A mini e micro geração distribuída tem oferecido desde 2012 aos consumidores brasileiros a capacidade de gerar sua própria energia a partir de fontes renováveis ou por meio de cogeração inovadora.
Essa prática tem sido uma ferramenta essencial para diversificar a matriz energética do país, além de promover a sustentabilidade ao reduzir a dependência de fontes não-renováveis e mitigar os impactos ambientais.
Você sabe o que é a Mini e Micro Geração Distribuída e como ela pode beneficiar você? Leia o texto completo para descobrir mais sobre essa tecnologia transformadora.
Neste texto, explicaremos detalhadamente o que é a mini e micro geração distribuída, como ela funciona, e os benefícios que pode trazer para você e para o meio ambiente. Prepare-se para descobrir uma nova forma de gerar energia de maneira sustentável e eficiente.
Introdução
A relação entre o consumidor e a rede elétrica está em evolução, impulsionada pela Resolução ANEEL nº 482/2012. Sob essa resolução, conhecida como Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), os consumidores podem fornecer o excedente de energia gerada por fontes renováveis, como a solar, obtendo créditos para compensar seu consumo.
Esse sistema foi aprimorado pela ANEEL por meio da Resolução Normativa nº 1.059 de 2023, consolidando as regras para a microgeração distribuída (MMGD) e a participação na SCEE.
A ANEEL promoveu ajustes nos limites de potência instalada e nas modalidades de participação na MMGD e na SCEE, visando aprimorar a eficiência e a acessibilidade desse sistema para os consumidores.
Todas essas medidas estão em conformidade com as condições gerais de fornecimento de energia estabelecidas pela ANEEL por meio da Resolução Normativa nº 1.000/2021, promovendo transparência, segurança jurídica e estabilidade no setor elétrico brasileiro.
Regras para mini e microgeração distribuída
Ambas as instalações de unidades de consumo estão conectadas à geração distribuída de eletricidade, que permite o uso de qualquer fonte renovável, exceto a cogeração transferida, à rede de distribuição.
O consumidor pode distribuir a energia excedente ou transformá-la em crédito, válido por 60 meses, de acordo com as regras condicionais.
O autoconsumo local, o autoconsumo remoto, a geração distribuída em projetos com várias unidades consumidoras e a geração compartilhada estão entre as formas de participação da SCEE.
Mini e Micro Geração Distribuída: Procedimentos para conexão
Primeiramente, a ANEEL distribuiu regras que simplificam o processo de conexão do MMGD à rede da distribuidora. Assim, os consumidores podem solicitar uma conexão por meio de formulários.
É proibida a divisão de uma central geradora em unidades menores para se adequar aos limites de potência para microgeração ou minigeração distribuída. A responsabilidade de identificar esses casos cabe ao distribuidor, conforme previsto na Lei 14.300/2022 e na Resolução Normativa nº 1.000/2021.
Mini e Micro Geração Distribuída: Adesão
Portanto, o consumidor precisa tomar a iniciativa de instalar a micro ou mini geração distribuída. A ANEEL não estabelece o custo dos equipamentos de geração ou as condições de financiamento.
Assim, mesmo que as unidades consumidoras conectadas de baixa tensão (grupo B) injetem mais energia na rede do que consomem, elas ainda terão que pagar pelo custo de disponibilidade.
Os consumidores conectados à alta tensão (grupo A) podem zerar a parcela de energia da conta e serão cobrados normalmente pela parcela da conta correspondente à demanda contratada.
Logo, com as atualizações das regras pela ANEEL, o processo de conexão e participação no SCEE se tornou mais simples e acessível para os consumidores.
Portanto, é importante que o consumidor analise todas as variáveis envolvidas na instalação da MMGD e se informe sobre as regras e procedimentos para adesão à geração distribuída de energia elétrica.
O OPEX de uma usina solar surge ao se falar sobre a análise de investimentos em energia solar. É comum deparar-se com métricas como payback, VPL (Valor Presente Líquido) e ROI (Retorno do Investimento). Essas métricas são fundamentais para avaliar a viabilidade financeira de um projeto.
No entanto, quando se trata de usinas solares, outro indicador ganha destaque: o OPEX (Operational Expenditure - Despesas Operacionais). Você sabe o que é OPEX em usina solar?
Neste artigo, vamos explorar o OPEX de uma usina solar e sua importância na maximização do retorno do investimento. Veremos também como o OPEX se diferencia do CAPEX (Capital Expenditure - Despesas de Capital) e como gerenciamos esses dois indicadores separadamente.
O que é OPEX?
O OPEX, ou despesas operacionais, refere-se aos custos contínuos necessários para manter uma usina solar funcionando. Esses custos incluem despesas com manutenção, reparos, seguros, folha de pagamento, impostos, entre outros. Em resumo, são os gastos recorrentes que uma empresa tem para se manter operacional.
Diferentemente do CAPEX, que se refere aos investimentos em bens de capital, o OPEX está relacionado às atividades rotineiras da usina solar. Enquanto o CAPEX envolve a compra de equipamentos e ativos de longo prazo, o OPEX se concentra nos custos do dia a dia.
A principal diferença entre OPEX e CAPEX está na natureza dos gastos. Enquanto o CAPEX representa os investimentos em ativos de longo prazo, como equipamentos e infraestrutura, o OPEX diz respeito aos custos operacionais e recorrentes necessários para manter uma usina solar em pleno funcionamento.
Uma das vantagens do OPEX é que essas despesas podem ser deduzidas dos impostos no mesmo ano em que são realizadas. Isso significa que as empresas podem reduzir sua carga tributária ao considerar os custos operacionais como despesas dedutíveis.
Por outro lado, o CAPEX envolve um investimento inicial mais significativo, mas pode trazer retornos financeiros ao longo do tempo. Os investimentos em CAPEX são essenciais para expandir a capacidade de geração de energia da usina e aumentar a rentabilidade do negócio a longo prazo.
Gerenciando OPEX e CAPEX separadamente
Embora OPEX e CAPEX sejam categorias de despesas diferentes, é fundamental gerenciá-los separadamente para manter o controle financeiro da usina solar. Cada um desses indicadores possui características contábeis e estratégicas distintas, e sua gestão correta é essencial para o sucesso do negócio.
O CAPEX impacta diretamente a composição dos ativos da usina solar. Portanto, é essencial que os investimentos em CAPEX tragam retornos sobre o investimento (ROI) e contribuam para o crescimento a longo prazo da usina. Esses investimentos a aquisição de equipamentos de geração de energia, painéis solares, inversores, estruturas, entre outros.
Já o OPEX está relacionado às atividades operacionais da usina, como a manutenção dos equipamentos, a contratação de mão de obra, os custos com seguros e impostos. Um bom gerenciamento do OPEX envolve a implementação de medidas para reduzir esses gastos sem comprometer a qualidade dos serviços prestados ou a eficiência da usina.
É importante destacar que a gestão correta do OPEX é essencial para garantir que a usina solar funcione de maneira eficiente e lucrativa. Despesas operacionais excessivas podem comprometer o retorno do investimento e prejudicar a saúde financeira do negócio.
Maximizando o retorno do investimento com uma gestão eficiente do OPEX
Para maximizar o retorno do investimento em uma usina solar, é fundamental adotar uma gestão eficiente do OPEX. Isso envolve identificar e reduzir os custos operacionais, otimizar os processos de manutenção e reparo, e buscar soluções que aumentem a eficiência energética da usina.
Uma das estratégias para reduzir os custos operacionais é investir em tecnologias e equipamentos mais eficientes e duráveis. Painéis solares de alta qualidade e inversores de última geração podem reduzir as necessidades de manutenção e aumentar a vida útil da usina, atendendo assim aos gastos com OPEX.
