhor como funciona a demanda energética brasileira. Confira!

O que é a demanda energética?

Demanda energética é aquilo que se espera de consumo, para determinado período, e que é medida em kW (quilowatt) ou em MW (megawatt). Com isso, é possível atender a todo tipo de carga de unidade no período de tempo desejado. 

Assim, vale destacar outro significado para a demanda energética e que é, justamente, sua aplicação para a outra ponta do fluxo: a capacidade do sistema para suportar a eventualidade de uma unidade consumidora atingir sua carga máxima. 

Leia também: Fator de demanda: o que é, importância e como calcular

O que é a demanda de energia contratada?

No país, a classificação de consumidores se define da seguinte maneira:

  • Grupo A, que são os consumidores de média e alta tensão (a indústria inclusa aqui);
  • Grupo B, que são os consumidores de baixa tensão, como residências e comércios. 

E porque existe a demanda de energia contratada: a ideia é fazer com que o volume de consumo das unidades consumidoras seja informado previamente, para que ocorra a contratação de energia para o período.

Com isso, a distribuidora se compromete a ter a demanda de potência necessária de acordo com as especificações da indústria e, assim, possa mantê-la operacional mesmo em sua capacidade máxima.

A distribuidora entende como se preparar para atender a toda a demanda de energia em sua área de serviço como resultado. E ambas as partes devem respeitar os limites da demanda contratada, pois se trata de um contrato.

Consumo e demanda de energia: entenda a diferença

Agora, vale a pena aprender a distinguir entre consumo de energia e demanda de energia. A unidade de consumo usa o primeiro, que pode ser medida em kWh (quilowatt-hora) ou MWh (megawatt-hora), conforme referência acima.

Consumo e demanda de energia: entenda a diferença

Enquanto isso, a necessidade de energia para abastecer essa unidade consumidora é uma demanda de energia. Ela também pode ser medida de duas maneiras: em kW ou MW.

Como definir a demanda contratada de energia?

A empresa deve garantir um mapeamento preciso do consumo de eletricidade para atender à sua demanda média, mesmo quando estiver operando com capacidade total.

Como calcular a demanda de energia de uma empresa?

E, após o tópico acima, você que está começando a analisar as possibilidades dentro da demanda energética de ter se perguntado: “mas como calcular a demanda de energia da minha empresa?’.

Saiba que, para isso, existe um padrão nacional para a realização do cálculo de demanda de energia elétrica: deve-se analisar a média de todas as potências registradas em intervalos de 15 minutos. Algo que leva em consideração a potência de todos os recursos elétricos ligados simultaneamente.

É por isso que os empreendimentos enquadrados no Grupo A costumam pagar não apenas pelo seu consumo mensal, mas de uma parte dessa parcela de demanda de energia contratada — mesmo se a unidade não tiver consumindo-a.

Como calcular a demanda de energia de uma empresa?

Diferentemente do que acontece com o Grupo B, que pagam somente por aquilo que consomem ao longo do mês.

Saiba mais: entenda como funciona a bandeira tarifária no Brasil

Como fazer uma melhor gestão da demanda de energia?

Para ter uma relação mais precisa e econômica com o consumo de energia elétrica da sua empresa, recomendamos uma análise qualitativa do seu perfil de consumo. E isso pode ser feito por meio dos registros de consumo acumulados no último ano, pelo menos. 

Também é importante analisar o momento do modelo tarifário e avaliar se sua empresa está com demanda alta ou abaixo da demanda de energia contratada. Esses dados permitem renegociar o contrato com um distribuidor.

Logo, você ainda pode optar pela migração para o Mercado Livre de Energia. As regras são mais flexíveis, aqui, e você encontra vantagens múltiplas especialmente porque a geração de energia provém de fontes alternativas, como a energia solar.

Por fim, se você tem interesse em saber mais a respeito do assunto e avaliar as soluções que têm tudo para se alinhar às suas necessidades, aí vai o convite para você conhecer os diferenciais da Maya Energy para empreendimentos de todos os portes e segmentos de atuação!

Conclusão

Sendo assim, conhecer o fundo das necessidades de consumo de eletricidade de sua empresa é uma forma de atender a demanda de energia. As empresas do Grupo A também precisam definir antecipadamente a contratação com base em seu consumo mensal.

Portanto, a empresa precisa manter essa média e o distribuidor deve atender à demanda mesmo quando a unidade estiver operando em sua capacidade máxima.

Portanto, entre em contato conosco se quiser saber mais sobre a demanda de energia e como você pode se beneficiar da energia fotovoltaica. Também destacamos a opção de utilizar o Mercado Livre de Energia e outras alternativas de energia renovável, como a energia solar.

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Fator de demanda: o que é, importância e como calcular

Todo empreendimento (residencial, comercial ou industrial) necessita de um bom planejamento de fator de demanda. Afinal, é por meio dele que se obtém a média de consumo para garantir que sua propriedade consegue suprir todas as necessidades de consumo de energia elétrica em determinado período.

Mas qual é a relevância disso e, principalmente, como se calcula o fator de demanda? Ao longo deste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Acompanhe, conosco!

O que é o fator de demanda?

