É verdade que existem benefícios tributários de energia solar?
Sim, você que tem demonstrado interesse em gerar energia por meio de fontes renováveis encontra uma série de benefícios ao longo dos anos. O payback do investimento é um deles, mas a lei também prevê algumas condições interessantes na carga tributária.
Para saber mais a respeito do assunto acompanhe-nos ao longo desta leitura!
“Quem tem energia solar paga algum imposto?”
Uma dúvida comum, mas com simples resposta: paga, mas pode ter algumas condições interessantes proporcionadas nesse sentido para os geradores de energia solar.
E existem três grandes oportunidades para quem já investe em energia solar no que diz respeito aos benefícios fiscais (alguns com vínculo federal e, outros, com base em cada estado e/ou município).
Quais seriam, então, esses benefícios tributários da energia solar? Abaixo, vamos falar sobre cada um deles!
Aprovada em 2015, a Lei Nº 13.169 relata, em seu Artigo 8º,o seguinte:
“Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS incidentes sobre a energia elétrica ativa fornecida pela distribuidora à unidade consumidora, na quantidade correspondente à soma da energia elétrica ativa injetada na rede de distribuição pela mesma unidade consumidora com os créditos de energia ativa originados na própria unidade consumidora no mesmo mês, em meses anteriores ou em outra unidade consumidora do mesmo titular, nos termos do Sistema de Compensação de Energia Elétrica para microgeração e minigeração distribuída, conforme regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL”.
Portanto, todo o excedente de energia gerado pelo sistema fotovoltaico é convertido em créditos de energia solar isentos desses impostos.

A Resolução Normativa nº 482 atesta o seguinte:
A isenção do ICMS ocorre também de modo similar ao que vimos sobre o imposto anterior: o benefício tributário de energia solar apenas acontece sobre a energia produzida e posteriormente convertida em crédito (o que não inclui a energia consumida).
Atualmente, todos os estados do país e o Distrito Federal aderiram ao convênio.
Outro dos benefícios tributários de energia solar tem a ver com um desconto aplicado ao IPTU — o Imposto Predial e Territorial Urbano.
Você talvez conheça-o como IPTU Verde (ou mesmo IPTU Amarelo), mas o benefício fiscal tem o mesmo objetivo: incentivar o uso de soluções sustentáveis nas residências do país.
Mas vale observar que os valores aplicados nesse benefício fiscal variam conforme a definição de cada município. Isso inclui não apenas os incentivos, mas o percentual de desconto oferecido também.
Saiba mais: Tarifa horo sazonal: o que é e como funcionam em sua conta
Além dos benefícios tributários de energia solar que mencionamos acima, você pode ficar por dentro de um assunto complementar: a relação do seu sistema fotovoltaico e das placas solares com o Imposto de Renda.
Afinal de contas, é necessário declarar o investimento em energia solar no IR?
Em 2022, ao menos, essa exigência está limitada aos proprietários cujos imóveis possuam um valor superior a R$ 300 mil. Eles, sim, devem declarar o investimento no IR.
Paralelamente, observe que o sistema fotovoltaico pode ser cadastrado porque, posteriormente, esse mesmo investimento se traduz em ganho de capital que vai gerar uma dedução no imposto.
Um exemplo: um imóvel foi adquirido por R$ 200 mil e, posteriormente, revendido a R$ 300 mil. Nesses casos, o vai incidir apenas sobre a diferença apurada. E isso também vale para qualquer reforma ou ampliação realizada na propriedade.
Pois são aplicações que diretamente geram ganho de capital e vai influenciar no valor do imóvel.
E no caso de um bem imobiliário com valor abaixo de R$ 300 mil, a recomendação é a seguinte: se o rendimento do indivíduo for superior a R$ 28.559,70 — tendo que prestar constar ao IR —, é importante incluir o investimento em energia solar na declaração.
O motivo, contudo, é o mesmo justificado para imóveis acima de R$ 300 mil: trata-se de um custo de aquisição que implica ganho no capital em eventuais vendas.
Vamos ver, então, como você deve declarar o investimento em energia solar no Imposto de Renda? Ao preencher o documento, inclua o sistema fotovoltaico na aba de Bens e Direitos da sua declaração.

Atenção, apenas, para o seguinte fato: você deve declarar apenas o valor pago naquele ano do exercício fiscal. Isso, é claro, se você realizou um financiamento para adquirir o sistema.
Já que estamos falando de benefícios tributários da energia solar, por que não estender o assunto e reforçar alguns dos principais deles em geral também?
Assim, fica mais claro compreender o quanto uma fonte de energia renovável como essa pode agregar fatores positivos em múltiplas maneiras na sua vida. Confira, a seguir, alguns dos principais benefícios da energia solar:
A Maya Energy tem se consolidado no mercado como uma grande referência em energia solar. Isso, tanto para soluções residenciais quanto empresariais, não importando o ramo de atuação ou o porte do empreendimento.
Além disso, trabalhamos com modalidades de usina solar ou de fazenda solar. Tudo conforme os seus objetivos e necessidades.
E se você quiser saber mais a respeito de qualquer uma de nossas soluções e entender melhor os benefícios tributários da energia solar, fale conosco!
A popularização das usinas e fazendas solares permitiu que pessoas empreendessem e encontrassem novas formas de trabalhar com energia solar. Mas acima de tudo, trouxe facilidade de acesso para quem tem o desejo de investir em fontes de energia renovável, mas ainda não dispõe de todos os meios para isso.
Nessas horas, a cota de energia solar surge como grande alternativa para o mercado em geral. E caso você ainda não saiba como funciona, siga com a leitura dos tópicos abaixo, pois vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!
Para explicar, vamos entender da seguinte maneira: quem produz energia solar em abundância — por meio de uma fazenda solar, por exemplo — pode oferecer “lotes” a consumidores interessados em adquirir créditos solares.
E o que seriam os créditos solares? São a energia solar convertida em energia elétrica, e que pode ser abatida da conta de luz do consumidor de acordo com o seu consumo.
Ou seja: se você sabe qual é o seu consumo médio, você pode contratar uma cota de energia solar suficiente para abater do valor mensal de sua conta de luz.
É uma alternativa fundamental para quem pretende investir em energia solar, mas ainda não dispõe de espaço ou mesmo os recursos necessários para implementar um projeto de sistema fotovoltaico na sua residência ou empresa. O que pode significar: menos burocracia, mais agilidade e o usufruto dos benefícios da energia solar, apenas.
Basicamente, a fazenda solar produz uma quantidade massiva de energia por meio dos seus painéis solares. A partir disso, o excedente da fazenda é transformado em crédito solar e, como adiantamos no tópico anterior, por meio da geração compartilhada os gestores da fazenda solar conseguem comercializar os créditos para que consumidores usem em suas respectivas contas de luz.
Nesse caso, como mencionamos, você não precisa lidar com longos e burocráticos processos de planejamento e execução de um sistema fotovoltaico: basta avaliar a quantidade de lotes que são capazes de suprir o seu consumo médio de energia elétrica, e contratá-la para reduzir grandemente os custos com energia elétrica mensalmente.
Hoje em dia, a possibilidade é executável por meio de algumas alternativas. Confira, a seguir, quais são:

Outra possibilidade de comercialização funciona por meio da geração de energia solar residencial, por exemplo, e da qual o proprietário vai receber os créditos solares assim que o seu sistema fotovoltaico gerar a energia solar e encaminhá-la para a rede distribuidora de energia elétrica.
O meio mais prático para isso é por meio do contato direto com empresas especializadas no planejamento e na execução de projetos de energia solar — como uma fazenda solar.
A partir disso, um estudo das suas necessidades e de alinhamento com o seu orçamento deve ser realizado. É a partir disso que você entende quando o lote de cota de energia solar vai custar, e o quanto cada cota vai proporcionar de economia na conta de luz.
Em seguida, basta assinar o contrato e finalizar o processo de “aluguel” da cota de energia solar conforme o acordo com a empresa. Assim, você usufrui rapidamente desses benefícios.
A alternativa é similar ao que mencionamos até aqui. A cota de energia solar pode ser obtida por meio da negociação com empresas que cuidem da gestão de fazendas solares.
Com isso, o levantamento das suas necessidades e objetivos vai apontar a quantidade de cotas que a sua residência, empresa ou indústria precisa alugar para que a quantidade de energia solar gerada seja suficiente para abater, mensalmente, o valor gasto na conta de luz.
E a modalidade atua, direta e indiretamente, com a comercialização de energia solar e da sua conversão em energia elétrica após passar pela concessionária de energia da sua região.

A assinatura de energia solar tem tudo a ver com o que discutimos ao longo deste artigo: é a possibilidade de contratar um lote de uma fazenda solar que produza a quantidade de energia necessária para suprir os seus atuais gastos com energia elétrica.
Assim, obtém-se um desconto significativo nessa despesa mensal e você ainda consegue ingressar de vez no uso de uma fonte de energia limpa, renovável e infinita — e seu consequentes benefícios.
Quer saber como dar um passo certeiro rumo ao investimento em energia solar? Clique aqui e conheça as condições incríveis da Maya Energy para que você invista em sua própria fazenda solar!
Ao longo deste post, falamos a respeito da cota de energia solar, uma modalidade interessante para quem deseja obter os benefícios da energia solar, mas por algum motivo não consegue instalar o próprio sistema, tornando-se o seu gerador de energia.
Mas com a aquisição de cotas disponíveis em fazendas solares, o consumidor consegue acesso aos benefícios da energia solar, minimizando os custos com energia elétrica porque cada cota é capaz de equivaler com o consumo atual de energia e, assim, tornar essa despesa mais barata e menos impactante no orçamento mensal.
Esperamos que as dicas tenham te ajudado a imaginar e dar o primeiro passo para viabilizar o seu acesso à cota de energia solar!
O Brasil segue em acelerada expansão no uso e na geração de energia por meio do sistema fotovoltaico — foi o quarto no mercado global em 2021. Mas tal popularidade levanta dúvidas interessantes para que o consumidor entenda melhor a solução.
Por exemplo: você sabe qual é a diferença entre o sistema on grid e off grid?
Saber a resposta e as características de cada um deles permite que você alinhe a melhor solução de acordo com as suas necessidades e objetivos. E, por isso, preparamos este post com tudo o que você precisa saber sobre o assunto.
Confira os tópicos abaixo e aprenda conosco tudo a respeito do sistema fotovoltaico on grid e off grid!
Vamos começar explicando o que é o sistema on grid — ou conectado à rede.
Trata-se de uma solução na qual o imóvel onde o sistema fotovoltaico e as placas solares foram instaladas seguem conectadas à rede de distribuição de energia elétrica.
Com isso, toda a energia captada pelos painéis solares é convertida em eletricidade e usada, posteriormente, para abater a conta de luz do próprio imóvel.
Em seguida, esse excedente é devolvido à concessionária, que então gera os créditos solares para o consumidor usar nos meses seguintes.
Inclusive, esses créditos podem ser usados em outra modalidade para quem trabalha com energia solar, aumentando sua economia: o autoconsumo remoto.
Por meio desse recurso, o crédito não usado no local onde estão instalados os painéis fotovoltaicos pode ser alocado em outro imóvel. Desde que, para isso, a unidade esteja sob a mesma titularidade e sob a mesma rede concessionária de energia elétrica.
Portanto, quando falamos em sistema on grid e off grid, vale destacar a praticidade e alta possibilidade de economia proporcionadas pelo primeiro modelo
Vamos entender melhor como funciona o sistema on grid solar. Por estar sempre conectada à rede de distribuição de energia, a solução conta — além dos painéis — com equipamentos que convertem a energia solar em eletricidade.
Por conta disso, não é necessária a aquisição de baterias solares, por exemplo. Isso ajuda a baratear a instalação do sistema. E também é o que mais favorece a redução nos custos com energia elétrica mensalmente.
Com base no que apontamos até aqui, o sistema on grid apresenta algumas características bem positivas para quem vem pensando em investir em energias renováveis.
Abaixo, vamos apontar os grandes benefícios desse tipo de solução:
Por outro lado, alguns pontos de atenção devem ser observados no sistema on grid e off grid. Sobre o primeiro citado, contudo, vale a pena ficar de olho no fato de que esse modelo de sistema fotovoltaico não possui um backup de energia.
O que é uma desvantagem durante eventuais quedas de energia elétrica — especialmente, quando isso ocorre durante o dia. E um dos motivos para isso ser um grande problema é que a transmissão com a rede concessionária é interrompida, nesses momentos, para assegurar a proteção dos funcionários designados para resolver o problema de queda de energia.
Quando falamos no on grid solar e seus respectivos componentes, podemos citar os principais:

Estamos falando de sistema on grid e off-grid, e no caso do segundo temos uma situação diferente da mencionada no tópico anterior.
Afinal, o imóvel não necessita da concessionária de energia, podendo operar de forma autônoma. Nesses casos, a solução é mais indicada para casos específicos. Alguns exemplos:
Toda a energia absorvida e produzida, nesse modelo, é armazenada nas baterias solares. E, assim, o imóvel é abastecido sempre que necessário (quando não há sol ou à noite, entre outras situações).
Nesse ponto, vale ainda mencionar que a quantidade de baterias condiz com o perfil de consumo do usuário. Quanto mais ele necessitar, mais baterias serão necessárias.
Como vimos, o sistema off-grid se destaca por não estar conectado à distribuidora de energia elétrica. Dessa maneira, atua e opera de forma autônoma, gerando, convertendo e consumindo a própria energia do seu sistema fotovoltaico, sem intermediários.
Podemos destacar, entre as vantagens do sistema off-grid, que é uma solução versátil para áreas onde ainda não existe energia elétrica plenamente estabelecida.
Além disso, embora seu custo costume ser mais elevado do que o sistema on grid, o modelo off-grid ainda é mais acessível do que a construção de infraestrutura convencional de energia elétrica.
Também como destaque dá para mencionar o quanto as pessoas se tornam autossuficientes com o sistema off-grid. Você passa a gerar toda energia consumida, dependendo das situações na qual a instalação se deu.
Contudo, entre o sistema on grid e o off grid, algumas características não tão positivas podem ser observadas nesse modelo, exclusivamente. Por exemplo:
São fatores, portanto, que devem ser levados em consideração antes de decidir-se entre sistema on grid e off-grid.
Um sistema off grid tipicamente é composto pelos seguintes componentes:

Por fim, podemos falar a respeito dos sistemas de energia solar híbridos. São modelos que visam agregar o melhor do sistema on grid e off-grid em uma só solução.
Ou seja: back-up de energia, quando necessário, e a mais que bem-vinda redução nas despesas com energia elétrica.
O modelo híbrido funciona de ambas as maneiras, mas de modo alternado: conta, portanto, com inversores grid-tied e também os inversores autônomos do sistema off-grid.
Com isso, o funcionamento é modificado diante de uma necessidade — no caso de cortes de energia, por exemplo.
De fato, os benefícios são evidentes: você tem autonomia, segurança e economia gradualmente obtida por meio dos descontos na conta de luz.
Entretanto, o sistema híbrido carrega alguns desafios. O primeiro tem a ver com o custo para a sua aquisição e instalação. Paralelamente, existe a necessidade de adaptar o imóvel para definir quais equipamentos elétricos vão estar constantemente abastecidos de energia — mesmo em casos de apagão.
No geral, o sistema é composto pelos seguintes itens:
Os componentes são:
Um pouco de cada modelo dos sistemas on grid e off-grid, portanto.

Você, agora, já entendeu melhor o que é o sistema on grid e off-grid. Ambos têm as suas particularidades e podem ser usados em diferentes situações.
Ou mesmo de modo alternado, no caso do sistema híbrido.
Portanto, é necessário apenas identificar quais são as suas necessidades e as circunstâncias em torno da instalação do sistema fotovoltaico.
Faça esse alinhamento de expectativas, objetivos e particularidades — preferencialmente, com o auxílio de empresas especializadas no assunto — para encontrar a melhor solução para a sua empresa ou residência.
Ao longo deste post, nós explicarmos o que é o sistema on grid e off-grid. Sendo o primeiro mais popular em zonas urbanas porque conecta-se diretamente à rede de energia elétrica e é uma solução mais acessível que agiliza, inclusive, o payback de energia solar.
Além, é claro, de garantir economia mensal na conta de luz por meio dos créditos solares.
Com a bandeira tarifária ora vermelha, ora amarela ou mesmo em índices mais alarmantes de custo, a realização do diagnóstico energético se faz tão importante quanto emergencial.
Afinal de contas, é por meio desse exercício de análise e monitoramento do consumo desse insumo vital e dispendioso que você consegue agregar mais sustentabilidade, economia e eficiência ao seu empreendimento.
Para tanto, vamos começar explicando o que é o diagnóstico energético para então apresentar os benefícios e indicar o caminho a ser seguido nessa direção. Confira, conosco!
Resumidamente, o diagnóstico energético se configura como um levantamento de campo que tem como objetivo a verificação de um padrão de consumo energético.
Isso pode ser feito em qualquer tipo de instalação: de residências a pequenas e grandes empresas e indústrias de todos os segmentos.
Com o resultado dessa análise, é possível empreender uma gestão energética mais responsável, planejada e estratégica. O que se converte em vantagens competitivas para qualquer negócio como veremos adiante.
Saiba mais: como funciona o Mercado Livre de Energia
O primeiro passo consiste em mapear todos os processos da sua empresa e, também, do seu segmento de atuação. Um bom diagnóstico energético leva esses fatores em consideração para a plena compreensão do que é fundamental e do que pode estar sendo usado e consumido em excesso — e em desperdício.
Sem falar que cada segmento e porte de organização tem as suas particularidades e padrões de consumo. Com o diagnóstico personalizado, é necessário ir a fundo no seu perfil de consumo, especificamente, e acompanhar esse padrão por períodos quantificáveis (por semanas, por exemplo). Assim, você tem acesso sólido aos custos com energia.
Projetos de eficiência energética necessitam de um diagnóstico energético. Pois é por meio disso que você identifica desperdícios, falhas e gargalos que estão desequilibrando o seu padrão de consumo. E, consequentemente, é o que define as características do melhor plano de ação com base nas suas necessidades, perfil e objetivos.

O resultado disso é que a sua empresa passa a visualizar o consumo de energia elétrica com mais consciência e planejamento. Com menos desperdícios e um consumo otimizado desse tipo de recurso, as despesas são menores e a sua empresa pode se desenvolver com mais sustentabilidade e direcionamento.
Veja também: tudo sobre a norma ISO 50001
Vamos entender, agora, como a sua compreensão sobre o que é o diagnóstico energético e a sua aplicação pode impactar positivamente o desenvolvimento da sua empresa.
Saber da onde sai os principais consumos (e desperdícios) em energia elétrica auxilia a sua empresa a ser mais consciente sobre o recurso energético e como manter a eficiência operacional limitando esse gasto excessivo.
Consequentemente, contribui com o planejamento de padronizações em seus processos, a fim de manter o gasto energético sempre sob controle, e sem abdicar da boa performance da sua equipe e dos seus equipamentos.
O diagnóstico energético tem ampla responsabilidade na redução do desperdício. E isso é importante por dois motivos principais:
Com menos desperdício, seus processos também ficam mais enxutos e você começa a aprender a desenvolver mais, com menos.
Com base no que vimos até aqui, o diagnóstico energético tem papel relevante também na redução de custos da sua empresa.
E, ao longo dos meses, essa economia pode gradualmente se converter em investimentos e no direcionamento de recursos para outras áreas da sua empresa.
Leia também: LCOE: o que é, principais vantagens e como utilizar?
A eficiência energética é alcançada quando um empreendimento consegue gerar a mesma performance, no dia a dia, usando uma quantidade menor de energia.
Traduzindo: você identifica oportunidades de usar o recurso conscientemente, mas não abre mão da sua produtividade, resultados e lucros. Você apenas consegue ser mais eficiente e impactante por meio de alternativas que ajudam a reduzir a dependência e o uso excessivo de energia elétrica.
Leia também: Projeto de eficiência energética (EE): etapas da implantação
Também é de se mencionar que o diagnóstico energético fornece um retorno significativo para o meio ambiente. Afinal de contas, o uso consciente dos recursos fornecidos pela natureza compõe um coletivo mais preocupado com o mundo onde vivemos.
Até por isso, o diagnóstico energético pode ser de grande valia. Ao perceber o quanto a sua empresa consome (e pode economizar) no dia a dia, mais alternativas podem despontar no horizonte para acumular esses benefícios na rotina do seu próprio negócio.
E uma das principais frentes no combate ao desperdício e à geração cara de energia elétrica é a instalação do sistema fotovoltaico. Ou seja: a geração da própria energia por meio da energia solar.