Outra medida importante é investir em treinamento e capacitação da equipe responsável pela operação e manutenção da usina. Uma equipe de problemas bem treinada e avaliada pode identificar precocemente, evitar falhas e reduzir custos com reparos e manutenção corretiva.
Além disso, a adoção de soluções de monitoramento remoto pode ser uma estratégia eficiente para reduzir os custos operacionais. Com sistemas de monitoramento avançado, é possível identificar falhas e anomalias de forma remota, aguardando a necessidade de visitas técnicas e agilizando a resolução de problemas.
Por fim, é fundamental realizar um planejamento estratégico para a gestão do OPEX ao longo de toda a vida útil da usina solar. Isso inclui uma previsão de custos futuros, uma análise de indicadores de desempenho e implementação de medidas de eficiência energética.
Conclusão
O OPEX de uma usina solar funciona um papel fundamental na maximização do retorno do investimento. Ao gerenciar eficientemente as despesas operacionais e reduzir os custos recorrentes, é possível aumentar a rentabilidade do negócio e garantir o sucesso da usina a longo prazo.
Enquanto o CAPEX envolve investimentos em ativos de longo prazo, como equipamentos e infraestrutura, o OPEX está relacionado aos custos operacionais e recorrentes necessários para manter uma usina em pleno funcionamento. Ambos os indicadores devem ser gerenciados separadamente, considerando suas características contábeis e estratégicas.
Com uma gestão eficiente do OPEX, é possível reduzir os custos operacionais, aumentar a eficiência energética da usina e garantir um retorno do investimento mais rápido e lucrativo. Ao adotar medidas como investimentos em tecnologia, capacitação da equipe e monitoramento remoto, é possível maximizar o retorno do investimento em energia solar.
Portanto, ao planejar e gerenciar uma usina solar, é essencial considerar o OPEX como parte integrante da estratégia de negócio. Com uma gestão eficiente do OPEX, é possível alcançar resultados financeiros sólidos e contribuir para a transição para uma matriz energética mais sustentável.
Compreender as tarifas de Energia (TE) e de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD) é crucial para gerenciar os custos energéticos. Enquanto a TE corresponde ao valor pelo consumo de energia, a TUSD diz respeito ao custo da infraestrutura de distribuição.
Quer saber mais sobre como gerenciar eficientemente os custos de energia elétrica na sua empresa?
Entender a demanda energética, a quantidade máxima de energia usada em um período, é fundamental para evitar custos extras e otimizar o consumo. Isso ajuda a evitar picos de consumo e reduzir custos associados às tarifas de demanda, evitando penalidades por ultrapassagem da demanda contratada.
Leia nesse post tudo sobre:
O Que São TE e TUSD?
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) determina que esses valores devem ser apresentados separadamente nas contas de energia, juntamente com os impostos e índices de qualidade, tornando as tarifas TE e TUSD parte integrante da estrutura de fornecimento de eletricidade.
Os consumidores pagam pela energia ativa consumida por meio da Tarifa de Energia (TE), que é definida em reais por megawatt-hora (R$/MWh) e reflete o custo do consumo de energia.
As contas de eletricidade das empresas e incluem outros componentes, como impostos e encargos setoriais determinados por lei, além das tarifas TE e TUSD.
Entretanto, de acordo com a ANEEL, a maior parte da fatura de energia, cerca de 53,5%, corresponde ao consumo de energia, transmissão e encargos setoriais.
Os impostos federais, estaduais e municipais (CIP/COSIP) representam aproximadamente 29,5% do valor total da conta. Sobretudo, os 17% restantes são destinados a cobrir os custos da distribuição.
A Conta de Luz para Empresas com Geração Solar
Empresas que possuem sistemas de geração própria de energia, como a energia solar, continuam recebendo suas contas de luz com as tarifas TE e TUSD.
Entretanto isso ocorre porque essas empresas ainda utilizam eletricidade da rede de distribuição em momentos em que a geração solar não é suficiente, como à noite ou em dias nublados.
No entanto, o consumo reduzido de eletricidade da rede e a possibilidade de injetar o excedente de energia gerada na rede elétrica trazem diversos benefícios.
Além da economia proporcionada pela redução do consumo, as empresas que geram excedente de energia solar podem obter isenção de ICMS e PIS/COFINS para a energia injetada na rede.
Essa isenção é válida para micro e minigeração de energia, com potência máxima de 1 MW, exceto em Minas Gerais, onde o limite é de 5 MW.
Essa medida incentiva a adoção de fontes renováveis de energia, como a solar, e promove a sustentabilidade e a redução dos impactos ambientais.
E se você tem interesse em saber mais a respeito do assunto e avaliar as soluções que têm tudo para se alinhar às suas necessidades, portanto, aí vai o convite para você conhecer os diferenciais da Maya Energy para empreendimentos de todos os portes e segmentos de atuação!
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Conclusão
Logo, compreender as tarifas TE e TUSD para empresas e indústrias que desejam controlar seus custos energéticos e buscar alternativas sustentáveis é fundamental.
A energia demanda é um aspecto crucial para o funcionamento de qualquer negócio, e conhecer detalhadamente os componentes da conta de luz permite uma gestão mais eficiente.
Assim, a adoção de fontes renováveis de energia, como a solar, oferece benefícios adicionais, como a redução dos custos com eletricidade, entre outros.
Portanto, investir em geração própria de energia pode ser uma estratégia inteligente para empresas que desejam economizar e tornar suas operações mais sustentáveis.
Portanto, não deixe de explorar as possibilidades oferecidas pela energia solar e buscar soluções personalizadas para a demanda energética da sua empresa.
Unidade consumidora é apenas uma das diversas informações contidas na sua conta de luz, e acredite: todas elas possuem uma finalidade específica e podem ser de grande ajuda para você.
Esse é, inclusive, um tipo de registro que faz toda a diferença para identificar a sua instalação elétrica. Sem falar em sua importância para uso em casos de compensação de energia por meio do uso do sistema fotovoltaico (energia solar).
E como nem todos sabem o que é uma unidade consumidora e para que ela serve, preparamos este post. Siga com esta leitura e aprenda tudo sobre o assunto, conosco!
Unidade consumidora: o que é?
A unidade consumidora (ou UC ou, ainda, o número de instalação) é um registro que aparece em toda conta de luz. Nela, estão representadas todas as instalações elétricas de um só consumidor.
Por exemplo: cada unidade de um condomínio de apartamentos possui a sua própria UC. O mesmo vale para shoppings center, prédios comerciais e imóveis residenciais. Todos têm o seu próprio registro, identificado pela unidade consumidora.
Não à toa, a comparação mais popular de uma UC é com o documento de identidade (RG) de um cidadão. Simples de entender, né?
Para que serve a unidade consumidora?
A aplicação mais prática para a UC é a avaliação individual de consumo, considerando:
histórico de registro;
faturas;
pedidos (abertos, pendentes e concluídos).
que estão relacionados a tal número.
Como também adiantamos, é por meio da unidade consumidora que se avalia os meios de compensação de energia aplicados em um equipamento de energia solar.
E isso tudo só acontece com precisão porque exige uma UC para cada imóvel.
Além disso, auxilia significativamente para as distribuidoras de energia elétrica realizarem um serviço continuamente ágil e em constante desenvolvimento. Tudo porque eles conseguem apontar, diretamente, as necessidades de cada cliente sob sua responsabilidade.
Onde encontramos a UC na conta de energia?
A posição da UC varia de acordo com a distribuidora e o design da sua fatura de energia elétrica. Mas é bem simples de identificá-la, considerando que o número vem acompanhado de sua descrição, que pode ser:
unidade consumidora;
número da instalação.
E vale adiantar que esse é um número que você pode querer ter à mão. Afinal, é por meio da “identidade” da sua instalação elétrica que a distribuidora vai ter acesso às informações desejadas e poder realizar um serviço adequado e direcionado à sua propriedade.
