
Estamos mais e mais acostumados com serviços de assinatura, hoje em dia. O que pode surpreender você é que, neste caso, estamos falando especificamente da assinatura de energia solar — a solução perfeita para usufruir rapidamente dos benefícios do sistema fotovoltaico.
Com facilidade para se adaptar às suas necessidades e gerar a sempre bem-vinda economia na conta de luz, o serviço tem se popularizado e pode fazer a diferença mensalmente no orçamento do seu lar ou da sua empresa.
Assim, quer saber como funciona a energia solar por assinatura? Siga com a leitura deste post e veja se esse serviço diferenciado vale a pena para o se perfil de consumidor!
Veja também: como funciona o autoconsumo remoto.
Antes de explicarmos sobre o serviço de assinatura de energia solar é necessário falar sobre o conceito de fazenda solar: esses locais produzem energia e distribuem para a rede da energia elétrica.
Assim, quem tem interesse na assinatura de energia solar encontra a solução nessas fazendas que conferem os créditos de energia solar para, assim, baratear as despesas com a conta de luz mensalmente.
Logo, um avanço e tanto para quem vem avaliando os benefícios da energia solar e pode, com o serviço, ter um vislumbre sobre as possibilidades proporcionadas.
A energia solar tem sido cada vez mais difundida no país. Hoje em dia, assumiu um ar de protagonismo na geração de energia de fontes renováveis e a sua aplicação residencial e empresarial (para comércio ou indústria) expandiu imensamente.
Um exemplo: a fonte solar já ultrapassou a potência instalada na usina hidrelétrica de Itaipu. Sinal evidente de que mais pessoas e empreendimentos estão se alinhando à versatilidade de um sistema fotovoltaico.
Assim, mesmo que a energia solar não seja novidade no país, tendo se popularizado mais a partir da primeira década do século 21. Hoje, com mais popularidade, a tecnologia também se torna mais acessível.
E é aí que entram novas possibilidades de uso, como por exemplo, a energia solar por assinatura. Algo que só foi possibilitado a partir de 2015, com a legalização da modalidade de geração de energia compartilhada.
Já destacamos a economia na conta de luz como um dos grandes diferenciais desse tipo de serviço. Mas não é só isso que deveria fazer você ponderar se vale a pena a energia solar por assinatura.

Afinal, outras particularidades podem ser apontadas para que você analise cuidadosamente a possibilidade de contratação do serviço de assinatura de energia solar.
Confira, conosco, quais são e veja se o custo benefício é tão impactante quanto o mercado tem avaliado:
Ou seja: você passa a consumir uma energia oriunda de fontes renováveis e limpa, contribuindo com o meio ambiente, e ainda garante boa economia na conta de luz.
E isso tudo sem o investimento necessário para instalar o sistema fotovoltaico em sua residência ou empresa, tornando a assinatura de energia solar em uma solução imediata.
No geral, o serviço tem sido de grande proveito por pessoas físicas e jurídicas que estão em busca de uma fonte de energia renovável, mas não conseguem investir nesse tipo de solução no momento — independentemente de qual seja o motivo.
Logo, seja você uma pessoa física ou uma pessoa jurídica, o serviço pode ser perfeito para você! Assim, você usufrui dos grandes benefícios da energia solar sem a necessidade de arcar com os custo da instalação de um sistema fotovoltaico na sua residência ou no seu empreendimento.
Vamos ver como isso funciona na prática? Uma vez produzida e coletada a energia solar por meio dos painéis fotovoltaicos, as fazendas solares enviam o montante à distribuidora de energia elétrica.
Normalmente, é nessa etapa que a energia é convertida em energia elétrica e direcionada de volta à unidade geradora por meio de créditos solares. Mas com a energia solar por assinatura, a ideia é encaminhar esses créditos para os consumidores.
Resumidamente, a ideia é similar ao aluguel de algumas placas de painéis solares dessas fazendas solares. Por meio de planos de assinatura, você define com clareza a quantidade de créditos que você tem direito e, assim, definir a economia na sua conta de luz.
E como esse desconto aparece na conta de luz? Como um item classificado como “Energia Injetada”. Lembrando, apenas, que os custos extras na conta de luz devem ser pagos normalmente, pois são considerados “residuais” e não estão alinhados com o plano do seu serviço de assinatura de energia solar.
Saiba mais: Tarifa horo sazonal: o que é e como funcionam em sua conta
Como apontamos anteriormente, as fazendas solares e a energia solar por assinatura só são possível porque existiu, em 2015, o modelo criado de geração compartilhada.
Isso ocorreu por meio da Resolução Normativa 687/2015 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) com o verdadeiro objetivo de estimular o uso e a implementação de energia solar no país.
Uma das modalidades desse modelo, inclusive, é o consórcio de energia solar, que atende ao modelo de consórcio popularmente conhecido no Brasil.
Nele, pessoas com esse objetivo em comum realizam o consórcio e compartilham o interesse em adquirir o sistema fotovoltaico, pagando a parcela mensal e participando de sorteios para a aquisição da solução.
Quer saber mais a respeito do consórcio de energia solar? Clique aqui para ler nosso artigo!
Ficou com alguma dúvida a respeito da energia solar por assinatura? Confira quais são as dúvidas mais frequentes sobre o tema, e as respostas para cada uma delas!

A energia solar do serviço de assinatura é gerada por meio de fazendas solares.
Em resumo, essas fazendas contam com painéis que direcionam a energia gerada para o endereço que contratou a assinatura de energia solar. Assim, esse consumidor se encarrega exclusivamente de contar com a economia na conta de luz sem a necessidade de instalar painéis fotovoltaicos.
O custo varia conforme o seu consumo e os planos disponibilizados por cada empresa. Contudo, vale a pena observar que a assinatura de energia solar favorece a sua previsibilidade de custos.
Tudo varia, portanto, da média de consumo de energia elétrica no seu imóvel e o tipo de plano que vai ser necessário para suprir essa demanda mensal.
Essa média de economia difere para o tipo de plano adquirido e as necessidades de cada propriedade. Mas, em média, pode-se analisar uma economia de 12% no valor da conta de luz.
Logo, um valor aproximado, mas que pode ajudar a ter uma noção precisa da economia gerada com esse tipo de solução.
Se você tem dúvidas a respeito da energia solar por assinatura ou sente que é hora de avaliar esses benefícios na prática, a Maya Energy pode te ajudar!
Portanto, nós temos fazendas solares que podem atender à sua demanda, fazendo com que a contratação da energia solar por assinatura esteja a poucos minutos de distância da sua rotina.
Para isso, aqui vai o nosso convite: solicite conosco um orçamento e deixe o seu projeto nas mãos de quem entende do assunto!
De fato, a energia solar por assinatura é mais uma vantagem proporcionada pela geração compartilhada de energia solar. Você pode encontrar o plano ideal para suprir as suas necessidades e objetivos. E, assim, apenas desfrutar de todos os benefícios da energia solar.
Fale conosco, caso tenha qualquer dúvida, e para que possamos mostrar na prática como essa energia pode ser uma grande porta de entrada para o uso de energia vinda de uma fonte limpa e, ainda, envolta em economia para o seu imóvel!
Saiba mais: Onde encontrar um simulador de energia solar?
Você talvez não saiba o que é a resolução 482 da ANEEL, mas certamente sabe indiretamente sobre o impacto que a rn 482 trouxe para a sociedade.