O fator de demanda está presente na Resolução Normativa nº 414/2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Seu conceito se define como a razão entre o máximo de demanda de potência que é registrado em um intervalo específico de tempo em relação com a potência instalada nessa unidade consumidora de energia elétrica.

A ideia em geral da sua aplicação se deve ao dimensionamento de instalações elétricas em imóveis considerando não o uso de todos os equipamentos eletroeletrônicos simultaneamente, mas por meio de um cálculo que permite acomodar o projeto e o dimensionamento de comércios e também de empreendimentos industriais, entre outros..

Dessa maneira, o que acontece é que a potência instalada tende a ser maior do que a potência de alimentação aplicada na instalação, que acaba sendo a demanda máxima de potência aplicada especificamente no pico da curva de carga. 

E por que isso é feito, você pode se perguntar: com base em uma determinação precisa da potência de alimentação, a medição do fator de demanda oferece uma revisão segura e econômica de toda a instalação elétrica, resumindo-se em:

  • controle de custos, evitando despesas elevadas e desnecessárias;
  • melhor uso aplicável aos equipamentos, como é o caso de geradores, transformadores e os condutores, entre outros.

Outro ponto interessante a ser analisado sobre o assunto é que ainda deve-se considerar o potencial de aumento de carga. Com isso, você evita que a sua propriedade tenha que trocar constantemente (ampliada, por exemplo) em intervalos curtos de tempo.

Fator de potência e fator de demanda: entenda as diferenças

Com base no conceito do fator de demanda, podemos aproveitar para distingui-lo de outra peça-chave nesse aspecto de instalações, como é o caso do fator de potência.

Para tanto, vamos explicar a sua conceitualização também: o fator de potência é o número que se obtém a partir da relação da potência total de uma instalação e a sua potência ativa.

Isso tudo, sempre considerando o cálculo por meio de um específico intervalo de tempo analisado. Esse valor registrado vai ser conhecido como Potência Total ou Aparente.

Além disso, a representação do fator de potência acontece em uma escala que vai ser apontada por um número entre 0 e 1. Isso acontece nas seguintes circunstâncias:

capacitivo ou indutivo, sempre levando em consideração o consumo de energia. 

E como o fator de potência funciona aqui no Brasil? Basicamente, o fator de potência registrado no país tem valores de referência para o cálculo em hora em hora, enquanto seu número referencial é 0,92. 

Dessa forma, é importante seguir o valor à risca por que pode ocorrer uma penalização pod baixo fator de potência se, em qualquer momento de registro em um mês, o registro estiver abaixo do valor de referência.

Como calcular o fator de demanda?

Para aprender a calcular o fator de demanda podemos usar um exemplo para que sua aplicação e registro fiquem mais fáceis de diagnosticar.

Com isso, vamos imaginar uma residência que tenha a potência de instalação na casa de 7 kW. E, além disso, a demanda de energia gira em torno de 5 kW e 6 kW — que acontecem nos períodos diurnos e noturnos, respectivamente. Desse cálculo podemos extrair:

  • no período da manhã, o fator de demanda é calculado em 5 kW / 7 kW. Isso dá um fator de demanda calculado de 0,71;
  • no período da noite, o fator de demanda é calculado em 6 kW / 7 kW. Isso dá um fator de demanda calculado de 0,86.

Dessa forma, a demanda da residência que usamos como exemplo sempre deve contar com um fator de demanda alinhado com o registro máximo. Ou seja: a partir do maior valor numérico que, aqui, é igual a 0,86.

Também podemos reforçar a importância do cálculo do fator de demanda porque a precisão no projeto evita que você tenha custos elevados e ainda protege sua propriedade do subdimensionamento e o desligamento em decorrência da sobrecarga. 

E é bem relevante citar, ainda, o alinhamento com o uso de cabos, e que todo esse processo fica mais seguro e otimizado se você seguir algumas tabelas de fator de demanda.

Motivos para monitorar o seu perfil de consumo e calcular o fator de demanda

Hoje em dia, temos boas soluções tecnológicas que são capazes de manter o monitoramento de dados de consumo em alinhamento com a sua demanda de operação.

Motivos para monitorar o seu perfil de consumo e calcular o fator de demanda

Ter uma análise detalhada da evolução de sua demanda - tanto durante o dia quanto à noite - é importante, sem mencionar.

Como vínhamos destacando, isso é um diferencial e tanto para que você consiga avaliar, precisamente, os dados e obter números confiáveis em fator de demanda e também no fator de carga.

É isso, entre outros fatores, que condizem com uma gestão de energia de excelência no seu estabelecimento. Tudo porque, ao conhecer o seu perfil, sua potência e o consumo médio, é possível otimizar de modo contínuo toda a relação com o consumo de energia elétrica no período em que quiser analisar.

Como veremos a seguir, você pode ir além e realizar dois importantes processos de avaliação com uma boa análise.

Análise da demanda contratada

Para saber se a demanda contratada está de acordo com o seu próprio perfil de consumidor de energia, faça uma análise do perfil e calcule o fator de demanda. Isso o ajudará a evitar o desperdício de recursos, como já mencionamos.

É, inclusive, esse um ponto-chave de implementação do Mercado Livre de Energia.