Só tenha em mente, então, que o número da UC pode ser encontrado em locais distintos da sua conta de luz. No caso da Cemig, por exemplo, a unidade consumidora pode ser localizada na parte superior (no canto direito) da sua fatura.
Além da análise da sua conta de luz, você pode descobrir a unidade consumidora pelo CPF. E, para isso, você só precisa entrar em contato com a distribuidora de energia elétrica, identificar-se e solicitar o número de identificação da sua instalação elétrica.
Mas para facilitar ainda mais o seu trabalho, resolvemos reunir as possibilidades de identificação da sua UC logo a seguir.
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Veja, abaixo, quais são as principais formas para descobrir a unidade consumidora pelo CPF com a Cemig:
sua fatura antiga certamente tem a UC ilustrada no campo designado número da instalação (lembrando que número da instalação e unidade consumidora se referem à mesma coisa);
no site da Cemig. Tudo o que você precisa fazer é criar um cadastro para poder acessar o seu perfil na página da distribuidora e, assim, encontrar o registro da sua unidade consumidora;
telefone. Entre em contato com a central de atendimento da Cemig (a Cemig Atende) por meio dos seguintes números: 116 (caso você esteja dentro do estado de Minas Gerais) ou 0800 721 0116, caso esteja em outro estado;
você pode se dirigir a uma agência física da Cemig e solicitar a um atendente por lá (importante: tenha seus documentos de identificação à mão);
aplicativo Cemig Atende — disponível para os sistemas operacionais Android e iOS.
O que a unidade consumidora e a energia solar têm a ver?
Como falamos nos tópicos anteriores, a unidade consumidora é o que distingue cada propriedade. Isso vale tanto para residências quanto para condomínios e prédios comerciais, entre outros tipos de imóveis.
E, no caso da energia solar, é por meio da UC que é possível direcionar os créditos de energia solar para as respectivas unidades. Sem falar que a unidade consumidora se torna uma parte elementar para equacionar a distribuição e compensação devida para cada propriedade.
É, inclusive, o tipo de registro que é usado para áreas com Múltiplas Unidades Consumidoras. É o que acontece, por exemplo, em condomínios residenciais ou comerciais. Até por isso, vale a pena ter por perto um auxílio especializado para garantir total conformidade e precisão nesse trâmite e na gestão energética do sistema fotovoltaico.
A unidade consumidora (ou UC) é também conhecida como número da instalação.
É por meio desse número de registro que você consegue direcionar todos os assuntos desejados com a sua distribuidora de energia elétrica. E, inclusive, é a identidade da sua propriedade para assuntos complementares à questão, como a instalação e a gestão do seu sistema fotovoltaico.
Também mostramos, ao longo do artigo, onde você pode encontrar o número da sua unidade consumidora e os meios para identificá-la, caso não tenha sua conta de luz à mão.
Conte conosco, então, caso esteja pensando em qualificar ainda mais a sua gestão em propriedades com múltiplas unidades consumidoras para garantir eficiência à compensação de energia sem nenhum risco de erros e outros imprevistos!
A vida útil da placa solar é um aspecto crucial quando se trata de energia solar, realmente o futuro da sustentabilidade do mundo inteiro. E é normal que, mesmo assim, você analise detalhadamente tudo em torno do seu investimento, como a própria durabilidade do equipamento. Por isso, preparamos este conteúdo que trata, especificamente, sobre as placas solares e seu tempo de vida.
Afinal de contas, esse é um elemento fundamental para a captação da energia solar e da posterior conversão em energia elétrica.
Daí, a importância em compreender o seu papel nessa atividade para que você se certifique de ter feito boas decisões. Quer descobrir como maximizar o desempenho e a longevidade das suas placas solares?
Siga com esta leitura, então, e aprenda ainda mais sobre o funcionamento da placa solar!
O que é um painel solar?
O painel solar é um dispositivo composto por módulos fotovoltaicos, que são parte fundamental de todo o sistema solar fotovoltaico. Pois como dissemos acima, esse produto é o grande responsável por converter a luz do sol em energia elétrica.
Também vale dizer: o painel solar é aquele que mais se destaca em qualquer projeto, né? Esteja ele no solo ou mesmo no topo de edifícios.
Do que são feitos os painéis solares?
Além da estética agradável e que chama a atenção, o painel solar tem uma confecção ainda mais impressionante. Isso porque, ele é composto por um conjunto de células fotovoltaicas de silício que são montadas em série para adicionar à tensão até alcançar o número necessário de cada placa.
E o produto entra em funcionamento quando em contato com os raios solares, e aí os fótons de luz incidem sobre o silício e geram uma tensão que vai, gradualmente, gerar a produção corrente elétrica.
Qual a durabilidade de um painel solar?
Agora vamos responder à grande questão em torno do artigo: a vida útil da placa solar. E é seguro afirmar que esse tipo de produto tem um desempenho de cerca de 25 anos — podendo ir além disso, inclusive.
Mas o ponto-chave sobre a vida útil da placa solar tem a ver com o seu desempenho ao longo de todo esse tempo — após mais de duas décadas de uso, as placas solares ainda atuam com cerca de 80% do seu desempenho original.
Mas também vale deixar claro: esse é um padrão do mercado. Se alguém disser que suas placas solares vão ter 100% de desempenho mesmo após 20 anos de uso, desconfie.
E isso acontece porque a luz solar enfraquece as ligações químicas das placas solares gradativamente. E isso afeta, invariavelmente, no desempenho do produto.
Inclusive, vale ter como parâmetro a seguinte proporção: em seu primeiro ano de uso, a vida útil da placa solar reduz em até 3%. Depois, a média é de 0,7% a menos de eficiência anualmente.
Vida útil placa solar: como aumentar a sua durabilidade?
Hora de falar sério com quem está pensando em instalar um sistema fotovoltaico na sua empresa ou residência: os usuários também influenciam na vida útil da placa solar e de todo o sistema, na verdade.
Afinal de contas, estamos falando de um produto e com componentes manufaturados. É de se esperar que ocorra a depreciação natural deles, mas que o bom estado de preservação e conservação também são de grande valia para que essa vida útil se prolongue ainda mais.
Mas o que pode ser feito nesse sentido?
A seguir, a gente separou um breve e eficiente manual de boas práticas para que você não tenha responsabilidade na depreciação precoce da vida útil da placa solar. Confira:
limpe os módulos solares. Processo simples e funcional que não demanda nenhum conhecimento técnico, inclusive. Basta realizar a limpeza com um pano úmido, sem o uso de produtos químicos;
analise bem a recomendação de manutenções preditivas das placas solares. Isso contribui para evitar imprevistos e, ainda, ter que lidar com custos extras de uma eventual manutenção corretiva;
realize as manutenções preventivas conforme as indicações do fabricante. Todo equipamento pode sofrer, aqui e ali, com a necessidade de ajustes. E quando feito preventivamente, você gasta menos e se previne contra problemas;
acompanhe os dados de produção de energia. Essa é outra medida simples e que tem elevado impacto positivo para desconfiar de que há algo errado com o seu sistema de geração de energia fotovoltaica;
mantenha, sempre, os painéis na posição correta para que eles permaneçam garantindo toda a capacidade de geração de energia pela qual eles foram projetados.
Reciclagem de painéis solares: entenda a importância
Você sabia que é possível (e importante) reciclar os painéis solares?
Afinal de contas, o material em torno da confecção de cada placa é reciclável, como é o caso do vidro e do alumínio, entre outros componentes que devem ser direcionados para aterros sanitários.
Sem falar que essa é a matéria-prima para a produção de novas placas solares. Assim, esse tipo de recurso se mostra de grande importância para toda a sociedade.