Afinal de contas, foi a partir dela que muitas regras sobre a geração de energia solar e a troca pela energia da rede elétrica foram criadas. O que permitiu um avanço significativo na economia gerada pelo uso de painéis fotovoltaicos em residências e empresas.
Para que você entenda em detalhes como isso tudo te beneficia, siga com a leitura deste post e aprenda tudo sobre a resolução normativa 482 da ANEEL!
A RN 482 entrou em vigor em abril de 2012 — marco em que permitiu o acesso do consumidor à microgeração e minigeração distribuída às redes elétricas do país.
Na prática, isso passou a significar que o brasileiro com um CNPJ ou CPF ativo tinha a autorização para gerar a sua própria energia de fonte renovável (como a energia solar ou eólica, entre outras) e realizar uma série de ações por meio dessa capacidade.
Começando pelo básico da questão: o que é microgeração e minigeração de energia?
A resposta ajuda a entender melhor como cada perfil de consumidor produz e consome a energia gerada por meio do sistema fotovoltaico.
De acordo com a resolução 482 da ANEEL, microgeração e minigeração distribuída são:
A potência instalada tem bastante a ver com o consumo de energia elétrica que o imóvel em questão utiliza. Assim, o sistema fotovoltaico abastece as suas necessidades, mas também demanda um importante fator para regular isso: o sistema de compensação de energia elétrica.
Ou seja: a energia que é injetada na rede pelo sistema fotovoltaico é emprestada de forma gratuita à sua distribuidora local. Em seguida, essa empresa compensa o empréstimo no seu consumo de energia elétrica.
E você pode estar pensando, agora: “mas o que acontece se eu gerar mais energia do que consumi em um mês?”
Para essas situações, todo final de mês esse valor é calculado para ser devolvido ao consumidor na forma de créditos de energia solar. Assim, você pode acumular esses créditos e garantir contínuos descontos na conta de luz mesmo quando o consumo for superior à geração de determinado mês.
Vale lembrar, contudo, que a resolução 482 da ANEEL acrescentou um prazo de validade de até 36 meses para esses créditos.
Existem, contudo, critérios para adesão ao Sistema de Compensação de Energia Elétrica. E nem todos os consumidores pode, apenas os cativos da distribuidora podem realizar essa adesão.
Com isso, consumidores livres (ou parcialmente livres) não podem fazer parte do sistema.
Por meio da resolução 482 da ANEEL também ficaram definidas as modalidades para a geração distribuída de energia. Confira!
A geração compartilhada acontece por meio da união de consumidores que se unem por meio da geração de energia, que é distribuída entre eles posteriormente.
Atualmente, isso acontece por meio do consórcio de energia solar, por exemplo. Associações ou cooperativas também atuam nesse sentido, emergindo como representante e administradora do sistema de energia solar para todos os participantes.
Outra possibilidade interessante promovida pela RN 482 da ANEEL é o autoconsumo remoto.
Essa modalidade de geração compartilhada atesta que um gerador de energia pode usar os seus créditos solares para abater as despesas em energia elétrica em um segundo imóvel.
Portanto, além da unidade geradora de energia, os créditos podem ser usados também em outra unidade. Para tanto, esse imóvel deve estar sob a titularidade da mesma pessoa e ambas as propriedades sob a concessão da mesma rede distribuidora de energia elétrica.

Condomínios residenciais ou comerciais também foram beneficiados com a resolução normativa 482 da ANEEL.
Aqui, a ideia consiste na distribuição da energia gerada pelo sistema fotovoltaico para as áreas comuns do condomínio e também para as unidades consumidoras desse mesmo local.
Portanto, a energia gerada pelo sistema e posteriormente convertida em créditos energéticos é dividida entre os condôminos participantes e também para abastecer as áreas do condomínio com energia elétrica.
E diferentemente da geração compartilhada, a modalidade de geração para condomínios não exige a formação de nenhum tipo de consórcio ou da participação de associações.
Confira, também, o que ficou definido com relação ao faturamento da energia por diferentes grupos de consumidores com a resolução 482.
Grupo A é aquele conhecido pelo tipo de consumidor de alta tensão — aquele com tensão igual ou superior a 2,3 kV (quilovolt).
Com a RN 482, fica registrada a tarifa binômia, que é desenvolvida a partir do consumo e da demanda faturável. Assim, a potência da geradora é limitada à demanda contratada que consta na conta de energia elétrica.
Consumidores do grupo B (ou de baixa tensão) lidam com uma tensão inferior a 2,3 kV e também se caracterizam pela monômia. Nela, é apenas aplicável o consumo.
A ideia em torno da questão gira especialmente na ciência de quanta energia a unidade consome, diariamente, para que a concessionária consiga suprir essa demanda.
É importante, então, que esse limite seja estabelecido para que a potência fornecida ao consumidor esteja em total alinhamento, evitando sobrecargas ou mesmo problemas elétricos de outra espécie no imóvel ou mesmo na vizinhança.
Mas essa relação é sempre analisada em detalhes e a concessionária costuma disponibilizar limite suficiente para suprir todo o consumo elétrico do local.
É de se imaginar que uma resolução normativa com mais de dez anos de vigência necessite de constantes atualizações para permanecer atualizada e relevante.
A Resolução Normativa nº 482 da ANEEL não é exceção. E ao longo desse tempo foram duas revisões — ocorridas em 2015 e no ano de 2017 — que vigoraram por meio da Resolução 687, por exemplo.

Outro projeto de lei, inclusive, chegou recentemente para criar grandes mudanças na relação entre o sistema fotovoltaico e o consumidor. Vale a leitura a respeito, é só clicar aqui!
Contudo, é importante analisar primeiro no que consistiu essas mudanças e revisões na RN 482. A principal delas passou a ser considerada por meio da quantidade de energia direcionada à rede de distribuição da concessionária.
Após a revisão ela passou a ser parcialmente compensada para servir, em parte, como remuneração dos custos de transmissão e distribuição da energia;
A resolução 482 da ANEEL trouxe impactos diversos ao mercado. Primeiro, porque passou a regular o mercado com regras, obrigações e direitos para todas as partes.
Esses detalhes foram modificados e ajustados, ao longo dos anos, e isso só foi possibilitado pela RN 482 lá em 2012.
Hoje, temos uma noção mais precisa sobre os benefícios da energia solar e a variedade ampla de aspectos positivos que a sua geração pode causar em residências, comércios e também na eficiência energética industrial.
Portanto, independentemente do tamanho do seu projeto, você vai encontrar muita transparência (e benefícios) ao considerar a instalação de um sistema de energia solar. E somos especialistas nisso!
Para saber mais a respeito dos nossos projetos e como podemos alinhá-los especificamente às suas necessidades e objetivos, entre em contato e fale com um de nossos especialistas!

Trabalhar com energia solar é uma excelente oportunidade de desenvolver-se em um setor em franco crescimento no país. Só em 2021, foram centenas de milhões de reais em faturamento. E especializar-se no ramo traz grandes oportunidades para você na relação com franquias consolidadas no ramo. Isso tudo começa por meio dos royalties de energia solar.
Essa é a principal taxa que o franqueado lida ao trabalhar com empresas do ramo. Para tanto, vale a pena saber como funciona a cobrança de royalties pelas franquias, concorda?
É justamente o que vamos explorar ao longo deste artigo. Acompanhe-nos, e saiba tudo o que você precisa saber sobre os royalties em uma franquia de energia solar!
Basicamente, estamos falando do valor que empreendedores pagam às franqueadoras, garantindo assim a autorização para uso de sua marca.
No Brasil, a medida é regulamentada por meio da Lei 8.955 que trouxe legalidade à prática de franquias no país. Além de incluir deveres e obrigações para ambas as partes.
Entre os pontos abordados, deve estar claro ao futuro franqueado quais são as taxas presentes nessa relação comercial. E aí entram os royalties de energia solar, já que é a cobrança focada nesse segmento, exclusivamente.
Para que um contrato seja firmado, o franqueado deve analisar detalhadamente a oportunidade de negócio e avaliar se vale a pena — ou não — aquela franquia.
Mas uma vez definido que o setor de energia solar tem múltiplas oportunidades de crescimento, resta entender como vai funcionar a questão dos royalties de energia solar.
E, normalmente, o mercado trabalha com três modalidades diferentes. Confira!
Para esse modelo de royalies em energia solar, o franqueado deve arcar com uma taxa fixa e periódica — e isso independe dos resultados apresentados pela sua empresa.
É, portanto, um modelo simplificado de cobrança, mas que pode se tornar uma dor de cabeça para o empreendedor nos períodos de baixa demanda e faturamento.

Por sua vez, o royalties reverso é uma modalidade variável porque segue um percentual de compras de em um período determinado.
É um modelo comum de perceber quando a franquia é também a fabricante do seu produto, pois torna-se o fornecedor dos franqueados e tem mais controle sobre os produtos vendidos em cada uma de suas unidades.
Por fim, é possível contabillizar uma modalidade de royalties para energia solar que pega emprestado um pouquinho das opções citadas acima.
Nessas situações, o franqueado pode pagar a taxa fixa ou o percentual, e a decisão por qual deles vai ocorrer é avaliada pelo maior valor entre eles.
Ou seja: se a taxa fixa é de R$ 4 mil, por exemplo, e o percentual avaliado é de 4%, aí o valor a ser pago vai depender do percentual. Se o valor ficar acima da taxa fixa, o franqueado vai pagar por meio do royalties reverso. Se a taxa fixa for superior, então será ela cobrada.
Os royalties em energia solar são cobrados já no ato de abertura da unidade franqueada. Em seguida, os pagamentos são praticados conforme o acordo previsto em contrato, como royalties mensais.
Bom destacar, inclusive, que cada franqueador pode optar pelas suas próprias diretrizes — mas tem se mostrado uma constância no setor de energia solar por meio do valor médio de 1% a 10% do faturamento bruto dos franqueados.
Mais uma vez: isso é apenas uma projeção média do mercado.
De fato, é importante destacar, mais uma vez, a importância de uma boa relação entre franqueador e franqueado desde o princípio. E isso deve acontecer no máximo de transparência já sinalizada no ato de avaliação do contrato.