Leia mais: o que é e como funciona o Mercado Livre de Energia

Enquadramento tarifário adequado

A análise de dados e o alinhamento com seu perfil e fator de demanda resultarão em um alinhamento preciso, rápido e eficiente com a modalidade de tarifa que mais se alinha às necessidades operacionais de sua empresa.

Fator de Simultaneidade: o que é?

Calculando a razão entre a energia consumida e a energia gerada em um período específico de tempo, obtém-se o fator de simultaneidade.

Para que isso seja possível, calcularemos a curva de carga típica de sua unidade, permitindo um diagnóstico ainda mais preciso de seu perfil de consumo como cliente.

Um exemplo disso, e como mostramos anteriormente, é a mudança de consumo de horários determinados. Para uma empresa, pode ser o horário de expediente como o período de maior pico de consumo, enquanto a noite esse valor cai significativamente.

Fator de Simultaneidade: o que é?

Por isso é tão relevante estar em alinhamento com o fator de demanda e outros termos que exploramos ao longo deste artigo. Convidamos você a clicar aqui e conhecer todas as soluções da Maya Energy para empresas!

Conclusão

Neste artigo, exploramos o conceito de fator de demanda e seu uso preciso na avaliação da demanda de energia e da potência instalada em sua unidade consumidora de eletricidade.

Ressaltamos que é de grande importância evitar o sub ou superdimensionamento do projeto, minimizando qualquer tipo de imprevisto.

Conte conosco, se estiver à procura de soluções empresariais para valorizar ainda mais a sua gestão de energia!

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Usina de solo: o que é, vantagens e curiosidades

Há quem tenha interesse em instalar um sistema fotovoltaico e gerar energia elétrica por meio da energia solar, mas acredita ser impossível. O motivo: pouca área útil para acomodar todos os equipamentos e placas solares.

Mas a usina de solo (ou estrutura de solo) é uma maneira riquíssima de mostrar que o acesso à energia solar está cada vez mais democrático independentemente do porte da sua residência, empresa ou indústria.

Quer saber o que é e como funciona a usina de solo? Acompanhe-nos ao longo desta leitura!

Usina de solo: o que é?

Na usina de solo, o espaço deixa de ser qualquer tipo de problema ou inconveniente. Isso porque, o modelo é mais indicado para projetos de grande porte e dos quais a estrutura do sistema fotovoltaico não pode ser instalada em um telhado, por exemplo.

Com isso, indústrias, condomínios (residenciais ou comerciais) e outros tipos de propriedades que tenham um elevado consumo de energia elétrica podem usar o projeto de usina de solo para obter um projeto alinhado aos seus objetivos.

Como funciona a usina de solo?

Uma das grandes vantagens de ter a usina de solo como alternativa é a possibilidade de instalar o equipamento em um terrenos com bastante área útil e, assim, viabilizar o projeto de economia que a energia solar consegue proporcionar à pessoa física e jurídica.

Mas, no geral, estamos falando de um tipo de solução que segue rigorosamente os mesmos processos de planejamento, instalação, manutenção e uso de qualquer outro modelo de sistema fotovoltaico.

Veja também: aprenda como montar uma fazenda de energia solar

Vantagens da usina de solo

Antes de tudo, quando falamos em usinas de solo ou de qualquer projeto fotovoltaico, temos a energia solar no centro da solução, apresentando-se com seus múltiplos benefícios para residências, comércios e indústrias.

Como funciona a usina de solo?

E, no geral, podemos falar de todo tipo de vantagem em instalar um sistema de energia solar na sua propriedade. Confira quais são, a seguir:

  • solução perfeita para suprir uma alta demanda de energia;
  • alinhamento fácil com projetos de pequeno, médio e grande porte;
  • a usina de solo ainda favorece a instalação dos painéis solares de maneira que receba mais incidência solar, otimizando a quantidade de equipamento para suprir sua demanda;
  • a usina solar também dispõe de uma solução conhecida como “Net Metering”, que permite o uso de créditos solares assim que o sistema produzir mais energia do que a demanda contratada;
  • você pode fazer uso do sistema de energia compartilhada;
  • os painéis solares têm vida útil de, pelo menos, 25 anos ou mais com os devidos cuidados de limpeza e manutenção do sistema;
  • trata-se da geração de uma fonte de energia com muito menos poluentes.

E, claro, uma vantagem evidente e imediata desse tipo de solução: você consegue acumular até 95% de economia na conta de luz — uma economia que, gradativamente, se converte no valor investido na sua usina de solo.

Leia também: aprenda como fazer uma eficiente gestão de energia

Quem pode aderir à usina de solo?

A usina de solo pode ser adquirida por:

  • imóveis residenciais;
  • propriedades rurais;
  • comércios;
  • indústrias.

Basicamente, todo tipo de imóvel e com área útil disponível para a implementação do projeto de usina de solo.

Usina de solo: qual o investimento?

Inicialmente, o investimento pode variar bastante entre projetos. Afinal de contas, cada imóvel sua especificidade que podem exigir a instalação de mais ou menos painéis solares.