Especialmente, agora que a comercialização de sistemas fotovoltaicos tem se tornado mais e mais popular no mundo inteiro.
Mas não pense que isso precise acontecer constantemente. Lembra-se que comentamos a respeito da vida útil da placa solar? São cerca de 25 anos, cada placa, e isso vai levar um bom tempo entre a instalação dos dispositivos e a necessidade de substituí-los e reciclá-los, posteriormente.
As placas são bastante duráveis e resistentes. Não à toa, a vida útil do painel solar tende a girar em torno de até 30 anos, aproximadamente.
Mas assim como acontece com qualquer outro produto, ele é suscetível a todo tipo de risco — direta ou indiretamente — à sua integridade. Especialmente, porque trata-se de um produto que fica vulnerável a todo tipo de agressão, como:
a própria ação do sol;
chuva e/ou granizo;
raios;
poeira e outros tipos de resíduos;
sujeira acumulada.
Esses fatores, individualmente ou somados, podem influenciar prejuízos às placas solares. Até por isso, uma boa rotina de manutenção e de cuidados é fundamental.
Também vale considerar outros fatores que tendem a colocar em risco a vida útil do painel solar. Um animal pode deslocar ou rachar, até, uma placa ao chocar-se contra ela.
É improvável, mas pode acontecer, certamente.
Sempre podemos destacar, ainda, um problema estrutural na fixação dos painéis. Com o tempo, um trabalho feito com negligência e/ou com produtos de baixa qualidade para fixar as placas, tende a causar um aumento no risco de acidentes.
O que pode, consequentemente, danificar o equipamento e prejudicar o seu investimento e o desempenho do sistema para gerar a quantidade desejada de energia elétrica.
Então, atente-se em criar uma rotina de cuidados múltiplos relacionados à integração das placas e de todo o equipamento. Sabendo disso, fica muito mais fácil garantir que a vida útil do painel solar será preservada e sustentada em seu dia a dia.
Garantia do painel fotovoltaico: entenda como funciona
Boa notícia para evitar que os problemas acima ganhem proporções maiores e graves: ter o seu próprio sistema gerador de energia já vem acompanhado de ótimos serviços de proteção. Como é o caso da garantia do painel fotovoltaico.
Esse tipo de serviço é concedido a quem tenha investido em um sistema fotovoltaico. Contudo, a sua cobertura imediata é limitada a defeitos de fabricação.
Além disso, o período de cobertura varia conforme a empresa contratante. E, assim, o período pode girar em torno de 10 a 12 anos — ou até mais.
Nesse contexto, é importante avaliar cuidadosamente o tipo de empresa com quem você vai negociar os produtos e a instalação do equipamento fotovoltaico. Dessa maneira, a garantia se torna apenas uma medida de proteção e cuja necessidade de uso se torna menor.
Uma dica para tomar boas decisões é fazendo uma detalhada comparação de mercado. Se o preço oferecido no equipamento fotovoltaico e na instalação estiver muito abaixo da média, desconfie.
Esse pode ser um problema que vai contribuir, ativamente, para a redução da vida útil do painel solar. Por sua vez, ao investir em soluções de qualidade e com boas oportunidades de negociação, as chances de não usar a garantia do painel fotovoltaico aumentam.
Manutenção do painel solar: quando realizar?
No geral, a limpeza e manutenção do equipamento de energia solar é recomendada anualmente. Assim, você pode planejar-se com antecedência para que o serviço seja realizado de modo planejado e sem interferir no processo de geração de energia.
Mas lembre-se, também, que isso não é uma regra. Como destacamos anteriormente, uma série de fatores pode colocar em risco a vida útil do painel solar. Dessa maneira, pode ser que o serviço tenha que ser agendado em áreas onde esses aspectos ocorrem com mais frequência e/ou intensidade.
Por exemplo: áreas onde há um acúmulo maior de poeira e outros resíduos.
Daí, a importância em fazer vistorias com periodicidade. Isso ajuda a identificar se está na hora — ou não — de agendar uma nova limpeza e manutenção do painel solar.
Dicas e cuidados com as placas solares
O primeiro cuidado que se deve ter é com relação a toda a estrutura do seu equipamento fotovoltaico. Nesse caso, foque sua atenção nos componentes do sistema, que inclui:
toda a estrutura em que o equipamento é fixado;
o ambiente de instalação do sistema fotovoltaico;
cabos e fiações em torno do produto (o aspecto geral deles);
Como apontamos acima, quando isso é feito em caráter preventivo, é possível evitar problemas maiores. E ao menor sinal de problema, você consegue agir com dinamismo e precisão para garantir uma solução menos custosa.
E isso, sem dúvidas, contribui ativamente para manter ou mesmo prolongar a vida útil do painel solar com bons níveis de desempenho por mais tempo.
Inclusive, evite fazer a limpeza e manutenção do sistema fotovoltaico por conta própria. Embora o processo possa ser realizado, ao delegar para pessoas especializadas, o risco de algum problema ocorrer é ainda menor.
Importância de uma equipe especializada em operação e manutenção
Como apontamos acima, uma equipe especializada em operação e manutenção pode ajudar a manter o seu investimento valioso e durável por ainda mais tempo.
Sem falar na expertise em garantir um serviço confiável e alinhado às necessidades de cada projeto. E, até, no alinhamento com regulações e exigências para a realização de um serviço que, muitas vezes, pode envolver risco a quem fizer a limpeza.
Afinal de contas, muitas vezes um sistema fotovoltaico é instalado no telhado da propriedade. E isso demanda atenção a regulações específicas e, também, ao uso de EPIs (equipamentos de proteção individual).
Portanto, é um trabalho que envolve conhecimento técnico e boa dose de segurança (do equipamento e de quem estiver prestando o serviço). Isso tudo vai evitar que você tenha problemas e que o seu sistema fotovoltaico permaneça em grande capacidade de geração de energia.
A vida útil da placa solar gira em torno de 25 anos, mas as boas práticas de conservação e preservação influenciam e muito nesse processo. Assim, você se certifica de que a eficiência do sistema continue em alta, sendo natural e gradativamente menor como acontece com qualquer placa solar.
Esperamos que você tenha tirado suas dúvidas sobre o assunto, e conte conosco para implementar soluções duráveis e eficientes para o seu negócio também!
A manutenção do sistema de energia solar é necessária. E deve acontecer periodicamente.
Isso é algo que pouca gente se atenta ao instalar o sistema fotovoltaico, imaginando que as despesas com a aquisição do equipamento é a única a ser quitada. O que não é verdade.
Esse investimento na limpeza das placas solares é fundamental para manter o sistema funcionando e promovendo o aumento da vida útil de todo o equipamento.
Que tal vermos, então, porque você não deveria temer, de forma alguma, a fundamental importância em lidar com a manutenção da energia solar do seu lar ou empreendimento? É só seguir com a leitura deste post!
Funciona desta forma: você tem esse custo periodicamente, mas também recebe em retorno muito mais eficiência e usabilidade dos seus painéis fotovoltaicos.
A importância da manutenção de painéis fotovoltaicos
Vamos começar explicando a necessidade dessa atividade. Por meio da manutenção preventiva do painel solar, você consegue acumular alguns benefícios no seu dia a dia gerando energia solar e convertendo-a em créditos para obter desconto na conta de luz.
Veja, a seguir, os principais deles!
Garante maior eficiência do sistema energético
Não tem muito segredo, aqui: assim como qualquer equipamento oferece o melhor desempenho quando seus componentes estão em excelentes condições de uso, o sistema fotovoltaico segue a regra.
Portanto, a limpeza dos painéis solares ajuda a garantir o bom funcionamento de todo o sistema, que se traduz na produção do máximo possível de energia.