Isso porque, como vimos, diversos fatores que influenciam nesse trabalho estão presentes no contrato. O que vale para você que deseja saber como os royalties são calculados.
Assim, cada empresa pode definir uma característica singular de acordo com as suas necessidades, objetivos e as particularidades da sua marca. No mais, todas as taxas referentes a correçoes, jurs, divisão de lucros etc. cabem aos parâmetros previstos em lei.
Por falar em transparência, que tal conhecer melhor a produtiva e frutífera parceria que a Maya Energy planejou para os seus franqueados.
Conosco, o sistema de royalties em energia solar funcionam por meio da modalldade de royaltie reverso, e no valor de 3%.
E o que isso significa?
Que você conserva para si 3% de todas as suas vendas. E como a margem média de lucro do mercado é de 8%, esses royalties reverso garantem que você guarde para si um total de 37,5% do lucro de suas vendas.
Vamos deixar isso tudo ainda mais claro? Dê uma conferida na tabela abaixo para entender melhor como você vai recber os royalties de energia solar trabalhando com a Maya Energy.

Contudo, fique de olho: essa tabela é válida para para um único sistema fotovoltaico.
E se você tem dúvidas sobre como receber os valores de royalties de energia solar conosco, tudo ocorre de modo transparente: você nos informa seus dados bancários e o total de suas vendas é depositado em até 5 dias úteis após o pagamento dessa compra.
Bom demais, né? Clique aqui e saiba mais sobre dar os passos seguintes para formalizar esta parceria para você também se tornar um consultor Maya!
Neste post, falamos sobre os royalties em energia solar e como ocorrem os pagamentos de forma variável.
No mercado de energia solar, especificamente, apontamos os diferenciais da Maya Energy, que opta pelo royalties reverso como meio de bonificar as negociações bem-sucedidas.
Portanto, esperamos que você também se encante com a possibilidade de promover essa fonte de energia renovável, no país, e cresça junto conosco e com todo o mercado!

Na relação assumida com as concessionárias de energia, existe algo que se chama demanda contratada — basicamente, um meio de compreender qual é a estrutura necessária para atender à sua demanda de consumo de energia elétrica. Você sabe quais são as tarifas e e faturamento de energia?
Isso vale tanto para o uso de energia residencial quanto para grandes corporações. Por isso, neste post vamos explicar o que é e o que significa a tarifa de demanda contratada.
Boa leitura!
A ANEEL define a demanda contratada de energia como:
“A demanda de potência ativa a ser obrigatória e continuamente disponibilizada pela distribuidora, no ponto de entrega, conforme valor e período de vigência fixados em contrato, e que deve ser integralmente paga, seja ou não utilizada durante o período de faturamento, expressa em quilowatts (kW).”.
De maneira simplificada, trata-se do cálculo para garantir que a sua residência tenha abastecimento de energia elétrica mesmo quando todos os seus equipamentos eletrônicos estiverem em uso.
Por sua vez, se a concessionária tem a obrigação de suprir essa demanda previamente estipulada, cabe ao consumidor a responsabilidade de manter-se dentro desse cálculo gerado para o volume de energia para cada local.
Até por isso, você deve considerar um fator fundamental para a demanda contratada, que é o perfil classificatório de consumidores. Afinal, uma residência consome uma quantidade significativamente inferior de energia elétrica se compararmos com uma indústria, por exemplo. Para isso, existem dois grupos considerados:
E além desses grupos é possível analisar outro fator relacionado à demanda contratada de energia elétrica — como veremos a seguir.
Saiba mais: Como aumentar a eficiência energética na Indústria

O Horário Ponta (HP) é considerado o horário de pico do consumo de energia elétrica ao longo de dias úteis — excluindo, portanto, sábados, domingos e feriados nacionais.
Com isso, são definidas três horas consecutivas para o HP em cada estado do país. Em Santa Catarina, por exemplo, o Horário Ponta é calculado entre 18h30 e 21h30.
E por que isso existe? Por ser um horário mais saturado no consumo de energia elétrica, a ideia é fazer com que a cobrança seja superior para o Grupo A, nesse período, para que exista um estímulo de consumir mais energia nos períodos de Horário Fora Ponta.
Veja também: como funciona o autoconsumo remoto.
Se o HP consiste em três horas consecutivas nos dias úteis, o Horário Fora Ponta (HFP) considera as outras 21 horas do dia.
Portanto, são os intervalos de tempo em que a concessionária de energia mais tenta estimular as grandes consumidoras de energia a dar prioridade. O que reduz a conta de luz, ao longo do mês.
Antes de entendermos quais são, vale reforçar o conceito de modalidade tarifária. Elas são tarifas que podem ser aplicadas tanto no consumo de energia elétrica quanto na sua demanda de potência.
No caso do grupo A, que consome mais energia elétrica, existem duas modalidades tarifárias: azul e verde.
Todos os consumidores do grupo A podem aderir à Tarifa Azul. Trata-se da aplicação de uma tarifa diferenciada de energia elétrica conforme a utilização dela ao longo do dia.
Assim, a demanda contratada, aqui, é cobrada por dois valores para a demanda. Além disso, um ponto no Horário Ponta e um também para o Horário Fora Ponta.
Para a Tarifa Verde, os subgrupos A3a, A4 e AS podem aderir a essa tarifa diferenciada de consumo de energia elétrica.

São cobrados, na demanda contratada da Tarifa Verde, um valor para a demanda ou por meio de demanda única em qualquer horário.
Saiba mais: Onde encontrar um simulador de energia solar?
Como destacamos, existem dois perfis principais, sendo que o primeiro (o Grupo A) é aquele que consome mais energia elétrica. Costumeiramente, são os empreendimentos de grande porte e também as corporações industriais — para citar dois exemplos, apenas.
Enquanto isso, o Grupo B é aquele tradicionalmente composto por residências ou mesmo empreendimentos comerciais de pequeno porte, em média.
Leia também: Fator de demanda: o que é, importância e como calcular
Saber sua eficiência energética é como geri-la é importante para evitar custos excessivos e garantir uma otimização contínua nos seus processos.
Por isso, certifique-se de saber mais a respeito do contrato de demanda para assegurar que não existem consumos superiores à demanda. Afinal, isso ocasiona na aplicação de multas.
Imagine, por exemplo, isso aplicado mês após mês? Em um ano, você teve que gastar muito mais com energia elétrica porque não houve planejamento e cuidados para evitar essa ultrapassagem frequente na demanda contratada.
Veja também: tudo sobre a norma ISO 50001
Assim, a demanda contratada é uma espécie de limite de consumo de energia elétrica que a sua organização pode ter. Justamente por isso, aprender quais são esses valores das tarifas e faturamento de energia e como trabalhar com a sua gestão energética são tarefas fundamentais para qualquer empresa.
E nós podemos ajudar a tornar o seu negócio mais sustentável, econômico e com larga eficiência energética. Clique aqui e descubra o que a Maya Energy pode oferecer para a sua empresa!