Com um sistema solar, você gera energia suficiente para quitar até 95% das suas despesas com energia elétrica. Uma economia, inclusive, que vai pagando, mensalmente, o valor do investimento na solução de energia solar.
Em poucos anos, você colhe todos os benefícios mencionados neste texto, além de todos os outros em comum entre as milhares de pessoas que já possuem um sistema fotovoltaico em suas residências, comércios e indústrias.
E nós podemos ajudar com isso! A partir do seu diagnóstico energético, pode ficar evidente que a energia solar é uma das soluções mais necessárias para agregar valores múltiplos ao seu negócio.
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O diagnóstico energético, como vimos, tem participação ativa na busca por eficiência energética e até mesmo em uma revolução de processos dentro da sua empresa.
Portanto, esse exercício é fundamental para conhecer melhor a sua própria empresa, avaliar o fluxo produtivo e aprender onde você pode otimizar o consumo de energia elétrica sem abdicar da performance e dos resultados.
Também vimos que a energia solar é uma das principais respostas para solucionar qualquer problema apontado no seu diagnóstico energético. Esperamos que as informações deste post auxiliem você na tomada de decisão mais assertiva!
Existem diversas formas de trabalhar com energia solar, e uma forma de investimento no setor é aprendendo como montar uma fazenda de energia solar.
Toda a ideia gira em torno da produção de uma verdadeira geradora de energia de grande porte e que vai comercializar toda essa energia para outras empresas ou usuários.
Quer saber mais a respeito? Então, vem com a gente descobrir o passo a passo sobre como montar uma fazenda de energia solar!
A fazenda solar é uma área (normalmente, construída em uma área rural) que conta com diversos painéis fotovoltaicos para gerar energia e, assim, comercializar os créditos solares gerados para um cliente final.
Essa é uma oportunidade e tanto para quem deseja investir no setor, uma vez que a maior demanda para a construção de fazendas solares está, justamente, na necessidade de um espaço físico adequado para acomodar os mais variados projetos do gênero.
No geral, o mínimo de área livre necessária para abrigar uma fazenda de energia solar é de 10 mil m². Isso tende a ser suficiente para gerar o equivalente a 1 megawatt de potência.
Saiba mais: investimento em energia solar para agronegócios
A oportunidade de gerar energia por meio do sistema fotovoltaico com o interesse em comercializar os créditos solares, aqui no Brasil, ainda passa diretamente pelo uso exclusivo de empresas.
Ou seja: pessoas físicas não podem montar uma fazenda de energia solar de forma independente. Elas podem, contudo, adquirir os créditos solares gerados por usinas solares e as já citadas fazendas com o mesmo propósito.
Mas então, quem pode montar uma fazenda de energia solar?
Empresas como a Maya Energy, por exemplo, podem capitanear o projeto que tiver investidores interessados e, como adiantamos no tópico anterior, tiverem um terreno com as condições apropriadas para acomodar os projetos a serem desenvolvidos.
Interessante observar que somos verdadeiros parceiros nessa empreitada, guiando lado a lado todas as etapas para montar uma fazenda de energia solar, como:
No mais, apenas pessoas jurídicas podem estar à frente de um projeto de fazenda solar aqui no país. Alem disso, as condições mínimas para implementação do projeto variam conforme as empresas especializadas do ramo.
Entre em contato conosco caso tenha dúvidas sobre o assunto!
Acreditamos, piamente, que vale a pena investir em uma fazenda solar. O mercado está em franca expansão no Brasil — só em 2022, já existem mais de 1,2 milhão de pontos de geração distribuída de energia solar.
Portanto, é mais do que recomendável atentar-se às atuais oportunidades do mercado e o que ainda está por vir para beneficiar-se enquanto o setor ainda está em crescimento acelerado.
E a energia solar produzida é muito mais acessível — algo especialmente importante em uma época na qual a bandeira tarifária de energia elétrica é tão cara no país.
Paralelamente, é possível encontrar muitos clientes interessados em adquirir energia proveniente de uma fonte sustentável e infinita de energia.
Que tal vermos, então, como é possível investir no mercado e, especificamente, começar a montar uma fazenda de energia solar para lucrar com ela?
Além do alinhamento dos seus objetivos com uma empresa espacializada — que já vai agilizar toda a papelada e o planejamento necessários para legalizar o projeto —, há muito que se fazer para implementar sua fazenda solar.
Confira, a seguir, o passo a passo!
Essa etapa consiste em identificar a melhor região para a construção da fazenda solar. E, atualmente, o melhor estado do país para isso é Minas Gerais — não por coincidência, é onde a Maya Energy está instalada.
O motivo para isso se explica por meio de benefícios fiscais que o governo concede por meio da Lei estadual 22.549/2017. Nela, existe isenção de ICMS pela energia gerada a partir de uma fazenda solar. O que viabiliza ainda mais os projetos de fazenda solar.
Como falamos acima, os requisitos variam de empresa para empresa, mas pode-se esperar alguns requisitos mínimos similares, como:
Solicite orçamentos, pesquise no mercado e avalie cada etapa do processo para montar uma fazenda solar. Você vai perceber que se trata de uma engenharia complexa e de pluralizada responsabilidade para torná-la possível e funcional.
Também, vai descobrir — com números — que a fazenda solar pode gerar lucros. E, assim, o seu investimento vai ter um retorno esperado e que vai gerar o payback de energia solar gradativamente.

Quando falamos em como montar uma fazenda de energia solar, estamos falando de modalidades que não fogem às seguintes possibilidades:
Leia também: entenda o que é a geração de energia compartilhada
É necessário que o passo a passo para montar uma fazenda de energia solar passe pelo dimensionamento do espaço. Afinal, é isso que vai permitir a construção de uma fazenda solar capaz de produzir a energia necessária para suprir a demanda em pauta.
Em média, a quantidade de painéis solares se define pela potência individual de 500 W. Assim, se a sua fazenda solar tiver 1 MW, hipoteticamente, serão necessários cerca de 2 mil painéis solares. E a área de ocupação vai girar em torno de 1 hectare.