Portanto, o mais indicado é que você faça uma pesquisa com pelo menos três empresas especializadas do ramo e, complementarmente, que faça uma análise criteriosa desses empreendimentos.

Assim, é necessário encontrar um bom equilíbrio entre o preço, o alinhamento com suas necessidades e a qualidade do serviço e do produto oferecido.

Saiba mais: qual é o custo para a implantação de uma usina solar

Como instalar uma usina de solo: confira

Primeiramente, ressaltamos que o processo de instalação de uma usina de energia montada no solo é econômico semelhante ao de telhados. No entanto, a diferença é o tamanho do projeto e o uso de soluções que tornarão seu sistema mais conveniente para gerar (ou até mesmo exceder) a demanda contratada de geração de energia.

Como instalar uma usina de solo: confira

Como funcionam as placas nesse sistema?

Inicialmente, duas soluções complementares, Net Metering e “trackers”, podem ser contratadas com os painéis solares de uma usina terrestre para tornar a geração de energia ainda mais eficaz.

Os elementos dessa segunda opção capturaram o melhor ângulo de incidência solar, direcionando os painéis para essa direção durante todo o dia.

Em outras palavras, as convenções específicas podem ser de grande valor para você e sua empresa.

Portanto, a Maya Energy ajuda você a construir sua própria usina de energia solar, com envolvimento no projeto, construção e gerenciamento de usinas de energia solar que prevêem um retorno médio estimado de 2% ao mês.

De fato, esse tipo de empreendimento utiliza painéis solares fotovoltaicos para absorver a energia do sol e convertê-la em energia elétrica, e em seguida distribuindo-a. Quer saber mais sobre isso e entender como funciona? Clique aqui e saiba mais sobre o investimento em fazendas solares da Maya Energy!

Conclusão

Falamos, aqui, a respeito da usina de solo e como ela impacta positivamente a instalação de um sistema de grande porte — seja para residências, comércios ou indústrias. E isso inclui condomínios e para a possibilidade de usufruir da geração compartilhada de energia.

Para tanto, recomendamos a busca por parceiros que entendam, especificamente, como transformar a sua necessidade em solução.

Por fim, conte conosco para viabilizar o seu projeto de usina de solo e ter ao seu alcance todos os benefícios da energia solar!

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Energia solar na agricultura: como funciona, benefícios e dicas

A agricultura é um dos setores que mais contribui para o desenvolvimento do país. E justamente por isso, as melhores soluções devem ser planejadas para que o setor permaneça produtivo, econômico, acessível e sustentável. E é por isso que devemos falar sobre a energia solar na agricultura.

Por meio de uma fonte de energia renovável, você extrai o melhor do sol — e não apenas na sua lavoura — para abastecer todo o seu negócio de maneira econômica e alinhada a uma tendência que chegou para ficar, no país e no mundo.

Mas como funciona a energia solar na agricultura? Ao longo deste post, vamos responder a essa e outras questões que você pode ter relacionadas ao assunto. Confira, a seguir!

Como funciona a energia solar na agricultura?

Assim como a energia solar residencial e comercial traz benefícios para lares e empresas, a solução focada para o agronegócio contribui ativamente para o desenvolvimento do segmento de múltiplas formas.

Saiba mais: como economizar energia elétrica em residências e empresas

A mais evidente, a princípio, é a redução de custos por conta da oscilação constante da bandeira tarifária e do valor final na conta de luz. Afinal de contas, o sistema fotovoltaico pode agregar uma economia de até 95% nesse tipo de custo mensal.

Mas dá para ir além, também, especialmente em áreas remotas cuja infraestrutura e acesso à rede de energia elétrica são precários. Com a sua própria geração de energia por meio dos painéis solares, você ganha mais eficiência operacional e de acordo com as suas necessidades, objetivos e com o perfil do seu imóvel.

Isso tudo ocorre de forma personalizada a partir da instalação dos painéis fotovoltaicos, que captam energia solar e em seguida convertem-na em energia elétrica (com ou sem o auxílio da concessionária, dependendo do tipo de sistema que você instalar) para que você use como necessitar ao longo do dia a dia.

Benefícios da energia solar na agricultura

Acima, já apontamos alguns dos principais benefícios da energia solar, mas dá para ir a fundo neles, confira!

Redução de custos

Essa é uma parte essencial para a instalação de um sistema fotovoltaico, uma vez que a economia de até 95% na conta de luz permite que, gradativamente, essa economia “quite” o valor do seu investimento em poucos anos. 

Consequentemente, após esse período você tem um equipamento com longa vida útil e que vai agregar profundamente na otimização do seu trabalho no agronegócio.

Irrigação e bombeamento de água

Você consegue imaginar os benefícios da energia solar na agricultura contextualizando o seu uso na irrigação e no bombeamento de água? Essa é mais uma maneira de reduzir custos, no dia a dia, mantendo todos os devidos cuidados com a sua lavoura.

Vale destacar, ainda, que os painéis solares demandam certa manutenção, mas é um serviço ocasional e acessível, garantindo mais eficiência operacional na sua rotina para manter o seu campo sempre irrigado e bombeado com esse recurso vital.