O consumo de energia elétrica é uma grande preocupação para o bolso — e para a consciência ambiental — das empresas. Mas existem diversas formas de otimizar esse consumo e aplicar boas práticas para controlar esse consumo, e a certificação ISO 50001 é uma delas.
Com menos despesas e a otimização na utilização desse recurso indispensável, mas custoso, sua empresa tem mais oportunidades de crescimento. E é por isso que preparamos este post e, nos tópicos abaixo, vamos discutir o que é, qual é o objetivo da norma ISO 50001 e também os seus benefícios e meios de aplicação.
Boa leitura!
A excelência em gestão de energia elétrica é uma realidade ao descobrir o que é a ISO 50001: uma valorizada norma internacional com práticas e princípios bem claros para garantir a boa gestão energética.
Ela foi publicada inicialmente e junho de 2011 pela International Organization for Standardization. E ao obterem a certificação ISO 50001, as empresas se alinham às estratégias e execuções que favorecem o gerenciamento de energia a partir das melhores ações em otimização de recursos e de sustentabilidade também.
Ao redor do mundo, mais de 40 mil empresas já obtiveram a certificação. E o Brasil, que vem se reforçando gradativamente como um importante polo sustentável em nível global, tem muito a se beneficiar e permanecer em evidência por essa causa de relevante impacto.
Só de entender para que serve a ISO 50001 fica um pouco mais evidente a amplitude de aplicações da certificação e para quais empresas ela é indicada.
Começando pelo controle e atribuição dela aqui no país — se a International Organization for Standardization (ISO) tem a responsabilidade internacional de sua regulação, no Brasil essa aplicação e atribuição são relegadas à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
E qual é o grande propósito disso? A partir do estabelecimento de metas e do alinhamento a uma série de requisitos, as empresas conseguem:
Como deve ter dado para perceber, a certificação ISO 50001 segue princípios similares a outros modelos de melhoria contínua — dois muito populares são, por exemplo, a ISO 9001 e a ISO 14001.
Saiba mais: Como aumentar a eficiência energética na Indústria

O que nos leva à questão deste tópico: pra quais empresas a certificação é indicada?
E a resposta é simples: toda e qualquer empresa comprometida a otimizar a sua gestão energética e colher os benefícios dessa prática. Portanto, a ISO 50001 não é obrigatória.
Mesmo assim, isso não reduz a sua importância e relevância. Afinal, como mostramos, a certificação contribui com a redução de custos com energia elétrica e ainda promove boas práticas que valorizam a imagem do seu empreendimento no mercado.
Saiba mais: como funciona o Mercado Livre de Energia
Até como um reforço ao que falamos logo acima, convém observar os principais benefícios e vantagens da ISO 50001. Confira, a seguir, as principais delas em complemento ao que já exploramos anteriormente!
É inegável que o principal benefício — ou o mais evidente, ao menos — da certificação ISO 50001 seja a redução de despesas com energia elétrica.
Afinal, é a partir das melhores práticas que o consumo é otimizado e, assim, refletindo na conta de luz mensal. O Que também se apresenta como um alívio no orçamento e uma boa dose de economia que pode se traduzir em investimentos direcionados para o seu negócio.
O consumidor está mais atento às empresas conscientemente ambientais. E esse é um benefício de múltiplas oportunidades para a sua gestão.
Primeiramente, porque gera um diferencial competitivo ao seu negócio. E também impacta positivamente a impressão que a sua marca agrega ao mercado em geral.
Além disso, empresas que se posicionam como preocupadas (e ativas) com causas sociais e ambientais, entre outras abordagens, geram uma percepção positiva que pode tanto atrair novos clientes como fidelizar os atuais e, ainda, proporcionar novas parcerias.
É importante reforçar, também, que a ISO 50001 é ativa na transformação operacional da empresa. Bom exemplo disso é a substituição de equipamentos robustos e que consomem muita energia elétrica por soluções móveis, digitais e que não ocupam espaço físico.
Isso ajuda a reduzir a infraestrutura física da empresa, o consumo de energia elétrica e principalmente otimiza processos. O que pode colocar a uma empresa em um patamar interessante para ser mais flexível (com operação home office ou híbrida, por exemplo) e ativa a partir das soluções de transformação digital mais usadas do mercado.
Se você se interessou pela certificação ISO 50001, recomendamos que aplique o método PDCA para a implementação das melhores práticas em gestão de energia.
Caso ainda não conheça a metodologia, PDCA é uma sigla para:
E como isso se aplica à ISO 50001? Veremos, abaixo!
A primeira etapa consiste em uma completa revisão energética da empresa para, só assim, identificar os meios pra estabelecer os objetivos e metas para otimizar o desempenho energético gradativamente.
Trata-se do momento de implementar tudo aquilo que foi diagnosticado na etapa anterior e, consequentemente, colocar em ação os planos de gestão de energia.
Nada é definitivo em um processo de gestão energética: monitore os indicadores de desempenho e compare-os de maneira contínua a fim de entender o que funcionou e o que precisa de ajustes para garantir resultados mais promissores.
Fim do ciclo, mas também significa o início do próximo — ou seja: mais uma vez, você vai estabelecer as metas, aplicar o plano de ação, monitorar os resultados e agir novamente.
Assim como toda certificação, a ISO 50001 tem os seus requisitos e critérios para que as empresas se alinhem e otimizem, dentro dos seus próprios processos e infraestruturas.

Neste caso, estamos falando de protocolos que em geral atendem os seguintes pontos:
Além disso, toda empresa deve se alinhar aos requisitos legais e à legislação vigente para estar em acordo ao que rege o setor.
Vamos entender, agora, como funciona o processo para obter a certificação ISO 50001?
Basicamente, tudo tem início com a busca por organizações capazes de auditar e conceder a certificação desejada. Afinal, é ela quem vai apontar o passo a passo necessário para que essa auditoria seja realizada e, seus objetivos, alcançados.
Para tanto, a avaliação dessa organização vai passar diretamente pelos pontos mencionados no tópico anterior. E, assim, entender qual é o real comprometimento e capacidade da empresa em manter o seu sistema de gestão de energia eficiente e operacional.
Lembrando, apenas, que os objetivos e metas não competem ao órgão que vai conceder a certificação ISO 50001: isso deve ser metrificado pela própria empresa levando em consideração a sua própria realidade e as características do empreendimento.
Como adiantamos anteriormente, inclusive: essas metas têm que ser viáveis e amparadas na realidade para serem atingidas.
Leia também: IREC: o que é, benefícios e como garantir esse certificado
Como apresentamos ao longo deste conteúdo, a ISO 50001 é uma certificação que visa promover a eficiência energética de uma empresa.
Por meio dela, é possível qualificara redução de despesas com energia elétrica e ainda estabelece uma estrutura valiosa de consciência ambiental à organização.
Vale lembrar, inclusive, que esse é um excelente caminho para promover mudanças de impacto e transformadoras na organização. E você pode dar um passo certeiro nessa direção antes mesmo de implementar as melhorias para a obtenção da certificação ISO 50001, sabia?
Para isso, dê uma conferida também em nosso artigo com diversas dicas para você começar a economizar em energia elétrica!
Um projeto de eficiência energética tem tudo a ver com a conscientização e aplicação prática das maneiras de usar a energia elétrica racionalmente. Ou seja: com economia e sem perder a performance dos dispositivos eletroeletrônicos.

E quais são os verdadeiros benefícios da eficiência energética e, principalmente, como você pode colocar um projeto desses em ação?
Para responder a essas perguntas, convidamos você a seguir com a leitura deste posts. A seguir, vamos explicar tudo o que você precisa saber para aprender como implantar eficiência energética na sua empresa!
Ainda não sabe o que é eficiência energética? Sua definição mais objetiva gira em torno da ideia de relacionar a quantidade de energia em determinada atividade e a proporção que vai ser disponibilizada para que ela funcione adequadamente.
Assim, consequentemente também obtemos uma redução no uso de fontes de energia finitas — a partir do fim do desperdício. O que contribui para a manutenção do meio ambiente.
Uma medida interessante nesse sentido, e que foi desenvolvida em 1985, é o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) da Eletrobras, simbolizado pelo Selo Procel.
Você, talvez, já tenha visto-o em eletroeletrônicos e aparelhos em geral. Trata-se de uma classificação para que o consumidor avalie quais marcas e modelos oferecem boa performance e, ainda assim, por meio de um consumo otimizado e reduzido de energia elétrica.
Complementarmente, também existe o Programa de Eficiência Energética (PEE) — esse, idealizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). De acordo com o próprio órgão, o objetivo é a promoção “do uso eficiente da energia elétrica em todos os setores da economia por meio de projetos que demonstrem a importância e a viabilidade econômica de melhoria da eficiência energética de equipamentos, processos e usos finais de energia”.
Saiba mais: Onde encontrar um simulador de energia solar?
Com base nas informações acima, o que seria um projeto de eficiência energética, então?
Basicamente, um conjunto de ações que visa agregar os valores de eficiência energética que citamos anteriormente. O que agrega em consciência ambiental, no uso otimizado de aparelhos e na redução de custos com energia elétrica.