Isso varia de acordo com diferentes tipos de projetos, mas uma projeção estimada é de que o lucro da fazenda solar chegue a 2%, aproximadamente.
E agora que você já entendeu o que precisa para montar uma fazenda de energia solar, saiba que podemos ajudar de ponta a ponta de um projeto tão interessante como esse!
Clique aqui e conheça a solução de investimento em fazenda solar que a Maya Energy oferece!
Vimos o quanto é complexo, mas possível, aprender o passo a passo para montar uma fazenda de energia solar. E mais: mostramos que trata-se de uma modalidade em franca expansão e recheada de benefícios (e lucros).
Por isso, caso queira saber mais sobre o assunto e entender novas formas de trabalhar com energia solar, entre em contato conosco!
Gestão de energia é algo muito intrínseco à necessidade de muitas empresas em se tornarem mais eficientes e competitivas sem, com isso, aumentar os seus custos.
E ao longo deste post vamos mostrar como isso é possível. Por meio de ações, uma mudança de atitude e comportamento e os meios certos (ou ferramentas) para tornar esse objetivo mais concreto e realizável em sua rotina.
Aprenda, conosco, tudo o que você precisa saber sobre gestão de energia e eficiência energética!
Essencialmente, a gestão de energia elétrica tem a ver com o uso mais planejado e assertivo possível da energia que você compra da distribuidora — a relação entre R$ por kWh) — e a forma com a qual você a utiliza.
Ou seja: produzir mais e de maneira mais eficiente com a menor quantidade de recursos para isso. Justamente por isso, muita gente confunde os conceitos de gestão de energia e eficiência energética. Afinal, o primeiro é apenas a jornada que vai levar a sua empresa a alcançar a desejada eficiência energética em sua rotina — mas falaremos um pouquinho mais sobre isso adiante.
Um ponto de curtíssimo prazo para se considerar essa estratégia é a redução no consumo de energia elétrica. O que, consequentemente, abre espaço para a sua empresa direcionar melhor seus investimentos em outras áreas.
Mas vai além disso. A preocupação com a gestão de energia passa também pela otimização de processos, pela organização da sua empresa para ser mais eficiente e assertiva com menos uso de recursos e, também, para contribuir com um mundo mais sustentável.
E veja que isso também se traduz em uma vantagem competitiva: hoje em dia, quase metade dos consumidores prefere empresas mais engajadas, permitindo que a reputação da sua empresa seja um valiosíssimo ativo.
Acima, já destacamos brevemente o impacto positivo da gestão de energia elétrica por meio da sua própria importância na empresa — dentro e fora dela.
Mas dá para explorar um pouco mais o assunto. Confira, a seguir, algumas das principais vantagens da gestão de energia!
Por meio da implementação da gestão de energia, fica mais fácil identificar o consumo diário e, a partir dessa compreensão, aprender como otimizar cada etapa do processo.
Sem falar que você pode aprender mais sobre a sua fatura de energia em si e o tarifário dela. O que pode promover mudanças na sua empresa para desempenhar determinadas atividades que consomem mais energia elétrica em momentos nos quais a tarifa é mais barata.
Então, gestão de energia não significa, necessariamente, cortar despesas eliminando tarefas, mas tornando-as mais planejadas e estratégicas. E isso se reflete no bolso e de maneira positiva, invariavelmente.
A redução no consumo de energia elétrica também se traduz em um impacto ambiental menor. Por exemplo: isso pode acontecer a partir da produção menor de energia elétrica termelétricas — consequentemente, é menor também a emissão de gases do efeito estufa.

Como mencionamos anteriormente, empresas engajadas estão ganhando mais e mais a apreciação do consumidor. Portanto, existem muitos benefícios que podem ser analisados internamente, mas eles também se refletem do lado de fora — ou seja: na maneira com a qual o mercado enxerga a sua marca.
Com base nos pontos que mencionamos acima, você talvez tenha percebido que é possível refletir sobre todo o seu fluxo de trabalho para encontrar formas de viabilizar sua eficiência operacional com menor consumo energético, certo?
E isso pode acontecer de diferentes maneiras. Seu maquinário, por exemplo, desempenha funções com o menor consumo possível? Os modelos foram criados para ter eficiência com menos consumo de energia? Eles estão configurados e em dia com a manutenção ou necessitam de mais energia, atualmente, do que há algum tempo para funcionar?
Outro ponto que pode auxiliar nessa etapa da jornada é a certificação alinhada à gestão de energia — bom exemplo disso é a norma ISO 50001, uma norma que reúne as melhores práticas para qualificar ainda mais o desempenho energético.
Saiba mais: Tarifa horo sazonal: o que é e como funcionam em sua conta
Saiba mais: O que é diagnóstico energético? Veja benefícios e quando fazer
Esteja você de olho na ISO 50001 ou em outras estratégias para aprender como fazer a gestão de energia, vale a pena dar os primeiros passos nessa direção para mudar, gradativamente, a sua relação com a conta de luz.
Abaixo, vamos mostrar como você não precisa de tecnologia ou fórmulas mágicas para implementar a gestão de energia. Muitas empresas, inclusive, adotam a metodologia PDCA para viabilizar esse tipo de projeto. Confira, a seguir, como funciona!
A primeira letra da sigla é P, de planejamento. Aqui, você deve estabelecer metas e objetivos, mapear os processos da sua empresa e identificar da onde vem o consumo de energia elétrica — individualmente. Esse é o primeiro passo para compreender o momento e avaliar para onde é possível se dirigir por meio desse processo de gestão de energia.
Em seguida, a letra D, de desenvolvimento. Trata-se da elaboração de estratégias que vão focar na redução e na eficiência do uso de energia elétrica no dia a dia da sua empresa. Alguns exemplos de ideias que podem surgir aqui:
Com a implementação realizada, hora de chegar à letra C da metodologia PDCA — checagem. Você vai monitorar a performance de cada alteração realizada, na etapa anterior, e verificar se houve uma mudança, seja ela positiva ou negativa.
Pois é esse processo que leva à etapa seguinte: A, de ação. Trata-se dos esforços em colocar tudo em prática e, também, em ajustar os processos a fim de torná-los continuamente melhor e fazer com que a gestão de energia se torne a sua grande aliada.