Um equipamento bem cuidado dura mais, e é por isso que a periodicidade da manutenção dos equipamentos de energia solar é tão importante.
No geral, o inversor de energia solar pode durar cerca de 15 anos, enquanto muitos painéis solares podem chegar a 25 ou mais anos de utilização. E muito disso pode ser proporcionado por meio de uma rotina bem planejada de limpeza e manutenção.
Maximiza o retorno dos painéis solares
Se os painéis solares funcionam adequadamente, você ganha em eficiência operacional, mais tempo de uso do sistema e, também, porque os retornos são melhores.
Por retorno, queremos dizer da geração de energia em si que é convertida, posteriormente, em créditos solares. E também vai ajudar a quitar rapidamente o payback do seu investimento em energia solar.
Entenda os tipos de manutenções em sistemas fotovoltaicos
Existem diferentes tipos de manutenções que podem ser aplicados e influenciam, aqui e ali, no valor do investimento e nos ganhos obtidos com a sua decisão.
Para que fique um pouco mais claro como isso se aplica na manutenção de energia solar, vamos falar sobre cada um deles a seguir.
Manutenção preditiva
Manutenção preditiva é aquela que tem como objetivo o planejamento antecipado da limpeza e eventual substituição de peças para evitar um problema futuro.
Para tanto, são analisados todos os componentes e a manutenção é agendada para que todo tipo de ocorrência (como rachadura, mau funcionamento etc.) ocorra.
Manutenção preventiva
A manutenção preventiva, por sua vez, também ocorre de modo antecipado e, portanto, preventivo. A principal diferença, contudo, está na atenção às atividades mais corriqueiras, não indo a fundo no modo preditivo que leva em consideração o tempo de vida útil de todos os componentes.
Neste caso, a manutenção do sistema solar teria algo mais a ver com a limpeza das placas solares e em saber como fazer a manutenção do painel solar para manter o seu bom desempenho.
Manutenção corretiva
Por fim, a manutenção corretiva, que é aquela realizada somente quando algo dá errado. E ela é pouco recomendada porque inviabiliza o uso do sistema fotovoltaico, dependendo do problema, e tende a exigir a troca de peças e componentes.
O que costuma encarecer o serviço quando comparamos com os outros tipos de manutenção de energia solar citados acima.
Por que fazer a limpeza de painel solar é importante?
Assim como a manutenção tem um papel significativo na durabilidade, performance e resistência do sistema fotovoltaico, a limpeza dos painéis solares confere amplos benefícios ao equipamento como um todo.
Afinal de contas, o acúmulo de sujeira e outros tipos de resíduos podem interferir (direta ou indiretamente) na capacidade de absorção de energia solar de cada painel solar.
Com um trabalho dedicado de limpeza das placas solares, você garante a quantidade de energia produzida e projetada no planejamento do seu equipamento de energia solar.
Sem falar que outros benefícios podem ser colhidos a partir desse trabalho periodicamente, como:
mais durabilidade para as placas solares. Em média, esse equipamento pode durar até 30 anos — e muito disso se deve ao planejamento de manutenção e limpeza de todo o sistema fotovoltaico;
retorno do seu investimento dentro do prazo calculado. Afinal, quanto melhor a performance dos painéis solares, mais energia será produzida. E é isso que vai garantir o retorno gradativo e conforme as projeções iniciais.
Contudo, entendemos que o processo de limpeza das placas solares pode parecer amedrontador. Imagine só, quebrar algum componente por utilizar um produto capaz de danificar o equipamento? Ou desviar as placas solares da posição ideal durante a limpeza?
Imprevistos acontecem e é importante saber, exatamente, como realizar esse tipo de tarefa antes de iniciar o trabalho.
Mas também recomendamos a contratação de empresas especializadas nesse tipo de serviço. Mais um investimento que tem tudo para potencializar — ainda mais — os benefícios da energia solar.
Como limpar os painéis solares com segurança?
Como destacamos acima, não se trata de um serviço qualquer. A limpeza de placas solares requer cuidado, um pouquinho de técnica e atenção aos detalhes.
Isso tudo vai conferir mais qualidade ao trabalho e proteção a todo o equipamento no momento da limpeza. O que, consequentemente, vai reduzir os riscos de causar danos ao sistema fotovoltaico ou, ainda, causar problemas capazes de prejudicar o desempenho das placas solares.
Daí, o cuidado em aprender como limpar os painéis solares com segurança. E, a seguir, reunimos algumas dicas que consideramos fundamentais para a realização dessa atividade.
Primeiramente, procure limpar as placas solares nos horários mais indicados por especialistas: no início da manhã ou no final da tarde. São faixas horárias em que a temperatura das superfícies das placas está relativamente baixa e não oferece riscos de causar um choque térmico nelas. Dias nublados podem ser uma boa pedida também.
Em seguida, desligue o sistema fotovoltaico. Esse é um passo fundamental para garantir a sua segurança e a integridade do equipamento ao longo do processo.
Depois, analise cada módulo a fim de identificar algum tipo de avaria, como rachaduras ou qualquer dano visível. Com isso feito e nada de errado diagnosticado, você pode fazer a limpeza das placas solares, e o mais indicado para isso é, simplesmente, água corrente e um pano macio.
Simples, né? Nem tanto, e por alguns motivos: a pressão da água deve ser levada em consideração. E isso significa que as mangueiras de alta pressão devem ser desconsideradas.
Além disso, o trabalho de limpeza de placas solares envolve subir no telhado, muitas vezes. E, para isso, são requeridas algumas certificações técnicas (além do uso de EPIs). O que vale reforçar: a contratação de mão de obra especializada é o caminho mais assertivo para a limpeza do sistema fotovoltaico.
O que usar para limpar os painéis solares?
Como destacamos acima, o processo de limpeza dos painéis solares, em si, não demanda muito esforço. É preciso um tanto de água corrente e garantir que o fluxo de água aconteça de cima para baixo e, também, no mesmo ângulo de inclinação das placas solares.
Para auxiliar na remoção de impurezas e resíduos, você ainda pode contar com o auxílio de alguns produtos específicos. É o caso, por exemplo, de uma escova ou vassoura que foram desenvolvidas exclusivamente para a limpeza de placas solares.
Além disso, é importante secar o equipamento após a limpeza. E, para isso, use um rodo e também o já mencionado pano macio. Isso tem a principal função de evitar o acúmulo de cálcio à medida que a água sobre as placas evapora lentamente.
O que evitar durante a limpeza das placas solares?
Se, por um lado, você já tem uma boa noção do que deve ser feito para a correta limpeza de placas solares, fica fácil imaginar que todo o resto está incorreto.
Mesmo assim, vale reforçar o que realmente pode ser prejudicial ao equipamento. Por mais que algumas ações e/ou produtos agilizem a limpeza, elas podem danificar as placas, e isso gera prejuízos de múltiplas maneiras (em desempenho do sistema e no seu bolso).
Confira, então, algumas coisas que são bem ruins no que diz respeito a limpeza de placas solares:
não use água fria caso a limpeza das placas seja feita em dias muito quentes;
nunca utilize produtos com substâncias corrosivas e alcalinas em suas composições, como álcool industrial, acetona e ácido hidrofluorídrico, entre outros;
não use produtos abrasivos ou que possuam pontas rígidas. É o caso da lã de aço ou mesmo lâminas etc.;
não utilize máquinas pressurizadoras de água. Por mais que as placas solares suportem determinada pressão, esse equipamento pode acabar por comprometer a integridade dos módulos com fissuras ou mesmo rachaduras.
E se ainda tiver dúvidas ou receios para realizar a limpeza de placas solares, nossa dica é: contrate especialistas que podem trazer ainda mais benefícios ao seu equipamento.