Assim como todo projeto, avaliar a eficiência energética de uma empresa passa por etapas específicas que vão do planejamento à execução.
Não adianta, portanto, substituir equipamentos sem uma avaliação prévia. E nem trocar lâmpadas convencionais por modelos em LED, simplesmente.
É claro que podem ajudar, aqui e ali, mas um projeto de eficiência energética deve tornar o seu negócio mais sustentável e otimizado sem perder a sua própria eficiência.
Confira, abaixo, quais são as etapas que estabelecem as bases para a eficiência energética em uma empresa!
O diagnóstico energético é um estudo de campo que tem o objetivo de definir o padrão de consumo energético de uma instalação. Por meio dele, começam a ser estabelecidos os meios para tornar o gerenciamento de energia otimizado e sustentável.
Em seguida, o diagnóstico detalhado entra em cena, que vai a fundo nas particularidades de cada empresa — por exemplo: indústrias, varejos e outras empresas de diferentes segmentos têm características distintas.
Então, ambas as etapas de planejamento permitem uma análise macro (do setor e nicho específico) e também das particularidades da sua empresa em especial.
ESCOs (sigla para Energy Services Company — ou simplesmente empresa de serviços de energia) são organizações que assumem a dianteira de um projeto de eficiência energética.
Com a ESCO, são feitas avaliações e análises com base nos pontos acima mencionados. E também começam a ser apontadas as soluções para reduzir gastos com todo tipo de energia (além da elétrica podemos citar combustíveis e água, por exemplo).

Aqui, as medidas idealizadas são adotadas. O que coloca, literalmente, o projeto de eficiência energética em ação.
E caso você ainda não tenha compreendido quais ações podem assumir lugar no dia a dia da sua empresa, nessa transição, confira a seguir algumas medidas populares e eficientes:
Por fim, acontece a etapa de Medição e Verificação (M&V), que nada mais é do que uma etapa posterior ao plano de ação para assegurar que os resultados obtidos são melhores do que os inicialmente coletados antes do projeto de eficiência energética.
Isso ajuda a dar uma base definitiva do que foi adotado, do quanto a empresa se beneficiou desse projeto e como trabalhar com esse novo formato daqui por diante.
Como vimos, o projeto de eficiência energética é uma maneira precisa e fundamental para agregar valor às ações sustentáveis — e com benefícios palpáveis para a empresa também.
Com planejamento e ações precisas, sua empresa adquire um reforço e tanto para se tornar alinhada às boas práticas de sustentabilidade e ainda gera reduções contínuas na conta de luz.
Por falar nisso, aproveite para conferir um post similar que pode ajudar a sua empresa a alcançar mais eficiência energética. Clique aqui para saber mais sobre o preço de um sistema de energia solar!

Você ainda não sabe o que é geração compartilhada de energia solar, mas já ouviu a respeito dessa solução que agrega ainda mais benefícios à instalação de um sistema fotovoltaico?
Pois então, veio ao lugar certo! Nos tópicos abaixo, nós vamos explicar melhor como funciona um projeto de energia solar compartilhada e destacar todos os pontos em torno da sua decisão de investir em uma solução dessas.
Boa leitura!
Geração compartilhada é uma modalidade de geração distribuída de energia, e que foi criada pela ANEEL por meio da Resolução Normativa 687/2015.
Foi assim que permitiu-se o compartilhamento de energia de micro ou minigeração com com base em alguns pré-requisitos. Algo que pode ser elaborado, por exemplo, com um consórcio ou cooperativa desde que os participantes estejam, todos, sob a mesma rede distribuidora de energia.
A geração compartilhada se torna uma atração e tanto para pessoas físicas e jurídicas, pois a solução atende, por exemplo, áreas onde a instalação do sistema fotovoltaico não se faz possível.
Dá para usufruir dos benefícios da energia solar, portanto, sem ter um equipamento instalado na sua residência ou empresa.
Mas existem outras vantagens em considerar a geração compartilhada dentro do seu lar ou do seu empreendimento. Vamos a eles, a seguir!
Você não vai enfrentar imprevistos: você sabe exatamente quanto a solução vai custar e quanto você vai ter de crédito de energia solar. O que garante uma economia e tanto na conta de luz ao longo da longa vida útil desse tipo de equipamento — cerca de 25 anos.
Você vai gastar menos investindo em geração compartilhada do que na aquisição de um sistema fotovoltaico inteira e exclusivamente seu.
Com isso, o retorno do seu investimento vai acontecer da mesma maneira, mas a diferença é que o custo inicial para isso é comparativamente menor — o que torna a solução não apenas mais econômica, como mais acessível.
Você sabia que a geração compartilhada é formulada a partir de um rateio? Ou seja: o valor inicial de cada pessoa conforme seus objetivos e necessidades, e isso se traduz na quantidade gerada de créditos solares.
O que isso significa? Que eventuais perdas não impactam o coletivo e tampouco pesam no bolso, sendo que as despesas com manutenção das placas e com a limpeza periódica de todo o sistema são igualmente fracionadas entre todos os participantes.

Por fim, é inegável que trabalhar com energia solar e de outras fontes renováveis contribui com a preservação ambiental e a redução do impacto de nossas ações na natureza.
No que diz respeito aos riscos desse tipo de solução, podemos destacar poucos — afinal, a tecnologia e o sistema em si são seguros e não acarretam prejuízos à saúde das pessoas.
Mas é importante destacar que a nova lei de energia solar prevê um aumento em taxas com relação à geração e utilização da energia solar.
Basicamente, utilizar a geração compartilhada de energia solar é possível por meio do cumprimento de algumas exigências:
Com base nas informações acima, é importante destacar quais são os meios de tornar possível a geração e utilização dos créditos de energia solar. Confira, abaixo!
Trata-se de um modelo de gerar energia solar de forma compartilhada. Ou seja: a quantidade gerada em um local pode ser usada também para reduzir os custos com energia elétrica em um segundo imóvel.
Para tanto, a unidade extra deve estar sob a mesma titularidade da pessoa e também sob responsabilidade da mesma rede concessionária de energia.