Lá no começo do artigo, nós falamos que existe diferença entre os conceitos de gestão de energia e eficiência energética. E já adiantamos que o primeiro nada mais é do que o caminho para alcançar a segunda.
Isso porque a própria noção de eficiência energética está associada à aplicação de estratégias e processos que ajudam a reduzir o consumo de energia (direta ou indiretamente). Portanto, a gestão de energia é a etapa anterior à conquista: é todo o trabalho realizado que vai conduzir a esse efeito cheio de benefícios que destacamos em tópicos anteriores.
Softwares de gestão de energia são excelentes ferramentas para garantir um monitoramento mais eficiente do seu consumo. Afinal, são produtos com grande capacidade de monitoramento, automatização e de análise de dados.
Para a sua empresa, isso se apresenta como um diferencial e tanto para fazer avaliações, mensurar índices indicativos e métricas e saber, exatamente, quais são os pontos-chave que mais demandam a sua atenção para qualificar a sua gestão de energia.
Para tanto, vale a pena ficar de olho em dois recursos e diferenciais estruturais para que o seu software para gestão energética garanta grandes qualidades ao seu trabalho. Vamos explorá-los logo abaixo!
Uma solução deve, primeiramente, atender às suas necessidades. Por isso, certifique-se de que o software que você está negociando oferece essa possibilidade.
Com um dashboard personalizado, você tem fácil acesso e visualização às informações que mais deseja. O que faz toda a diferença na hora de planejar e executar as suas tarefas focadas em gestão de energia.
Monitoramento em tempo real é outro recurso indispensável, considerando que a sua utilização promove mais assertividade, agilidade e eficiência à sua tomada de decisão.
Sem falar que é por meio desse tipo de ação que você consegue visualizar relatórios completos e atualizados para discutir novos planos de ação e tudo o mais que estiver ao seu alcance para desenvolver a sua gestão de energia.
E se precisar de auxílio especializado nesse processo, conte conosco! A Maya Energy possui uma série de soluções focadas em empresas. Descubra mais, clicando aqui!
Falamos, ao longo deste post, no quanto a gestão de energia tem tudo para agregar em um salto de inovação e transformação para qualquer empresa.
Por meio dela, é possível promover a redução de custos, promover a reputação da sua empresa e qualificar, continuamente, a sua eficiência operacional — e energética.
Esperamos que este conteúdo tenha te ajudado a entender melhor como funciona a gestão de energia e a sua relevância para a conquista da eficiência energética do seu empreendimento!
Residências e empresas, independentemente do porte, têm que ficar de olho no seu consumo de energia elétrica para que as surpresas de grande impacto no orçamento não aconteçam. E o melhor meio para isso é aprendendo a analisar a bandeira tarifária.
Por meio dela, fica mais fácil saber qual é a melhor época para poupar ou manter o consumo médio, já que essa é uma maneira de saber se as tarifas estão favoráveis ou não.
Quer saber, então, o que são e para que servem as bandeiras tarifárias? Siga com a leitura deste post!
Como destacamos, a bandeira tarifária serve para orientar o consumidor. Ela foi criada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2015 e está diretamente relacionada às condições que contribuem para os custos de produção de energia elétrica no país.
Dessa maneira, cada cor presente na bandeira tarifária (são 3, idênticas às presentes em um semáforo de trânsito) aponta uma situação distinta e que vai servir ao consumidor como um alerta também.
Assim, caso os custos com energia elétrica sejam maiores por conta de algum fator que tenha aumentado também a geração de energia, a bandeira tarifária vai ser alterada.
Saiba mais: como fazer uma boa gestão de energia.
Basicamente, trata-se de um fator de indicação sobre quanto custa o conjunto de serviços de uma concessionária de energia elétrica, concentrados em: geração, transmissão e distribuição de energia.
Esses custos variáveis afetam, logicamente, o consumidor final que paga a sua conta de luz residencial ou do seu empreendimento (seja ele comercial ou industrial). E é aí que a bandeira tarifária entra em ação.
Saiba mais: Como aumentar a eficiência energética na Indústria
Um exemplo: digamos que o momento seja desfavorável para a geração de energia. Nesse caso, a distribuidora pode aplicar uma taxa complementar presente nas bandeiras tarifárias para suprir esse custo. Assim, a tarifa da conta de luz fica mais cara.
Mas isso é temporário, apenas, porque em um momento no qual as condições voltam a ser favoráveis — por exemplo: se os reservatórios de água atingiram níveis melhores —, a bandeira tarifária volta ao normal. E também os preços dessa bandeira.
Toda a definição é feita pela própria Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). É o órgão que tem a responsabilidade de analisar a situação do momento e, consequentemente, aplicar o tipo de bandeira tarifária que vai ser aplicada.
Por falar no tipo de bandeira, hoje existem os seguintes:
Vamos entender, agora, qual é a representação delas uma vez que já deu para entender o que são bandeiras tarifárias e o que elas significam para as distribuidoras de energia e para o consumidor final?
Saiba mais: o que é demanda contratada de energia?
Como havíamos destacado, a bandeira tarifária é simbolizada por cores, assim como em um semáforo. E é também similar o significado de cada uma dessas bandeiras tarifárias.
Afinal, cada uma delas vai representar uma situação específica e, complementarmente, o custo de produção de energia. O que posteriormente vai refletir no preço da energia elétrica que consumimos no dia a dia.
Vamos acompanhar a seguir o que cada bandeira tarifária significa!
Esse é status ideal de geração de energia. É, também, o momento em que a cobrança de tarifas na conta de luz permanece em níveis normais, não existindo cobranças extras.
Também vale destacar e reforçar: quando uma bandeira tarifária chega às cores amarela e vermelha, mas a situação é normalizada, a bandeira verde volta a figurar nas contas de luz.
Portanto, as cores a seguir só são aplicadas em circunstâncias anormais e, presumivelmente, temporárias uma vez que são acionadas em algum tipo de crise.
Aqui, as condições já não são as mesmas, perdendo o aspecto favorável de geração.
Para a bandeira tarifária amarela, a ANEEL define uma cobrança extra de R$ 1,874 para cada 100 kW/h consumido pelas pessoas.

Por fim, a bandeira tarifária vermelha, que já representa mais do que um sinal de alerta, mas de risco e variável gravidade.
“Variável”, porque existem duas classificações de bandeira tarifária vermelha. São elas, junto de suas respectivas cobranças:
Essas são as condições básicas de bandeira tarifária que foram desenvolvidas pela ANEEL em 2015. Mas, como mencionamos acima, o órgão se viu na difícil necessidade de compor um novo status para esse tipo de indicador: a Bandeira Tarifária de Escassez Hídrica.
A novidade foi implementada em 2021 como uma resposta aos períodos de escassez do recurso hídrico, que ainda tem grande participação na geração de energia elétrica no país.
Você deve imaginar que a tarifa não é nada acessível caso a ANEEL notifique a necessidade de inserir a Bandeira Tarifária de Escassez Hídrica. Pois você tem razão: em vez dos R$ 9,492 aplicados na bandeira vermelha 2, a Bandeira Tarifária de Escassez Hídrica pratica uma cobrança extra de R$ 14,20 para cada 100 kw/w consumidos.
A própria ANEEL destaca que, com isso, existe a expectativa de percebermos um aumento médio de 6,78% na conta de luz em território brasileiro.
E por que isso acontece? A medida emergencial foi criada justamente para suprir problemas que a falta de chuvas, por exemplo, pode trazer à geração de energia elétrica. E, como vimos, isso afeta diretamente o preço no bolso do consumidor e também para gerar o recurso.
Ela, inclusive, esteve em vigor quando foi criada, em setembro de 2021 e permaneceu válida no país até o mês de abril de 2022. Bom destacar, contudo, que esse caráter emergencial é aplicado apenas quando necessário, e nem todo mês a Bandeira Tarifária de Escassez Hídrica deve ser aplicada.
Leia também: como economiza energia elétrica para residências e empresas
Quem define isso é o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Mensalmente, o órgão avalia as condições em torno da geração de energia e projeta números para considerar cenários diversos em curto prazo. Se existem temores sobre escassez hídrica e outros problemas que podem afetar o preço da geração de energia elétrica, o órgão vai definir o tipo de bandeira tarifária a ser aplicada.