Transformação tecnológica e inovação

É inegável que a energia solar na agricultura — e em toda a sociedade, na verdade — chegou para ficar, definitivamente. E o sistema fotovoltaico é uma maneira de contribuir com a otimização de todos os processos, alinhando-se às melhores soluções tecnológicas do segmento.

Isso, por si só, agrega valor ao seu negócio e à sua propriedade. E complementarmente, você compõe uma rotina mais ágil, dinâmica, produtiva e blindada contra imprevistos e problemas que ocasionalmente podem colocar o trabalho em risco.

Benefícios da energia solar na agricultura

Eliminação de prejuízos na produção leiteira

Estendendo os benefícios da energia solar na agricultura, podemos apontar algo mais específico dentro desse mercado, como é o caso da produção leiteira.

Bom exemplo disso é que o sistema fotovoltaico ajuda a manter a câmara de resfriamento com menos problemas — como súbitas quedas de energia.

Ou seja: você tem mais autonomia, independência e controle sobre o seu trabalho. O que favorece a sua produtividade, acomoda mais segurança à rotina e agrega mais valor à experiência de compra dos seus clientes.

Promove maior autonomia ao produtor 

Como destacamos acima, a autonomia é um benefício evidente da energia solar na agricultura. Basta imaginar que você não vai mais depender tanto assim das condições oferecidas pelas concessionárias e distribuidoras de energia elétrica.

Além disso, a própria geração de energia por meio do sistema fotovoltaico confere mais previsibilidade e segurança à sua rotina, considerando que a instalação dos painéis tem tudo a ver com a sua previsão de demanda de consumo, fazendo com que o sistema entregue a quantidade utilizada ao longo do mês, por exemplo.

Saiba mais: benefícios tributários da energia solar

Quanto custa para colocar energia solar rural?

Os custos para instalar energia solar rural variam, pois cada projeto tem as suas próprias características. E isso influencia, invariavelmente, o preço final do investimento.

Entenda a seguir, quais fatores fazem toda a diferença na compreensão do preço ed um sistema fotovoltaico na agricultura:

  • demanda energética em geral;
  • sistema de captação de água;
  • quantidade de placas fotovoltaicas necessárias;
  • número de baterias para o armazenamento, caso o sistema preveja a aplicação delas;
  • estrutura necessária para a instalação do sistema.

Por isso, é difícil precisar um valor exato para implementar o equipamento de energia solar na agricultura do seu negócio, especificamente. Contudo, dá para apontar alguns valores aproximados para que, pelo menos, você consiga definir um valor estimado e avaliar a possibilidade de inserir o investimento no seu orçamento.

Para propriedades rurais cujo preço na conta de luz varia entre R$ 600 e R$ 800, por exemplo, vão ter um investimento aproximado em R$ 15 mil.

Mas o que nós recomendamos: entre em contato com especialistas, como a equipe da Maya Energy, e solicite um orçamento. Mais do que entender quanto custa um sistema de energia solar na agricultura, você vai aprender mais sobre os benefícios desse recurso na sua rotina e compreender o quanto de valor agregado você vai receber.

Leia também: LCOE: o que é, principais vantagens e como utilizar?

O que é uma fazenda de energia solar?

Diferentemente do que o nome sugere, a fazenda de energia solar é não é uma produção específica para o setor rural. Na verdade, são grandes áreas úteis e recheadas de placas fotovoltaicas para captar a luz solar e convertê-la em energia elétrica para que, posteriormente, essa solução seja encaminhada para outras propriedades (residenciais e comerciais).

O que é uma fazenda de energia solar?

Ou seja: é uma solução específica que vai servir para facilitar a comercialização desse tipo de energia de fonte renovável, e que seja capaz de aumentar a autonomia de mais pessoas (física e jurídica) com relação à dependência atual com as concessionárias de energia elétrica.

Como funcionam os painéis fotovoltaicos?

Com base em tudo o que destacamos até aqui a respeito da energia solar na agricultura, e em seguida explicando conceitos-chave do mercado, como é o caso da fazenda solar, falta destacar uma ideia essencial: como funcionam os painéis fotovoltaicos?

Pois então, vamos à explicação: a energia solar, como você deve saber, vem da luz e também do calor que o astro-rei, o sol, emite através de ondas. Elas chegam até nós de duas maneiras: por meio da energia solar e da energia solar fotovoltaica.

A primeira (também conhecida como fototérmica) aquece por meio do calor do sol. A segunda é usada para absorver o calor e a luz do sol para, em seguida, convertê-las em energia elétrica.

Isso pode ser feito por meio de dois modelos de sistema: on-grid e off-grid. No primeiro, isso acontece por meio do envio da energia solar à distribuidora de energia elétrica, que vai convertê-la em energia elétrica e, depois, em créditos solares que vão ser usados para abater o valor da sua conta de luz.

O segundo, por sua vez, conta com baterias que acumulam a energia produzida para que seja usada diante de alguma necessidade. E você, com o auxílio de empresas especializadas, pode definir o tipo de energia solar na agricultura mais alinhada às suas necessidades.

E, com isso, você já sabe tudo sobre os benefícios e como funciona a energia solar na agricultura. Que tal, então, descobrir como esses pontos positivos podem se converter em vantagens para o seu negócio, especificamente?