Especialmente, porque esse é um tipo de trabalho que, feito com especialistas, apenas valoriza o seu investimento. O que minimiza qualquer tipo de incidente ou imprevisto e ainda favorece o desempenho do sistema fotovoltaico.
Dicas para limpeza e cuidados dos painéis solares
Para a realização da limpeza e dos cuidados com os painéis solares, recomendamos, inicialmente, uma análise de todos os componentes do equipamento fotovoltaico, como:
a estrutura de fixação;
todo o ambiente de instalação;
as placas fotovoltaicas.
Isso ajuda a identificar eventuais danos que, preventivamente, podem ser solucionados para garantir sempre o máximo de eficiência operacional das placas solares.
Complementarmente, a limpeza das placas solares deve ser realizada. Para isso, basta o uso de água corrente e do auxílio de equipamentos não abrasivos para remover resíduos. Um pano úmido, por exemplo, pode fazer o serviço de modo caseiro e eficiente.
Antes disso, entretanto, é sempre recomendado que o sistema fotovoltaico seja desligado para agregar segurança durante a manutenção.
Por fim, vale lembrar que a melhor época para fazer a manutenção do equipamento de energia solar é em dias nublados — logo pela manhã ou no fim de tarde. Isso evita que você realize o procedimento quando as placas estiverem muito quentes.
Qual é a frequência necessária para limpeza e manutenções?
Normalmente, a limpeza e manutenção do equipamento de energia solar é indicada anualmente. Ou seja: uma vez ao ano.
Mas isso não é uma regra. Afinal, existem lugares onde o sistema fotovoltaico foi instalado e que existem grandes ocorrências de chuva e de acúmulo de poeira. Nessas situações, recomenda-se a manutenção semestral — a cada 6 meses.
Você também pode fazer uma análise preliminar visualmente. Caso perceba um acúmulo intenso de sujeira sobre as placas, isso significa que é hora de agendar uma nova manutenção do equipamento.
Planos de assinatura Maya Energy para manutenção e limpeza
Como vimos, a manutenção do sistema de energia solar é necessária e o investimento é cheio de benefícios para você e para a longevidade do equipamento.
Para que isso seja feito com qualidade e eficiência, nós podemos ajudar! A Maya Energy conta com excelentes condições de planos de assinatura para você manter o sistema fotovoltaico sempre nas melhores condições de uso — e com economia no investimento!
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Auditoria energética: Você está em busca de soluções para melhorar sua gestão de consumo de energia elétrica?
Pois é por meio dessa análise estratégica, feita por uma empresa especializada, que você entende seus pontos fortes e de melhoria. O que conduz, consequentemente, para adaptações que vão conferir eficiência energética ao empreendimento.
Mas como funciona isso e quais são os passos de uma auditoria energética? Ao longo deste artigo, vamos explicar tudo para você. Confira!
O que é a auditoria energética?
Empresas que não sabem precisar a origem do seu consumo de energia elétrica podem se beneficiar de uma auditoria energética. Afinal, esse serviço especializado ajuda a identificar e compreender o seu padrão de consumo.
Como resultado, fica mais fácil definir um plano de ação assertivo para otimizar ao máximo o uso de recursos. Como é o caso da energia elétrica.
Esse investimento, inclusive, é muito bem-vindo. Pois é notório que a bandeira tarifária tem sido implacável com o bolso do brasileiro, nos últimos anos.
Mas a contratação de uma empresa de auditoria energética vai além disso. Tem tudo a ver com a consciência e uso planejado de recursos — especialmente, aqueles finitos, como os oriundos de hidrelétricas.
Como a auditoria energética funciona?
Basicamente, você contrata os serviços de uma consultoria e, após o diagnóstico da empresa, você recebe sugestões que vão impactar a sua empresa em múltiplas frentes.
Tudo isso, é claro, pensando em otimizar ao máximo os recursos da sua empresa.
Em seguida, você consegue colocar sobre a mesa as soluções que melhor atendam à realidade do seu negócio e que vão, de fato, oferecer melhorias significativas.
Saiba quais são os elementos analisados numa auditoria
Como você deve imaginar, cada empresa de auditoria energética tem um método distinto de trabalho. Mas, no geral, os elementos de análise podem coincidir. Confira alguns dos principais deles, logo a seguir:
conta de luz. Nela, a auditoria foca no consumo de energia elétrica;
outras fontes de energia. Por exemplo: gás, biomassa e gasóleo, entre outras;
eficiência das instalações, como os isolamentos térmico e acústico;
aplicação de energias renováveis e outros recursos naturais;
diagnóstico dos sistemas energéticos, como aquecimento, iluminação, ventilação etc..
Também são avaliados os processos internos, desde que eles estejam direta ou indiretamente ligados ao uso de recursos — como os acima listados.
Fases das auditorias energéticas: conheça
Uma auditoria, em geral, tende a seguir etapas muito bem definidas. Pois são por meio delas que um processo é seguido de maneira harmoniosa e eficiente para a identificação de carências e padrões.
Como funciona uma auditoria energética nesse sentido? A seguir, vamos elencar etapa por etapa desse serviço especializado:
recolhimento de informação sobre a empresa;
avaliação do padrão de consumo conforme o uso de fontes de energia;
desenvolvimento do plano de auditoria energética;
implementação do plano de ação identificado após a realização da auditoria energética;
avaliação da atual eficiência energética da empresa;
avaliação do resultado dos planos de ação estabelecidos.
Como realizar uma auditoria energética eficiente?
Como vimos, esse tipo de serviço é composto por, aproximadamente, seis etapas — pode variar de acordo com cada empresa. E isso ajuda a definir um trabalho mais assertivo, dinâmico e blindado contra erros e imprevistos.
Para tanto, é importante contar com o apoio de empresas especializadas para garantir a eficiência no planejamento. É o caso, por exemplo, de serviços que cuidam da operação e manutenção de sistemas de fontes de energia alternativas, como o sistema fotovoltaico.
Dessa maneira, você tem ao alcance total tranquilidade e praticidade para obter os resultados esperados de suas soluções. E toda a expertise de empresas especializadas para cuidar das responsabilidades cotidianas de operação desses sistemas e equipamentos.
Afinal, qual o melhor momento de realizar a auditoria energética?
Não dá para dizer, especificamente, que existe um momento ideal para a contratação de uma auditoria energética. Pelo contrário: você pode solicitá-la a qualquer momento.
Pois, como destacamos nos tópicos anteriores, essa é uma possibilidade diversificada e valiosa para fazer uma autoanálise de todo o consumo da sua empresa.
E, assim, você ganha:
redução de custos;
eficiência operacional;
consciência no consumo;
alinhamento com soluções que valorizem a sua marca (e o trabalho).
Experimente fazer isso com empresas que realmente entendem das suas necessidades e objetivos. Afinal, após realizada a auditoria energética, você vai investir em soluções específicas, e é altamente recomendável que você também valorize esses investimentos.
Um deles é o próprio serviço de operação e manutenção de sistemas solares. Diante do investimento em um sistema fotovoltaico, você pode garantir o melhor desempenho e durabilidade do equipamento com serviços desse tipo.
A auditoria energética é um serviço prestado por empresas especializadas que têm como principal objetivo a análise da eficiência energética.
Dessa maneira, dá para entender melhor o consumo da empresa e quais são as carências e oportunidades que se obtém a partir disso.
Inclusive, a substituição do consumo de energia elétrica convencional por um sistema fotovoltaico tende a figurar entre as soluções apontadas.
E, nesse sentido, indicamos que você conte com o auxílio de especialistas para a implementação do seu projeto e também para a manutenção dessa delicada operação.
A Maya Energy é referência nesse tipo de trabalho. Então, caso queira uma verdadeira parceira para alcançar os resultados projetados em sua auditoria energética, fale conosco!