Importante mencionar, por fim, que a Bandeira Tarifária de Escassez Hídrica não é aplicável para todo o Brasil. A regra não é válida, por exemplo, para beneficiários da tarifa social — para eles, permanece a bandeira vermelha 2 como patamar mais grave de cobrança.
Por sua vez, escapar dessas altas cobranças e trabalhar em prol de um mundo menos dependente de recursos finitos é possível. Tanto para residências quanto para empreendimentos comerciais e industriais.
A geração de energia elétrica por meio do sistema fotovoltaico capta a energia solar e transforma-a, posteriormente, no tipo de energia que consumimos.
E, assim, além de adquirir incríveis descontos de até 95% na conta de luz e contribuir para um mundo mais sustentável, o investimento em energia solar gera um payback gradativamente, ao longo dos anos, e tudo isso por meio dos descontos que você vai ter na conta de luz.
Para saber mais, conheça os diferenciais dos serviços prestados pela Maya Energy!
Ao longo deste post, explicamos o que é bandeira tarifária e como ela afeta diretamente no bolso da conta de energia elétrica do consumidor.
Também apontamos o que significa cada uma das cores da bandeira tarifária (verde, amarela e vermelha) e exploramos o mais novo patamar: a Bandeira Tarifária de Escassez Hídrica, que foi criada em setembro de 2021.
Por fim, apontamos que a geração de energia por meio do sistema fotovoltaico é uma alternativa rica e que agrega benefícios múltiplos não apenas no preço da conta de luz, mas de muitas outras maneiras.
Esperamos que este conteúdo te ajude a pensar nas melhores alternativas de geração de energia para o seu negócio ou para o seu lar! E conte conosco, caso tenha qualquer dúvida sobre o assunto!
O custo de disponibilidade de energia é algo em comum que todos os produtores de sua própria energia. Afinal, trata-se de uma quantia mínima que deve ser paga à distribuidora mensalmente — mesmo com os descontos causados pelo sistema fotovoltaico.
Entenda, aqui, se o custo de disponibilidade do sistema elétrico é legal e como funciona esse tipo de cobrança para o consumidor capaz de gerar a sua própria energia!
O custo de disponibilidade também é conhecido como taxa mínima de energia, que nada mais é do que a quantia que a concessionária de energia da sua região cobra pela disponibilização do serviço de eletricidade aos imóveis.
Trata-se, portanto, de uma despesa associada à manutenção dessa infraestrutura que visa assegurar o serviço de energia elétrica aos locais — independentemente de existir uma estrutura de sistema fotovoltaico na residência ou não.
Inclusive, essa cobrança se aplica mesmo se o consumo mensal de energia elétrica de uma propriedade seja zero. Isso porque, só de contar com a infraestrutura de energia no imóvel, você já deve arcar com esse tipo de despesa.
E já vale adiantar: o custo de disponibilidade do sistema elétrico é legal, sim, e está previsto na Resolução nº 414. Mudam, apenas, os valores de acordo com diferentes tipos de conexão:
Não sabe qual é padrão no seu imóvel? É só checar na sua conta de luz, tem tudo explicadinho lá.
Agora que já entendemos o que é o custo de disponibilidade de energia, vamos entender o cálculo de sua cobrança. Digamos, para o nosso exemplo, que o padrão analisado seja bifásico, e cuja tarifa seja no valor de R$ 0,79 kW/h.

E podemos complementar argumentando que o imóvel usado para o nosso exemplo conta com um sistema fotovoltaico e, portanto, consegue suprir toda a sua demanda de consumo de energia elétrica com a energia solar.
Mesmo assim, a taxa mínima seria aplicada com base no seguinte cálculo:
50 kW/h (a taxa mínima do padrão bifásico) multiplicado por R$ 0,79, totalizando R$ 39,50.
Mencionamos, anteriormente, o grande motivo para isso: mesmo que você não use ou não queira usar energia elétrica no seu imóvel, o imóvel tem toda a infraestrutura instalada para isso. Daí, o custo de disponibilidade para suprir esse investimento e que concede a possibilidade de utilizá-la quando quiser.
Até por isso, mesmo que o seu sistema de energia solar produza o suficiente para quitar a conta de luz e também o valor da taxa mínima, esse valor não pode ser abatido por meio dos seus créditos de energia solar.
Confira, abaixo, um exemplo mais aprofundado com base em duas situações que podem ocorrer para aqueles que possuem um sistema fotovoltaico na residência e têm que lidar com o custo de disponibilidade de energia elétrica.
Saiba mais: alternativas para trabalhar com energia solar
Leia também: LCOE: o que é, principais vantagens e como utilizar?
Digamos, por exemplo, que em determinado mês uma residência com placas solares instaladas consumiu exatamente aquilo que o sistema fotovoltaico gerou, quitando a conta de luz.
Acontece que, como vimos, nessas situações ainda vai vir o custo de disponibilidade de energia na conta de luz, e que não pode ser descontada por meio dos créditos solares.
Neste exemplo, pode acontecer de o consumidor ter produzido menos energia do que consumiu, ao longo do mês. Por exemplo: uma propriedade registrou o consumo de 200 kW/h no mês, mas sua produção foi de apenas 160 kW/h.
Você pode imaginar que, aqui, só seja paga a diferença de 40 kW/h, mas o que acontece é que será cobrada a taxa mínima de acordo com o padrão da residência. Caso seja uma rede trifásica, por exemplo, vai vir na conta de luz o custo disponibilidade de energia de 100 kW/h.
Ainda que o custo de disponibilidade de energia esteja presente na conta de luz, independentemente de quanto de energia você gere por meio de um sistema fotovoltaico, a energia solar é uma excelente oportunidade de economia e de investimento.

E sabe por quê? Primeiramente, porque você consegue planejar um projeto de instalação do sistema fotovoltaico conforme as suas características de consumo de energia elétrica.
Assim, os créditos solares gerados podem acarretar no abatimento de grande parte da conta de luz — talvez, até, com exceção apenas da taxa mínima.
Vale observar, também, que essa economia mensal proporcionada pela presença da energia solar em sua residência se converte em investimento porque, mensalmente, o que você não paga de conta de luz se transforma em um payback do que você custeou para o sistema de energia solar.
Uma vez que a economia alcançar o montante gasto para implementar o projeto, você começa a acumular essa economia só para você — lembrando que as placas solares podem durar até 25 anos ou mais quando bem gerida e com as manutenções em dia.
Portanto, mesmo com o custo de disponibilidade de energia, você adquire um grande aliado à base de uma fonte de energia renovável e infinita. E que só tem a agregar benefícios à sua rotina.
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Existem diversas maneiras de trabalhar com energia solar, e as usinas solares têm despertado o interesse de muitas pessoas e empresas, atualmente, por ser uma solução acessível, que agrega retorno financeiro em tempo hábil e, ainda, contribui para a popularização de uma fonte de energia infinita e sustentável. Mas, afinal de contas, qual é o custo de implantação de uma usina solar fotovoltaica?
Portanto, essa resposta pode ser alcançada por meio dos tópicos abaixo. Acompanhe-nos ao longo desta leitura, e aprenda as etapas e os custos associados para realizar a implantação segura e livre de imprevistos de uma usina de energia solar!
Usinas solares são projetos robustos que geram uma grande quantidade de energia por meio de painéis fotovoltaicos. Trata-se, portanto, de um planejamento que envolve diferentes questões e que devem ser trabalhadas de forma integrada para que os obstáculos e imprevistos sejam significativamente menores ao longo do caminho.
Entenda, então, quais são as etapas de um projeto desses, e como isso se relaciona com o custo de implantação de uma usina solar:
Leia também: como calcular o prazo para o payback da energia solar?
Assim, abordando os custos de implantação de uma usina solar, especificamente, é importante abordar tudo aquilo que vai aumentar ou tornar enxuto o orçamento final do projeto.
Falamos, acima, sobre o terreno. E as dimensões do lote estão intimamente relacionadas com a quantidade de placas fotovoltaicas e também toda a infraestrutura do sistema, como um todo, que vai acomodar a usina solar.
E, sem dúvidas, isso afeta o custo de implantação da sua usina solar. Por isso, é fundamental que os cálculos sejam todos realizados nessa etapa de planejamento, para que os números coincidam com suas expectativas, interesses e investimento também.
Saiba mais: aprenda mais sobre os créditos para energia solar
De fato, os módulos fotovoltaicos têm grande parcela de responsabilidade na geração de energia por meio da captação de luz solar. E existem meios de avaliar o custo geral disso tudo a partir do tipo de tecnologia aplicada nos módulos e também nos custos associados com o processo de instalação em si e também nos custos indiretos.