Basta clicar aqui para conhecer as soluções empresariais de energia solar da Maya Energy!

Conclusão

Vimos, aqui, que a energia solar na agricultura é uma prática envolta em vantagens competitivas de mercado, mas em benefícios internos que se convertem em resultados logo de imediato — como a redução de custos, a autonomia operacional e a eficiência energética.

Esperamos que este conteúdo tenha te ajudado a considerar o uso do sistema fotovoltaico na sua propriedade rural, e conte conosco para desenhar a melhor solução para o seu negócio!

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Energia solar para apartamentos: 6 coisas que você precisa saber

Você sabia que já existe uma solução que permite o aproveitamento da energia solar para apartamentos?

Sim, mesmo que more em um apartamento, você pode aproveitar os benefícios da energia solar e fazer uma economia significativa na conta de luz.

Deseja saber mais sobre o assunto e descobrir como aproveitar os benefícios da energia solar mesmo morando em um apartamento?

Continue conosco e acompanhe esse conteúdo até o final. Vamos listar 6 coisas que você precisa saber sobre a energia solar para apartamentos. Vale a pena conferir!

Panorama da Energia Solar no Brasil

O Brasil é um país com enorme potencial para captação e aproveitamento da energia solar.

Como prova do potencial brasileiro no segmento, ultrapassamos recentemente a marca histórica de 10 gigawatts (GW) de potência operacional instalada, o que inclui assim, usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados de residências e empresas.

Por sinal, essa importante marca incluiu o Brasil no grupo dos 14 países com maior capacidade para geração de energia fotovoltaica no mundo, confira o ranking:

  • China: 253,8 GW
  • EUA: 73,8 GW
  • Japão: 68,6 GW
  • Alemanha: 53,7 GW
  • Índia: 38,9 GW
  • Itália: 21,5 GW
  • Austrália: 17,3 GW
  • Vietnã: 16,5 GW
  • Coreia do Sul: 13,5 GW
  • Reino Unido: 13,4 GW
  • Espanha: 11,8 GW
  • França: 11,7 GW
  • Países Baixos: 10,2 GW
  • Brasil: 10 GW

Os sistemas instalados aqui no país já correspondem a 70% da potência operacional da Usina Hidrelétrica de Itaipu, a segunda maior do mundo e a maior da América Latina, para fins de comparação.

Até 2030, o país terá uma capacidade instalada de 22 GW em geração de energia fotovoltaica, de acordo com estimativas de números do governo federal.

Muitas pessoas já estão tirando proveito dessa fonte de energia limpa e sustentável, e a boa notícia é que a energia solar para apartamentos agora é uma realidade, permitindo que mais brasileiros tenham acesso a energia limpa e de baixo custo.

Como funcionam os créditos da energia produzida?

As soluções de energia solar em apartamentos giram em torno da possibilidade de abastecer as unidades - sejam elas residenciais ou comerciais - e/ou as áreas comuns.

A forma como os créditos serão distribuídos e, consequentemente, o quanto isso se converterá em desconto na conta mensal de energia elétrica é uma questão que depende exclusivamente da pergunta. Definições específicas, como o tamanho das unidades consumidoras e o valor investido por cada indivíduo, podem ajudar nesse sentido.

Além disso, vale a pena observar que também existem diferentes modelos de geração, e você pode analisar o consumo de energia solar em apartamentos usando os seguintes conceitos.

Autoconsumo remoto

Indivíduos com mais de uma propriedade podem usar os créditos solares para reduzir o preço da conta de eletricidade nessa outra unidade (desde que estejam sob a responsabilidade da mesma concessionária de eletricidade), tornando-se uma das formas de geração compartilhada.

Geração compartilhada

Os mini ou microgeradores de energia solar (por investimento projetado ou consórcios) podem gerar e usar a energia solar da maneira que preferirem para distribuí-la, garantindo assim um desconto nas contas de eletricidade dos participantes como se fossem um único consumidor.

Geração em condomínio

A modalidade se assemelha à geração compartilhada, mas o ponto de diferença está no uso de créditos de energia solar individualmente, mas no mesmo local.

Como já destacamos, o investimento em soluções de energia solar em um apartamento permite que você utilize os créditos nas áreas comuns e/ou nas unidades residenciais ou comerciais do condomínio.

Como funcionam os créditos da energia produzida?

Funcionamento da energia solar em condomínios

Ressaltamos que a energia solar em apartamentos e condomínios residenciais ou comerciais difere de sua implementação para uso individual (como em uma empresa ou até mesmo em uma casa).

Nesse caso, precisamos instalar o sistema fotovoltaico em uma área disponível para atender a toda a demanda necessária (seja ela exclusiva para as áreas comuns ou para projetos que também abastecem as unidades). Essa personalização é baseada nas características de cada sistema de energia solar, pois a geração de energia será maior.

Há a necessidade de instalar o sistema fotovoltaico em uma área disponível para suprir toda a demanda necessária (se for exclusivamente para as áreas comuns, será necessária uma área diferente dos projetos que também abastecem as unidades). Afinal, a geração de energia será maior e, por isso, há essa customização de acordo com as características de cada sistema de energia solar.