Você, talvez, ainda não saiba o que é uma ESCO ou como funciona a ESCO. Mas só de conhecer os seus benefícios, vai certamente querer entender tudo a respeito da Energy Services Company.
Pois é isso o que significa a sigla, cuja tradução em português seria algo como empresas que prestam serviços de conservação de energia.
Um ponto elementar para melhorar sua eficiência energética e trazer muito mais valor ao dia a dia da sua empresa, concorda?
Então, confira conosco o que é a ESCO e como você pode aplicar essa prática no seu empreendimento!
O que é uma ESCO?
Basicamente, quando falamos em ESCO estamos nos referindo a empresas de engenharia cujos serviços são focados em soluções de conservação de energia. Atrair, portanto, mais eficiência energética nas instalações dos seus contratantes.
Nesse sentido, essas empresas conseguem prestar uma verdadeira consultoria para minimizar desperdícios, otimizar o uso de energia e, assim, conferir melhor performance e valor ao trabalho conduzido em gestão de energia — e em toda a sua cadeia produtiva.
Etapas dos serviços oferecidos por uma ESCO
Vamos entender como uma ESCO atua na prática? O primeiro passo consiste em diagnosticar a rotina de trabalho na sua empresa. Por meio dessa avaliação, é possível identificar os gastos energéticos e a relação de equipamentos e mão de obra com esse tipo de recurso.
Em seguida, são identificadas as melhores oportunidades de melhoria e aplicação, como:
assessoramento para a contratação de financiamentos;
identificação de atrativos e ativos, por meio de análises e sugestões, para otimizar os gastos e o consumo de energia elétrica;
substituição (seja ela parcial ou integral) do insumo energético;
auxílio e orientação na implantação das oportunidades sugeridas e aceitas.
São empresas assim que podem sugerir a aplicação de recursos de fontes de energia renováveis. Como é o caso da energia solar, por exemplo.
Mas trata-se de uma avaliação completa, no fim das contas, e que vai passar por todos os aspectos de consumo de energia. Até mesmo no que diz respeito aos tipos de usos de dispositivos, nas edificações, e a possibilidade de obter benefícios financeiros a partir do planejamento e aplicação estratégica de tarifas adequadas.
Modelos de negócios na ESCO
Perceba a ESCO como uma verdadeira parceira de negócios para a sua eficiência energética.
Afinal, esse tipo de empresa vai além da oferta de serviços técnicos: como destacamos, ela tem um papel fundamental tanto na orientação quanto na avaliação de oportunidades e riscos. E mais: ela pode, inclusive, financiar a operação ou aproximar você de investidores em potencial para a viabilização desse projeto.
Que pode ser, por exemplo, a construção de uma usina solar para distribuir energia para outros clientes interessados. Você, então, geraria energia para então passar a comercializar para pessoas e empresas também interessadas em desenvolver o uso de energia por meio de fontes sustentáveis.
BOT (Build, Operate and Transfer): conheça esse modelo
Quando falamos em ESCO no Brasil, o modelo BOT pode se destacar porque tem ampla popularidade e aceitação entre empresas. Mas o que isso significa, exatamente?
No papel e na prática, significa que a ESCO vai realizar todo o projeto avaliado, incluindo:
planejamento;
implementação;
responsabilidade por riscos e custos iniciais. Algo que vai dos equipamentos à operação.
Empresas que prestam Operação & Manutenção de sistemas fotovoltaicos costumam ter participação direta e indireta em modelos assim. Usando uma usina solar como exemplo, mais uma vez, significa que você não precisa se preocupar com a geração de energia, porque uma empresa qualificada e especializada vai estar por trás de toda a gestão no seu lugar.
E, assim, fica ainda mais fácil apenas colher os rendimentos desse tipo de solução que vai abastecer a sua empresa e também muitos outros clientes interessados.
Como destacamos, até aqui, a ESCO não é, simplesmente, uma empresa de consultoria. E vai além do conceito genérico de uma empresa de engenharia.
Sua especialização em redução de custos com energia gabarita-a para participar ativamente de reais oportunidades de eficiência energética. Sem falar da atuação lado a lado com você, tanto no planejamento quanto no investimento e na execução.
Um parceiro, portanto, e não simplesmente uma empresa interessada em vendas e lucros. Afinal, a ESCO pode oferecer uma série de oportunidades para que você se beneficie, como:
alternativas viáveis para promover sua eficiência energética;
identificação de oportunidades conforme as características das suas instalações e os seus objetivos;
avaliação de soluções técnicas;
análises ambiental e financeira;
planejamento e desenvolvimento de projetos;
gerenciamento e implantação das obras.
Tudo aquilo que você pode precisar de um aliado que entende do que está falando.
Principal vantagem em contratar uma ESCO para projeto de EE
Acima, já destacamos as principais vantagens de uma ESCO para o seu projeto de eficiência energética (EE). Você pode ter mais qualidade na sua gestão, delegar a uma empresa a parte operacional e garantir, no processo, redução de custos. O que vai contribuir ativamente para aumentar os resultados futuros da sua organização.
Quer uma ajudinha para começar já do jeito certo? Clique aqui e conheça os serviços de O&M da Maya Energy! Podemos, assim, colocar em prática as melhores soluções de operação e manutenção das suas boas práticas de eficiência energética!
Conclusão
Viu como uma ESCO pode ser de grande valia para o seu empreendimento? Com uma parceira séria e comprometida, sua busca por resultados se torna mais ágil, precisa e efetiva, acima de tudo.
Como resultado, você se beneficia de qualificar sua gestão com equipes e equipamentos capazes de fortalecer a sua marca por meio de todas as vantagens que aqui citamos, sobre a ESCO. Conte conosco para auxiliar conforme as suas necessidades e objetivos!
Imagine usar o excedente de energia solar gerada, gerada em um imóvel, para consumir em outro local? Essa é a premissa do autoconsumo remoto. E, inclusive, essa é uma realidade que tem agregado ainda mais benefícios à energia solar — residencial, comercial ou industrial.
Mas não pense que esse diferencial é, necessariamente, uma novidade. Afinal de contas, essa modalidade de distribuição do excedente de créditos solares só foi possível mediante o desenvolvimento da Resolução Normativa 687 da ANEEL, de 2015.
É claro que, para isso funcionar, existem características especiais e restrições que devem ser observadas para usufruir da geração compartilhada de energia — como também é chamada.
E só para você ter uma noção do crescimento dessa modalidade aqui no país: já encontramos um total de quase 4,5 mil unidades usando o autoconsumo remoto. Isso gera a média de 130,4 MW e por meio de 19.557 receptores de créditos
Bastante coisa, né? Então, para que você também entenda e aplique essas vantagens, e também entenda o limite do autoconsumo remoto para beneficiar-se dessa possibilidade, preparamos este post. Confira os tópicos a seguir, e aprenda tudo sobre o assunto!
Como funciona o faturamento no autoconsumo remoto?
Todo o conceito do autoconsumo remoto está amparado nos rigores de regulações e parâmetros elaborados pela Aneel. E isso inclui o faturamento dessa modalidade.
Para começar: a prioridade para o uso dos créditos solares é, sempre, da unidade geradora de energia. Aquela que tem o sistema fotovoltaico instalado, portanto.
É o excedente que poderá ser utilizado em uma segunda propriedade, e de acordo com as condições também apontadas pelo próprio órgão.
Por exemplo: o imóvel deve estar sob a mesma titularidade da unidade geradora de energia. E desde que sob a concessão da mesma distribuidora de energia elétrica.
Dessa maneira, em condições ideais de produção própria, a unidade geradora de energia tende a pagar somente a taxa mínima de luz. Esse é um custo fixo e praticado pela concessionária para garantir a disponibilidade dos fios conectados em toda a rede.