Falaremos sobre cada um deles logo adiante.
Aqui, você deve considerar uma série de itens, como:
Aqui, você deve analisar os serviços que vão colocar em prática todo o investimento gerado para a idealização e a execução do seu projeto de usina solar.
Para tanto, podemos incluir nesses custos de instalação alguns aspectos específicos, como:
Viu como o custo de implantação de uma usina solar envolve diferentes disciplinas, especializações e etapas do projeto de modos distintos e, paralelamente, integrados?
Os custos indiretos (ou soft costs) são aqueles que aparecem de maneira complementar, no custo de implantação de uma usina solar. E podemos citar alguns itens como exemplos, confira a seguir:
Basicamente, estamos falando de todo tipo de custo de financiamentos necessários para o desenvolvimento e construção do sistema fotovoltaico.
Despesas operacionais também acontecem em todas as etapas do projeto, desde o planejamento — e posteriormente, quando o sistema inteiro já estiver em uso.

Bom exemplo disso são as despesas aplicadas para a manutenção do sistema fotovoltaico, conferindo, com isso, mais tempo de vida útil dos componentes e também menos problemas e imprevistos ao longo dos anos (considerando que as placas fotovoltaicas podem durar cerca de 25 anos ou até mais).
Saiba mais: aluguel de usinas solares — todas as opções explicadas!
Viu como dá para precisar um custo de implantação de uma usina solar? Mas é claro que você não precisa fazer isso tudo por conta própria. Pelo contrário: existem empresas como a Maya Energy que respiram e transpiram energia solar e podem colocar o seu projeto em prática e lucrar da maneira que você sempre idealizou.
Por isso, temos que perguntar: você deseja investir na sua usina solar?
A Maya Energy pode te ajudar! Trabalhamos em auxílio dos seus objetivos participando ativamente do projeto à sua administração. Saiba mais!
Eficiência energética na indústria é um assunto essencial para gestões focadas em economia e alta produtividade — e com boa dose de consciência ambiental no processo.
Uma vez que a energia representa um papel tão relevante na própria produtividade desse setor, que participa com pouco mais de 18% do PIB nacional, saber como agregar otimização ao uso do recurso pode ser uma revolução dentro do seu negócio.
Confira, então, como é possível trabalhar por meio de ações de eficiência energética na sua indústria!
Veja também: tudo sobre a norma ISO 50001
Ações de eficiência energética na indústria estão intimamente relacionadas com diferenciais competitivos para a sua marca. Mas, acima de tudo, oferecem eficiência operacional com grande economia de recursos.
E acredite: existe espaço para aplicar a eficiência energética na sua rotina: pesquisa da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) aponta que a média de otimização para todo o setor é de 10,9%.
Agora, imagine o quanto isso se traduz em oportunidades de crescimento para a sua empresa?
Para entender, então, o que deve ser feito para colher essas vantagens na sua indústria, é importante analisar tudo aquilo que se converte em mais despesas e na utilização de recursos.
Maquinários elétricos já consomem energia por si só — aproximadamente 70% do gasto energético provém desses componentes. Contudo, algo torna esse quadro ainda mais grave: a utilização de equipamentos antigos.
Hoje em dia, muitos maquinários já são planejados para oferecer eficiência energética. E a substituição de um equipamento por outro, e mais moderno, já garante uma redução de despesas que pode ser, inclusive, calculada como um retorno do seu investimento em médio e longo prazo.
No geral, sistemas de refrigeração também são importantes para a indústria. E não apenas em segmentos que possuem câmaras frias, como a indústria alimentícia.
Mas vale analisar da onde vem esse aumento exponencial nas suas despesas mensais. Por exemplo: vazamentos internos nos encanamentos podem gerar problemas múltiplos, que vão desde o baixo desempenho ao aumento de custos com o sistema de refrigeração.
Outros pontos de atenção são a distribuição e utilização de gás e o uso do ar-condicionado e o sistema de ventilação. É sempre importante conta com um bom planejamento de manutenção e monitoramento desses equipamentos.
Dessa maneira, você minimiza qualquer desperdício e prejuízo que pode vir de problemas de funcionamento desses sistemas.
É inegável que, hoje em dia, as lâmpadas de LED se mostram mais eficientes, menos custosas com manutenção e substituição e, ainda, são econômicas.
Se você busca eficiência energética na indústria, é fundamental analisar o seu projeto luminotécnico a fim de identificar a melhor forma de utilizar a iluminação (natural e artificial) em benefício da sua empresa.

Inclusive, o uso de energia solar é de grande valia para a eficiência energética na indústria. Tornando-se o próprio gerador da economia que a sua empresa consome, você reduz significativamente as despesas com energia elétrica e consegue direcionar esses recursos para outras áreas que demandam essa renda extra para obterem performances sempre melhores.
Saiba mais: o preço de um sistema de energias solar
É fundamental acompanhar o consumo de energia elétrica na sua indústria. Só assim, para entender onde as coisas estão prosseguindo de acordo com o previsto e o que está destoando das projeções iniciais e que, consequentemente, demandam atenção.
Fique de olho, portanto, nas contas de luz. A tarifa mensal é um grande indicador de desempenho energético e que pode ser acompanhada mensalmente.
Observe, também, a legislação e entenda como é regulamentado o fornecimento de energia elétrica na sua região. Eventualmente, as tarifas podem ser mais caras em determinados períodos, o que pode significar um replanejamento da sua indústria para evitar o alto consumo nesses picos de cobrança.
Além disso, medidores individuais podem contribuir para um monitoramento ainda mais individualizado e próximo. Com medições semanais ou diárias, até, dá para filtrar com mais e mais precisão até identificar tudo aquilo que tem consumido mais energia elétrica.
Leia também: formas para economizar energia em residências e em empresas
Com base em tudo o que vimos até aqui, está na hora de explorar os meios mais bem-sucedidos de implementar a eficiência energética na indústria. Confira, a seguir!
O primeiro passo é entender quais são os custos que a sua indústria tem com energia elétrica. A partir daí, toda e qualquer estratégia pode ser planejada para identificar meios de reduzir os custos — individual e coletivamente.
As avaliações periódicas citadas acima, inclusive, vão ajudar no monitoramento e na compreensão de onde vem as principais despesas,

Eficiência energética na indústria passa, diretamente, pela automatização de processos. Primeiro, porque agrega mais produtividade com menos erros nos processos, mas também porque a eficiência nos processos é idealizada para otimizar o consumo de energia elétrica.
E o melhor: com a automatização, você tem menos erros e desperdícios de materiais e de matéria-prima, até. Mais economia em geral, consciência sustentável e eficiência operacional.
Portanto, reavalie os seus maquinários e equipamentos. Como apontamos anteriormente, a modernização desses itens pode oferecer melhor eficiência e otimização de recursos.
O que, naturalmente, já contribui para a redução no consumo de energia elétrica. E gradualmente você consegue traduzir esses investimentos em um corte nas despesas em curto, médio e longo prazo.
Assim, a eficiência energética na indústria pode ser aplicada, mas demanda planejamento, disciplina e foco nas ações para gerar significativa otimização de todos os recursos.
Mas que tal enxergar essa questão de um modo mais amplo e, assim, compreender todo o impacto positivo desse tipo de ação? Para isso, aproveite para conferir nosso artigo que explica quais são as etapas de implementação de um bom projeto de eficiência energética!