Modelo que comentamos aqui, ao longo deste artigo, e que é possibilitado por duas vias: cooperativa ou consórcio.
Solução aplicada para locais com múltiplas unidades, como condomínios residenciais, shopping centers e galerias comerciais, entre outros tipos de imóveis.
Vamos ver, agora, como funciona a geração de energia solar compartilhada na prática?
Confira um pequeno passo a passo para isso:
No espaço que leva à primeira etapa da geração compartilhada de energia reside as exigências que já citamos anteriormente, mas vale o reforço.
Para iniciar o consórcio ou a cooperativa, exige-se ao menos dois consumidores sob a mesma área de concessão. Além disso, o local da unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída de energia deve ser diferente das áreas de compensação de energia.
Aqui, os valores de investimento e de compensação vão variar conforme o valor aplicado por cada indivíduo. O que permite mais flexibilidade e acessibilidade à solução.
Vale lembrar que a geração compartilhada é uma modalidade de Geração Distribuída (ou apenas GD) que pode ser viabilizado de duas maneiras: microgeração e minigeração.
A microgeração distribuída possui potência instalada inferior ou igual a 75 kW. Já a minigeração distribuída, superior a 75 kW e menor ou igual a 3 MW (fontes hídricas) ou menor ou equivalente a 5 MW (demais fontes renováveis.
Portanto, a novidade ainda é recente e está em constante atualização. Mas a boa notícias é que você já pode aplicar tudo o que vimos aqui agora mesmo!
Para isso, invista na sua fazenda solar com a Maya Energy e reduza sua fatura de energia. Saiba mais!
Assim, a geração compartilhada é uma maneira de usufruir dos benefícios da energia solar sem, com isso, ter o sistema fotovoltaico instalado em sua residência ou empresa. A viabilização do projeto ocorre por meio de um consórcio ou cooperativa.
Portanto, caso você tenha interesse em saber mais sobre isso, fale conosco e entenda como podemos personalizar esse tipo de solução de acordo com as suas necessidades e objetivos!
Nos últimos anos, muitos brasileiros vêm adotando novas medidas para contornar o aumento do custo da energia elétrica. Essa insatisfação tem levado muitas pessoas a voltarem sua atenção para as possibilidades oferecidas pela energia solar residencial.
Muitos brasileiros têm procurado a energia fotovoltaica como uma forma de se livrar da crise de eletricidade e das altas contas de luz, que se tornaram um pesadelo devido aos aumentos exponenciais nos preços da eletricidade.
Com isso, o mercado ganhou destaque nos sistemas fotovoltaicos, pois eles convertem a luz vinda diretamente do sol em energia. Atualmente, milhares de residências no Brasil já adotaram esse sistema. Mas, apesar de sua popularidade, algumas pessoas ainda têm dúvidas sobre a técnica.
Neste guia, explicaremos alguns detalhes para ajudá-lo a entender melhor esses sistemas. Nossa explicação simples fará a diferença em seu dia a dia e, o mais importante, reduzirá suas despesas mensais.
Boa leitura!
Primeiramente, para entender se você pode gerar sua própria energia em casa é necessário que se tenha um conhecimento maior a respeito dos requisitos técnicos.
Afinal de contas, eles são primordiais para tal — especialmente, quando levamos em consideração as leis e determinações do setor para a instalação e a geração de energia por meio dos painéis fotovoltaicos.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o órgão responsável pela criação, manutenção e aplicação das regras do setor elétrico, em 2012 determinou a Resolução Normativa 482, com regras específicas para micro e minigeração de energia.
De acordo com essa determinação, qualquer pessoa física ou jurídica passou a poder instalar um micro ou minigerador para a realização da produção de energia de consumo próprio.
As regras determinadas pela Aneel apontam que microgeradores poderão ter até 75 kilowatts (kW) de potência, enquanto os minigeradores poderão chegar até a 5 megawatts (MW), a depender da fonte que os move.
Em geral, os sistemas que são instalados nas residências são os conhecidos como de microgeração. Isso é feito levando em consideração que o consumo residencial em geral exige uma demanda de energia de menor potência.
Os sistemas utilizados para a captação de energia solar nas residências são criados com base nas conhecidas placas solares fotovoltaicas. Esses equipamentos são os mais importantes para o processo.
Cada placa é disposta geralmente nos telhados das casas e conta com várias células solares fotovoltaicas, que realizam o processo de transformar a luz do sol em energia. Isso é feito através de uma adaptação do fenômeno fotovoltaico.
O conjunto de placas usado para construir este sistema é chamado de painel solar. Ele pode variar de tamanho de acordo com a necessidade de cada imóvel, levando em consideração o tamanho da residência.
Casas menores, por exemplo, utilizam cerca de seis placas para a execução do projeto.
Entretanto, o sistema não é formado somente pelas placas. Outra parte essencial para que ele funcione é o inversor interativo, que será o responsável por receber a energia gerada pelo painel e a fará ser adaptada para o uso.
A conversão que é feita por essa ferramenta formata a energia no padrão elétrico, da maneira como estamos acostumados a usá-la.
O inversor também será responsável por exportar a energia que não é consumida para a rede elétrica e por puxar a dela quando o sistema não estiver produzindo o suficiente, como acontece ao longo do período da noite.
Saiba mais: formas de aproveitar a energia solar
Para gerar energia por meio de um sistema que capta a luz solar, é preciso muito mais que somente as duas ferramentas descritas até então. E por mais que ambas sejam os seus maiores destaques e desempenhem um papel essencial para que o processo aconteça.
O sistema conta com vários outros equipamentos que precisam ser dispostos da forma correta para que haja o bom funcionamento e a captação da luz solar. Assim, para que o sistema esteja completo e execute as suas funções de forma adequada, são necessários alguns outros equipamentos importantes:
A string box (ou caixa de junção) é uma ferramenta cujo conjunto de componentes é responsável por garantir a proteção dos módulos para que não ocorra nenhum tipo de problema com a energia, como surtos nas redes e outros danos elétricos.
Aqui também está presente a chave de acesso para que o sistema seja desligado, caso seja necessário que ocorra algum tipo de reparo.
Esses são os trilhos e outros componentes que fazem parte da fixação dos módulos que ficarão em cima do telhado da casa para captar a energia.
Em outros casos, as placas podem ser dispostas de outras formas, como sobre o solo.
Sendo assim, serão usadas estruturas adequadas para dar o suporte e para garantir a altura necessária para que elas consigam captar a energia solar e convertê-la em energia elétrica gradualmente.
Todos os cabos e conectores que farão parte do sistema e que servirão para ligar as partes que compõem o sistema fotovoltaico. Mais uma vez, trata-se de um acessório discreto, mas determinante para o funcionamento do sistema e, assim, gerar a desejada energia elétrica residencial.
Após entender como ocorre todo o funcionamento do sistema, se você se encontra em dúvida sobre quais serão os maiores benefícios que essa mudança pode trazer, daremos alguns motivos para que você opte pela instalação do sistema fotovoltaico.
Um dos principais impactos sentidos pelas pessoas que adotam o sistema solar como fonte de energia é a economia na conta de luz, que será de mais de 90%. Além disso, ele garantirá uma proteção maior contra a inflação elétrica, algo que tem estado em alta.
Entretanto, algumas pessoas podem acreditar que a instalação, por gerar alguns custos, não vale a pena justamente por isso.
Mas, o painel solar, em geral, tem uma duração de mais de 25 anos. Sendo assim, por mais que haja um custo inicial com a instalação, o tempo que esse sistema vai durar compensa os seus custos iniciais.
Além do mais, tais sistemas contam com poucas manutenções necessárias ao longo dos anos, ressaltando novamente que seus custos serão muito abaixo do que mensalmente as contas de energia que tem sofrido diante de reajustes cada vez maiores.
Levando em consideração todos esses pontos positivos e o fato de que os imóveis que possuírem os painéis solares se tornarão muito mais valorizados e buscados no mercado, a instalação de um sistema fotovoltaico se justifica.
Agora que você já sabe quase tudo sobre a geração de energia solar residencial, vamos entender o passo a passo do planejamento de um projeto para a instalação dos painéis solares. Siga, abaixo:
Nessa última etapa, todos os testes já foram realizados e o sistema está pronto para uso. A partir disso, a rede distribuidora envia os seus técnicos para assegurar o bom funcionamento do sistema, para então conectá-lo à rede.
É aqui, também, que o relógio de força é substituído por um modelo bidirecional — usado para mensurar a quantidade de energia solar produzida e utilizada posteriormente.
Como você deve imaginar, existem diversos custos associados à implementação de uma solução de energia solar residencial.
Pois existem despesas com a aquisição de todos os acessórios, componentes e equipamentos mencionados anteriormente, mas existem serviços nesse processo também.
Nisso, podemos incluir o trabalho qualificado dos especialistas e técnicos que analisam o projeto em seu âmbito teórico (ainda na planta) e ao longo de toda a instalação.
É claro que isso tudo está incluso no preço do sistema fotovoltaico. Mas é algo importante de destacar, para que as pessoas entendam que não se trata apenas da aquisição de um produto e que vai ser instalado no local desejado da noite para o dia.
Em geral, todo o projeto de instalação de energia solar residencial gira em torno de R$ 15 mil, podendo variar para mais ou para menos desse valor. Tudo depende do porte, da complexidade e dos objetivos e necessidades que vão girar em torno do planejamento do serviço em questão.
Leia também: LCOE: o que é, principais vantagens e como utilizar?
Uma boa maneira de compreender melhor o grau de especialização necessário para planejar e instalar uma solução de energia solar residencial é por meio da avaliação técnica.
É a partir daí que se entende o impacto analítico e estratégico para viabilizar e otimizar ao máximo o sistema fotovoltaico. Para isso, são analisados:
Isso tudo, inclusive, é que vai garantir o retorno do seu investimento (o payback da energia solar) ao longo do tempo. Ou seja: o tempo necessário para que a economia e os créditos solares se ultrapassem o valor investido na solução de energia solar residencial.
Você tem algumas alternativas para isso. Confira, abaixo, quais são:
E agora, sim, que você já sabe tudo a respeito da instalação de um sistema de energia solar residencial, entre em contato conosco e descubra como viabilizar o seu projeto!
O sistema fotovoltaico é uma excelente opção para obter energia limpa e contar com considerável economia na conta de luz. Algo que tem feito cada vez mais pessoas se interessar pelas soluções proporcionadas pelas placas solares.