Resumidamente, é uma taxa de manutenção da infraestrutura da rede elétrica.
Em seguida, com eventuais créditos solares excedentes, a distribuição ocorre segundo o acordo firmado entre o consumidor e a distribuidora em contrato.
Mas não se preocupe se algo mudar ao longo do tempo: você pode modificar esse acordo a qualquer momento.
E ainda vale acrescentar: se a produção de energia por meio do seu sistema fotovoltaico for suficiente para suprir as despesas integrais da conta de luz em ambas as propriedades, você só paga a taxa mínima das duas propriedades.
Consegue imaginar a imensa vantagem em economia disso?
Quais são os equipamentos necessários?
E aí? Acha que o autoconsumo remoto pode ser uma possibilidade real de economizar e, por meio disso, obter um retorno rápido do seu investimento?
Então, vamos aproveitar para explorar um pouquinho melhor os aspectos técnicos em torno da sua geração de energia por meio do sistema fotovoltaico. A seguir, separamos quais são os equipamentos necessários para a montagem dos painéis e torná-los funcionais:
estrutura metálica. Nela, são fixados os painéis solares de acordo com as características do local onde todo o sistema vai ser instalado (no telhado ou sobre o solo, por exemplo);
painéis solares. Eles são os responsáveis por absorver a luz solar e, posteriormente, encaminhá-la para a conversão em energia solar;
String box. Esse equipamento possui os dispositivos de segurança que mantêm o sistema fotovoltaico em bom desempenho de eficiência;
inversor solar, um dispositivo que auxilia na adaptação da energia recebida (corrente contínua) para a que vai ser utilizada dentro da propriedade (que é a corrente alternada);
medidor bidirecional. Responsável por registrar o nível de energia em tráfego no imóvel.
Uma central solar fotovoltaica — ou usina solar — tem vantagens e desvantagens. Mas, no geral, a solução tem se destacado como uma grande fonte de investimento para quem deseja ingressar de vez no mercado de energia renovável.
Afinal de contas, suas usinas podem abastecer as propriedades de quem tem interesse em contar com os benefícios da energia solar.
Mas como funciona uma usina solar fotovoltaica? Ao longo deste post, vamos responder a esta e outras perguntas relacionadas ao tema. Acompanhe, conosco, esta leitura!
O que é uma central solar?
Central solar ou usina solar: sinônimos associados ao espaço onde painéis solares são instalados para a geração de energia por meio do astro-rei.
A sacada, aqui, é que você vai precisar de bastante área útil para a idealização de um sistema fotovoltaico favorável para muita captação de energia. Isso porque, sua usina vai proporcionar diferentes quantidades de energia conforme o interesse de cada um dos clientes interessados em investir na utilização de créditos solares para abater o valor em suas respectivas contas de luz.
Ou seja: por meio de mensalidades, você viabiliza o retorno do seu investimento, nutre o mercado de energia solar e torna o acesso a esse tipo de solução ainda mais acessível.
Só pontos positivos, não é mesmo?
A Central solar fotovoltaica e a heliotérmica: entenda
Antes de seguirmos com a explicação a respeito da central solar fotovoltaica, podemos diferenciá-la da central heliotérmica.
Isso porque, a versão heliotérmica de uma central solar tem seu funcionamento aplicado ao uso de espelhos, e não de painéis solares. São eles quem refletem a luz solar e, em seguida, o calor alimenta uma solução de vapor que vai movimentar as turbinas do sistema.
São soluções distintas, portanto, mas com um principal objetivo em comum: a geração de energia elétrica por meio da luz solar.
Central solar fotovoltaica: conheça as vantagens
Anteriormente, destacamos as vantagens de contar com uma central solar fotovoltaica e, abaixo, vamos reforçar esses pontos. Assim, fica mais fácil identificar os aspectos positivos de investir em uma solução desse tipo. Confira:
produção de energia limpa — não emite gases poluentes;
uma fonte de energia renovável, sendo sustentável e sem impacto ambiental;
equipamento com longa vida útil;
baixo custo de manutenção.
E pode ser uma interessante fonte de renda, como já mencionamos. Você já se convenceu de que uma central solar fotovoltaica pode fazer toda a diferença para promover mais lucratividade à sua rotina?
Quais são os tipos de sistemas fotovoltaicos?
Vale a pena, ainda, conhecer os principais tipos de sistemas fotovoltaicos. Afinal, cada um deles conta com características que vão influenciar a distribuição de energia gerada por meio dos painéis solares. Entenda mais, a seguir!
Sistema Off Grid (Geração Isolada)
A ideia do sistema off grid consiste na geração de energia elétrica por meio da absorção da luz solar e do seu armazenamento em baterias. Assim, você não precisa se conectar à rede elétrica convencional e passa a ter total autonomia sobre a sua geração e o consumo de energia.
Sistemas On Grid ou Grid Tie (Geração Distribuída - GD)
O sistema on grid, por sua vez, se popularizou como o modelo convencional (e mais atual) do que o sistema off grid. Nele, o sistema de geração distribuída é conectado à rede elétrica da distribuidora de energia de cada região. Assim, a energia solar é enviada até a concessionária, convertida e transformada em créditos solares.
É que vai trazer a desejada economia na conta de luz todos os meses, posteriormente.
Usinas solares (geração centralizada)
Usinas solares — ou a central solar fotovoltaica — são grandes geradoras de energia solar e que tendem a ser usadas para abastecer diferentes propriedades com a energia oriunda dos painéis solares.
Com isso, o acesso à energia se torna mais democrático e confere os benefícios da energia solar para mais pessoas. Mesmo para quem não tem espaço ou o investimento necessários para a instalação de um sistema fotovoltaico.
Por fim, os sistemas híbridos: esse modelo de sistema de energia solar fotovoltaica tende a combinar um pouquinho de cada sistema — on grid e off grid — para oferecer mais autonomia e vantagens às propriedades que geram a sua própria energia.
Como deve ser feita a manutenção do sistema fotovoltaico?
Assim como todo equipamento sensível e operacional, a manutenção dos painéis solares deve ser feita para garantir sua contínua eficiência.
E saiba que a central solar fotovoltaica não é exceção.
Essa atividade preventiva deve acontecer periodicamente para certificar-se de que os painéis solares estão funcionando perfeitamente. Além disso, que a geração de energia permanece nos índices previstos no planejamento do projeto.
Parte disso tudo tem a ver com a rotina de limpeza e manutenção do sistema fotovoltaico.
E como você deve imaginar, sua usina solar está constantemente exposta a uma série de agentes, como:
poeira;
poluição;
folhas e galhos;
detritos, como fuligem ou dejetos de aves.
Tudo aquilo que, com o tempo, acumula-se na superfície dos painéis solares e prejudica o trabalho da usina solar. E, ainda, é fundamental realizar esse trabalho de limpeza e de conservação da maneira apropriada. Pois as placas solares podem ter longa vida útil, mas isso pode ser abreviado sem os devidos cuidados.
Até por isso, vale a pena ter por perto um serviço capaz de cuidar de todas as necessidades da sua central solar fotovoltaica. assim, você se preocupa cada vez menos com a gestão do sistema, deixando toda a parte técnica e burocrática na mão de empresas especializadas.
Qual a vida útil e garantia típica dos equipamentos? Entenda
No geral, as placas solares têm vida útil estimada de 25 anos, aproximadamente.
Todo o sistema, por sua vez, pode alcançar a média de 30 a 40 anos. Com um bom trabalho de conservação da sua central solar fotovoltaica, você só tem a se beneficiar disso tudo por décadas à frente.
E então, deu para entender o que é e como funciona uma central solar fotovoltaica? Conte conosco para colocar em prática os seus planos de investimento em soluções desse tipo para democratizar ainda mais o acesso a essa fonte de energia renovável por todo o país!