Saiba mais: O que é diagnóstico energético? Veja benefícios e quando fazer

Dúvidas comuns sobre a energia solar para apartamentos

Tem ainda alguma dúvida com relação à energia solar para apartamentos? Confira as respostas para as principais delas, a seguir:

  • compensação de energia em condomínios — um responsável define o rateio dos créditos entre os condôminos;
  • relógio de luz — Não há necessidade de alterar todos os relógios do condomínio, pois eles recebem créditos solares de acordo com cada projeto.
  • desligamento de unidades consumidoras — é possível fazer o desligamento de uma ou mais unidades consumidoras, se desejado;
  • vantagens da energia solar em apartamento — é uma solução com baixíssimo impacto ambiental, que paga o custo de investimento ao longo do tempo (por meio da economia na conta de luz), as placas fotovoltaicas têm vida útil superior a 25 anos e 
  • o condomínio pode ser naturalmente valorizado por meio desse tipo de solução;
  • espaço disponível e custo do projeto — isso varia conforma a necessidade de área livre e também do porte do projeto de energia solar.

1.Quem mora na cobertura de um edifício residencial pode instalar um sistema solar?

Sim. Quem mora na cobertura de prédios residenciais geralmente tem uma área de laje disponível que permite a fixação dos painéis solares.

No entanto, antes de providenciar a instalação é recomendável obter a autorização do síndico, uma vez que a depender do caso, a área de laje disponível pode ser destinada para uso coletivo.

2.Quem mora no térreo e possui uma área privativa pode instalar o sistema de energia solar para apartamentos?

Sim. Quem mora no térreo de edifícios residenciais e dispõe de um jardim ou área privativa pode instalar um sistema de geração fotovoltaica.

Esse tipo de sistema conta com diferentes tipos de bases e fixadores, permitindo a sua instalação em lajes, telhados, e até mesmo no solo.

No entanto, é importante agendar uma visita de um técnico especialista para avaliar a taxa de incidência solar no local previsto para instalação do sistema.

3.Posso instalar um sistema de energia solar em um endereço diferente do meu apartamento?

Muita gente não sabe, mas é possível instalar um sistema de energia solar para apartamentos em outro endereço e aproveitar os seus benefícios da mesma forma.

A falta de espaço não é mais um problema para quem deseja aproveitar os benefícios da energia solar e garantir uma boa economia na conta de luz.

Atualmente, os interessados em economizar podem contratar os serviços de uma fazenda solar. Você sabe como funciona?

Assim, as fazendas de geração solar são grandes áreas destinadas exclusivamente à captação da energia fotovoltaica.

Nestes locais, dezenas ou até mesmo milhares de painéis solares são instalados em série para captação da luz solar e geração de energia elétrica.

Por sua vez, essa energia é inserida na rede da concessionária da sua cidade e revertida em descontos diretamente na sua conta de luz.

Aproveitar os benefícios de uma fazenda solar é muito simples, veja como funciona:

  1. Você investe um pequeno valor na fazenda solar;
  2. A fazenda solar capta energia e fotovoltaica e transfere para rede da concessionária;
  3. Por fim, você recebe descontos mensais na sua conta de energia elétrica.

Sendo assim, mesmo você que mora em apartamento, pode aproveitar a energia solar.

4.Posso instalar um sistema de energia solar no meu prédio?

Desde a entrada em vigor da Resolução 687 da ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica, os edifícios residenciais e comerciais estão autorizados a instalar sistemas compartilhados de geração fotovoltaica.

Na prática, isso significa que os edifícios podem investir na instalação de sistemas para captação de energia nas suas áreas comuns ou lajes e converter a energia gerada em descontos na conta de energia dos condôminos.

Por sinal, essa é mais uma das alternativas disponíveis para garantir os benefícios da energia solar para apartamentos.

5.Posso instalar um sistema de energia solar para apartamentos com sacada?

Sim. É possível instalar um sistema fotovoltaico na sacada do apartamento, no entanto, é preciso avaliar a área disponível para instalação.

Além disso, é importante contar com um técnico especializado para avaliar a taxa de incidência solar no local de instalação do sistema, uma vez que longos períodos de sombra podem comprometer a eficiência e capacidade de geração do sistema.

6.É possível instalar painéis solares na parede do prédio?

Por fim, muitos apartamentos e condomínios residenciais e comerciais sofrem com a falta de espaço disponível para instalação dos sistemas fotovoltaicos.

Por sua vez, diante da falta de espaço, surge a dúvida: É possível instalar painéis solares na parede do prédio?

Sim. Já existe tecnologia que permite a instalação de energia solar para apartamentos, utilizando como área útil a parede dos edifícios.

No entanto, é importante destacar que esse tipo de instalação depende de aprovação da assembleia e que além disso, devido à dificuldade de acesso, os custos de instalação acabam sendo mais elevados.

Além disso, não podemos negar que na maioria dos casos, a incidência solar sobre os painéis solares instalados nessas condições acaba sendo menor.

Portanto, se você deseja saber mais sobre a energia solar para apartamentos e aproveitar os seus benefícios?