Afinal, elas estão entre os componentes mais importantes dentro do sistema. Mas você saberia nos dizer como elas funcionam e qual é o papel delas na geração de energia renovável?
Abaixo, você vai conferir nosso guia completíssimo sobre o assunto para que não restem mais dúvidas sobre o sistema de captação de energia solar. Boa leitura!
Veja também: o que é autoconsumo remoto.
As placas solares fazem parte do sistema fotovoltaico, um modelo gerador de energia por meio da captação de luz solar.
Nesse sistema, as placas solares são as partes que ficam posicionadas na parte de cima dos telhados ou sobre o chão para receber toda a radiação solar.
Quando se olha um sistema fotovoltaico de longe, a primeira coisa que se vê é justamente um conjunto de placas posicionadas uma ao lado da outra, com direcionamento de acordo com a necessidade de cada local e cada projeto.
Cada placa possui outros elementos, como as células, que são responsáveis pela viabilidade da geração de energia.
Além disso, as placas são essenciais para que o sistema voltaico consiga realizar o efeito voltaico, que é o processo de reação que acontece e transforma a luz do sol em energia.
Vamos falar sobre isso detalhadamente mais adiante, inclusive.
Ademais, as placas solares podem ser feitas de vários materiais, ter tamanhos diferentes e tipos mais adequados para cada situação.
Por isso, vamos esmiuçar o assunto começando por explicar como funcionam as placas solares e, em seguida, listar os principais tipos de equipamentos para gerar energia de acordo com as suas necessidades e objetivos.
Saiba mais: diferenças entre painéis solares e fotovoltaicos
As placas funcionam por meio do efeito voltaico, que é criado pelos fótons existentes na luz e que reagem com o material existente nas placas solares.
Essa reação acontece quando os fótons agitam os elétrons presentes nas células das placas, criando um fluxo de transporte até as partes das placas em que não existem elétrons e a corrente elétrica é criada.
Pode não parecer algo muito simples, porém todo o sistema de energia fotovoltaica é desenvolvido de acordo com as peculiaridades de cada ambiente. Com isso, tudo é feito para que o sistema funcione corretamente e entregue a energia solar ao ambiente.
Dá até para explorar melhor esse funcionamento:
Esse é um trabalho contínuo que garante a geração de energia elétrica por meio do sistema fotovoltaico.
Vale observar, contudo, que existem diferentes tipos de placas solares. E cada um deles tem características únicas que ajudam a alinhar melhor os seus objetivos com as especificidades de cada material, como veremos no tópico a seguir.
Tipos de placasPrimeiramente, as placas podem ser encontradas em diferentes materiais, como:
O principal impacto que cada tipo de material de fabricação causa na geração de energia é a eficiência que eles agregam às placas solares.
E antes de destacarmos o material mais usado, atualmente, vale a pena conhecer cada um deles. Afinal, você pode identificar características que são mais vantajosas para o seu projeto, especificamente, concorda?
Confira, abaixo, quais são os principais tipos de placas solares no mercado!
Veja também: 3 alternativas para trabalhar com energia solar
As placas solares feitas desse tipo de material oferecem grande eficiência na produção de energia, pois são mais puras. Com isso, o projeto que utiliza esse tipo de placa acaba necessitando de uma quantidade menor de placas.
Além disso, esse tipo de placa tem a vantagem de obter melhores resultados em dias em que não há tanta incidência de luz solar, justamente por ser mais eficiente.
Ademais, quanto à durabilidade a placa de silício monocristalino tem uma expectativa de duração de aproximadamente 30 anos, o que é bastante tempo de vida útil e mais do que suficiente para obter o retorno do seu investimento e gerar créditos solares por anos à frente.
Veja, então, algumas das principais vantagens e pontos de atenção que as placas de silício monocristalino carregam em suas respectivas composições!
Uma das grandes vantagens desse tipo de placa solar reside na sua alta eficiência em comparação com as outras tecnologias comerciais — algo entre 15 e 22%. Inclusive, quando falamos em áreas com baixa incidência solar.
Além disso, entre todos os tipos de placa solar, essa ocupa menos espaço, sendo uma boa pedida para soluções residenciais e projetos em geral nos quais a metragem disponível para a implementação do sistema fotovoltaico seja um problema.
Também dá para destacar a vida útil das placas de silício monocristalino, que podem chegar a até 30 anos.
Por outro lado, a tecnologia desse tipo de placa solar ainda é pouco acessível, financeiramente falando.
Contudo, assim como todo projeto de energia solar, vale a pena avaliar não apenas o preço do sistema fotovoltaico, mas o custo benefício em torno da solução.
Afinal de contas, se ele trouxer um resultado potencialmente maior, e que vai resultar em mais créditos e economia gradualmente, o investimento é recuperado e o usuário vai se beneficiar em pouco tempo desses resultados obtidos.
Entre os principais tipos de placa solar, também podemos destacar os produtos em silício policristalino. Mas, diferentemente do modelo acima citado, aqui não existe a mesma pureza do material usado. E, com isso, perde-se um pouco da eficiência anterior — quando falamos de uma forma comparativa, principalmente.
Isso porque, no geral, a eficiência ainda é elogiável nas placas de silício policristalino.
Esse tipo de placa é também muito eficiente e pode ser utilizado sem problema, a única diferença é uma pequena redução de eficiência em comparação com o modelo citado acima. No entanto, não chega a ser uma diferença tão significativa.
Ademais, a vantagem do silício policristalino nas placas fotovoltaicas é que o preço é reduzido em comparação ao monocristalino. Além disso, a durabilidade é a mesma, sendo em torno de 30 anos.
Além disso, por não terem a máxima eficiência possível, esse tipo de placa necessita de maior espaço de instalação para que tenha mais quantidade de superfície de contato com a luz solar.
Confira alguns dos principais pontos positivos desse tipo de placa solar:
Por outro lado, é importante avaliar a eficiência dos painéis solares policristalinos — em torno de 14 a 20%.
Esse modelo também necessita de uma área maior de instalação, criando uma desproporção maior entre Watts/hora por m².
Confeccionadas a partir de camadas de filme fotovoltaico posicionadas sobre um substrato, as placas de filme fino é também composta por outros materiais que vão influenciar, diretamente, na eficiência da solução.
Até por isso, vale a pena observar quais são esses materiais, uma vez que as placas de filme fino podem até mesmo alcançar a mesma eficiência de um material mais valioso no mercado: a placa de silício policristalino.
VantagensCom as informações acima, podemos dizer que, entre os tipos de placa solar, essa se destaca por ter uma produção em massa simplificada e com boa capacidade energética.
Com isso, o custo é menor, se compararmos com as tecnologias mais caras, e também abre outras possibilidades de investimento para adaptar esse modelo de placa solar com diversos tipos de projetos.
A grande questão em torno das placas de filme fino gira em torno do espaço exigido para a instalação de um sistema fotovoltaico nessas condições. O que inviabiliza, muitas vezes, a sua utilização em projetos residenciais, por exemplo.
Além disso, ele conta com menos eficiência por m² justamente por conta disso. E ainda mais porque o material tende a defasar com mais facilidade do que os materiais citados anteriormente.
Com base no que falamos anteriormente, as placas solares de filme fino ganham subclassificações. E, por conta disso, vamos falar sobre algumas delas para que você entenda melhor a distinção entre elas. Confira, abaixo!
Mais comum em projetos de baixa escala em decorrência da sua baixa capacidade de produção de energia elétrica.
Um exemplo clássico de sua utilização pode ser percebido em diversos modelos de calculadora de bolso. Mas existem novas aplicações para esse tipo de placa solar — como em uma ideia de empilhamento das placas.
Contudo, ainda é algo que demanda mais cautela antes de optar por esses tipo de solução, já que outras tecnologias estão mais consolidadas no mercado de geração de energia por meio do sistema fotovoltaico.
Aí está uma — entre os diferentes tipos de placa solar — solução dentro da tecnologia de filme fino que vem se destacando por conta do custo/eficiência.
No geral, placas de telureto de cádmio (CdTe) tem agregado uma eficiência aos painéis em torno de 9 e 16%. É um modelo, portanto, que pode oferecer variedade na escolha dos consumidores e agregar mais versatilidade e capacidade de personalização em todo tipo de projeto de instalação do sistema fotovoltaico.
Quando falamos em eficiência energética, contudo, todas as placas de filme fino perdem para as células solares CIGS. Elas já provaram e demonstraram ser as mais preparadas em termos eficiência e já contam com pouco mais de dez anos de comercialização — começou na Alemanha em 2011.
Existem, inclusive, modelos já disponíveis no Brasil que avançam na média de 10 a 12% característica dessa tecnologia (alcançando 13%, por exemplo).
Isso tudo, só tende a crescer. Sinal de que existem bons tipos de placa solar no mercado e que diversas tecnologias se popularizando simultaneamente podem trazer múltiplos benefícios para o mercado em todas as frentes.
Veja também: tudo sobre a certificação ISO 50001
Falando de outra tecnologia, agora, as placas de células fotovoltaicas orgânicas (OPV) se amparam na eletrônica orgânica — uma forma de aplicar polímeros orgânicos condutores, para realizar o trabalho de absorção de luz e o respectivo transporte para gerar a energia elétrica, posteriormente.
Embora tenha sido pensada para crescer como uma alternativa eficiente e de baixo custo de implementação e manutenção, poucas empresas trabalham com a solução. Algo que se deve à pouca penetração da tecnologia no mercado, exclusivamente.
Mas, no geral, ainda é um tipo de placa solar que pode adquirir mais espaço. Ainda mais, porque a sua eficiência energética tende a variar, abrindo espaço para novas possibilidades e desenvolvimento de tecnologias capazes de sustentar esse modelo mais acessível de geração de energia por meio de painéis fotovoltaicos.
Quando destacamos as vantagens desse produto, é inegável que o baixo custo de implementação e de manutenção se destacam.
A própria eficiência energética é um fator de observação, já que ela ainda está se consolidando como um dos principais tipos de placa solar em um mercado em franca expansão e diversificação.
Como mencionamos, a baixa penetração no mercado tem feito com que a aceleração desse tipo de solução seja maior. E, no momento, esse tende a ser um desafio para a abrangência de uso e diversificação desse tipo de placa solar.
Para você saber qual tipo de placa utilizar vai depender muito de cada projeto e de cada exigência. Entre as questões que precisam ser levadas em consideração está o fator do nível de necessidade de eficiência, orçamento disponível e qualidade do acabamento.
Além disso, como vimos nos tópicos anteriores, cada tipo de placa solar carrega as suas particularidades. E, com isso, encontramos tanto pontos positivos quanto alguns aspectos que merecem uma atenção especial antes de tomar a sua decisão.
Lembre-se, então, de colocar no papel todas as informações necessárias para a implementação do seu sistema fotovoltaico, em particular, o que inclui:
Com esses dados em mãos, você consegue definir com mais clareza quais tipos de placa solar têm mais a ver com o seu projeto. E, assim, decidir-se pela solução que melhor vai atender a essas necessidades em curto, médio e longo prazo.
Como você pode identificar, as placas solares fazem parte de um sistema complexo de energia fotovoltaica. São vários detalhes que necessitam de atenção e a devida orientação para que as melhores escolhas sejam tomadas.
Além disso, apesar de existirem vários tipos de placas, nenhuma fica exposta diretamente ao sol, pois possuem um invólucro de proteção que vai garantir o funcionamento das células presentes em cada uma das placas.
Com todas as informações que você encontrou até aqui é possível ter uma noção mais exata sobre as placas solares e entender como funcionam, o que é tão crucial nesse tipo de sistema de luz solar.
E agora que você já viu o guia completo sobre placas solares, quer saber detalhes sobre preços e custos em geral? Acesse nosso site e encontre artigos que tratam do assunto para você ter maior clareza e domínio sobre o assunto e conhecer todos os lados desse negócio! Não perca tempo e descubra hoje mesmo!
Por meio da Resolução Normativa Nº 482 da ANEEL, de 2012, ficou estabelecida toda a base para o sistema de compensação de energia elétrica no país. Pois tornou-se o marco regulatório para a instalação e a conexão de uma usina solar (independentemente do porte).