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Geração híbrida: o que é, tipos e principais vantagens

Hoje em dia, pode ser mais fácil (e acessível) do que muita gente imagina a implementação de soluções de geração híbrida de energia. O que reduz, consequentemente, os custos com energia elétrica, exclusivamente, e ainda proporciona a utilização de fontes de energia renováveis.

Mas o ponto principal da questão é: como implementar? Ou, ainda: existem desvantagens na energia híbrida?

Assim, vamos explorar todos esses pontos abaixo e, ainda, explicar detalhadamente como funciona a geração de energia elétrica por meio dessa modalidade em franco crescimento no país. Confira!

O que é a geração híbrida?

Primeiramente, sistemas de energia híbrida são os modelos de geração de energia elétrica por meio de duas duas ou mais fontes que venham de origens distintas, mas que compartilhem o mesmo ponto de conexão. 

Bom exemplo disso é o uso combinado da energia solar (por meio do sistema fotovoltaico) e da energia eólica — que pode ser acionada nos dias de baixa incidência solar, por exemplo).

Portanto, existem outras possibilidades, das quais discutiremos adiante, e que vão mostrar o quanto uma geração híbrida de energia pode fazer toda a diferença para o seu negócio.

O que caracteriza um sistema solar híbrido?

Imagine que o seu sistema solar híbrido esteja conectado a um sistema on-grid. Nele, ocorre a captação normal da energia solar por meio das placas e, em seguida, o inversor se encarrega de transformar essa energia em corrente. O que acontece de diferente, aqui, é o destino da energia excedente. 

De fato, no sistema on-grid, o excedente vai para a rede; no off-grid, para a bateria. Na geração híbrida, ocorre um misto dos dois, guiando uma quantia para a rede e, outra, para um carregador que pode ser usado posteriormente, quando necessário. 

Como funciona a energia solar híbrida?

Basicamente, estamos falando da composição de sistemas que são instalados individualmente, mas integrados a um mesmo conector.

Esse é, inclusive, um ponto de atenção para a geração híbrida, considerando que você vai lidar com o planejamento e a execução de dois tipos de fontes geradoras de energia.

Saiba mais: como montar uma fazenda de energia solar

Tipos de geração híbrida: conheça

Por falar nos tipos de geração híbrida, vamos entender, melhor, como esse sistema pode ser combinado para gerar mais alinhamento com as suas necessidades e demandas?

Fotovoltaica + eólica

Aqui, não existe muito segredo: a geração híbrida é pautada pela implementação de dois sistemas geradores de energia de fontes renováveis: a energia solar e a energia eólica.

Leia também: entenda como funcionam os benefícios tributários da energia solar

Tipos de geração híbrida: conheça

Fotovoltaica + hidráulica

Inicialmente, quando se trata de energia híbrida fotovoltaica e hidráulica, as fontes de energia são oriundas dos painéis solares, de um lado, e das fontes de energia hidráulica (à base de água).

Hidráulica + eólica

Por sua vez, a geração de energia híbrida hidráulica e eólica usa os meios de produção tradicionais de hidrelétricas e, também, as turbinas eólicas que convertem a força do vento em energia.

Termossolar + Biomassa

Aqui, estamos falando exclusivamente de dois outros modelos geradores de energia: a biomassa e a energia termossolar.

Principais vantagens da geração híbrida

Quando consideramos a implementação de um sistema de geração híbrida, podemos apontar algumas vantagens evidentes. E, a seguir, vamos explorar as reais possibilidades de contar com esse tipo de solução na sua empresa:

  • Economia em despesas com a conta de luz, já que fontes de energia renováveis, como o sistema fotovoltaico, podem agregar um corte na tarifa das concessionárias em até 95% mensalmente;
  • Armazenamento de energia. Afinal, como destacamos anteriormente, a geração híbrida envia uma parcela do excedente de energia gerada para a rede, mas outra parte fica concentrada em baterias para uso posterior;
  • Disponibilidade. Isso se deve à alternativa acima citada das baterias, que permitem a continuidade do uso da energia do sol;
  • Independência. Afinal, você passa a depender menos e menos das concessionárias de energia e das bandeiras tarifárias da ANEEL, que encarecem e muito as suas despesas mensais.
Principais vantagens da geração híbrida

Por sua vez, a geração híbrida de energia elétrica pode se mostrar um tanto complexa no que diz respeito, inicialmente, à área útil disponível.

Saiba mais: entenda tudo sobre a cota de energia solar

Isso, também, tende a encarecer o valor final do projeto. Mas assim como já explicamos em outros posts sobre a energia solar, a geração híbrida agrega tanta economia, mês após mês.

Portanto, o investimento inicial pode assustar, mas com o tempo isso vai se equilibrar e, uma vez que o valor todo foi quitado, as economias seguintes vão trazer total conveniência para reorganizar o seu orçamento como preferir.

Conclusão

Assim, com base em tudo o que falamos até aqui, dá para atestar que existem pontos de atenção, sim, na geração híbrida, mas as vantagens se acumulam e podem ser um caminho definitivo para alcançar independência e eficiência energética.

Por fim, nós podemos ajudar. Clique aqui e entenda como a Maya Energy pode auxiliar você na geração híbrida de energia!

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