Esse sistema, também conhecido como Net Metering, permite a sua própria geração de energia por meio dos painéis fotovoltaicos. E a consequente conversão em energia elétrica a partir da sua conexão direta com a concessionária de energia na sua região.
Vamos entender, então, como funciona o sistema de compensação de energia elétrica e como ele beneficia você de diferentes maneiras? Basta seguir com a leitura deste post!
Como mencionamos, todo o sistema de compensação de energia elétrica é pautado pela resolução da ANEEL. Por meio dela, estabeleceu-se que a produção excedente de energia por meio dos painéis solares não poderia ser convertida em dinheiro, diretamente.
Contudo, essa “sobra” se transformaria em créditos de energia. Assim, os geradores de energia poderiam usá-los nos meses seguintes. Algo muito benéfico para os meses em que a geração de energia foi inferior ao consumo ou mesmo em que o consumo foi muito superior aos meses anteriores.
Dessa maneira, a economia na conta de luz permanece garantida independentemente da quantidade gerada. Afinal, o prazo de uso desses créditos é de 60 meses. E o sistema de compensação de energia elétrica é válido para:
Grande reforço atual, também, foi a Lei 14.300/22 — que ficou conhecida como o novo marco legal da geração e distribuição de energia via fontes renováveis no Brasil.
Com ela, os consumidores adquiriram respaldo jurídico e segurança aos usuários no que diz respeito ao uso dos créditos e também das categorias que se beneficiam do sistema de compensação de energia elétrica.
No geral, o sistema de compensação de energia elétrica (ou, simplesmente, SCEE) permite que os usuários e geradores de energia não percam energia gerada.
É o que aconteceria, por exemplo, se os painéis gerassem energia elétrica suficiente para dois meses, e o consumo do período se restringisse a um mês, apenas.
Assim, esse excedente não seria usado e não seriam avaliados os benefícios da energia solar e, tampouco, a possibilidade de obter um retorno rápido do investimento.
Por sua vez, com o sistema de compensação de energia elétrica é possível acumular o excedente por meio do crédito de energia solar. Ou, ainda, a partir de outras opções de uso com a geração distribuída — que falaremos a respeito logo adiante.
Comecemos pelo princípio da modalidade: geração de energia distribuída (ou GD) é o termo que define as possibilidades de gerar e de distribuir energia elétrica no país.
Portanto, micro e minigeradores de energia podem tanto abastecer as próprias unidades geradas de energia (residências ou comércios) e têm outras possibilidades de uso dessa quantidade gerada mensalmente.
Até por isso, gera pelas resoluções da ANEEL ou da já citada lei acima, temos algumas possibilidades interessantes de geração distribuída dentro de distintas modalidades. Que falaremos a respeito a seguir!
Trata-se do primeiro modelo de geração de energia aplicado no país e, inclusive, é também o mais usado ainda. Na geração junto à carga, o consumidor tem a sua própria unidade (micro ou mini) geradora de energia.
É o que acontece, por exemplo, ao instalar painéis solares no telhado de uma residência para abastecê-la por meio da energia solar.

Nessa modalidade de GD, o excedente de energia gerada pode ser usado para quitar também a conta de luz de um segundo imóvel.
Desde que, para isso, a unidade esteja sob a mesma titularidade da unidade geradora de energia e que ambos os imóveis estejam sob a responsabilidade da mesma concessionária de energia elétrica.
Assim, o autoconsumo remoto é uma interessante alternativa para quem deseja economizar ainda mais e acumular os principais benefícios da energia solar.
O compartilhamento, aqui, funciona por meio de um consórcio sustentável de energia solar. Com isso, a geração de energia é fracionada entre os participantes conforme acordado em contrato para que todos recebam o que foi contratado dentro do projeto.
Existe, ainda, a modalidade de geração em condomínio (ou EMUC). Nela, empreendimentos imobiliários, como um condomínio de apartamentos, ou mesmo shopping centers podem contemplar uma geração de energia elétrica que beneficie a todos.
Um empreendimento com múltiplas unidades consumidoras pode fazer uso dessa modalidade. Veja alguns exemplos, a seguir:
Basicamente, estamos falando de um ciclo que gira em torno dos seguintes processos:
Avalie, sempre, o melhor custo benefício de acordo com os seus objetivos e necessidades. Como vimos, o sistema de compensação de energia elétrica e a modalidade selecionada devem ser pensados para que você extraia as melhores vantagens da energia solar.

Assim, você pode ter um retorno rápido do seu investimento, obtém mais economia na conta de luz e até pode garantir total conveniência para quitar grande parte de uma conta de energia elétrica em outras propriedades.
Recomendamos, inclusive, que você realize esse processo com o auxílio de uma empresa especializada no assunto. Assim, tanto o investimento quanto a economia gerada serão totalmente alinhados à sua necessidade.
Na Maya Energy, você consegue obter o melhor possível de um sistema de compensação de energia elétrica. Isso porque, temos em nosso portfólio um amplo repertório de soluções em energia solar.
E para que você se beneficie das fontes de energia renováveis, convidamos você a conhecer as soluções da Maya Energy para empresas, que é a Fazenda Solar In Loco e a própria Fazenda Solar — uma solução imperdível para quem pretende investir em energia solar e não sabe por onde começar!












